1 de fevereiro de 2013

Livros

Gonçalo M. Tavares candidato ao Prémio Literário Europeu


Com “ Aprender a Rezar na Era da Técnica “, Gonçalo M. Tavares foi nomeado para o Prémio Literário Europeu 2013 para o melhor romance europeu traduzido para holandês.
“Aprender a Rezar na Era da Técnica” (Leren bidden in het tijdperk van de techniek ) foi publicado na Holanda pela Querido tendo sido traduzido por Harrie Lemmens.
Entre os vinte finalistas estão Martin Amis, com Lionel Asbo, Javier Marías, com Os Enamoramentos, Emmanuel Carrère, com Limonov, Hilary Mantel, com Bring Up the Bodies e Ian McEwan com Sweet Tooth.
Este Prémio Literário Europeu é uma iniciativa do Centro Académico Cultural SPUI25, da Fundação Holandesa para a Literatura e vai já na sua terceira edição tendo sido já atribuído a Marie NDiaye, com Três Mulheres Poderosas (Teorema), e Julian Barnes, com O Sentido do Fim (Porto Editora), em 2011 e 2012, respectivamente.
O autor da obra vencedora receberá 10 mil euros e o tradutor 2,5 mil euros.
“Aprender a Rezar na Era da Técnica” de Gonçalo M. Tavares está também nomeada para o IMPAC Dublin Literary Award 2013 e já venceu o Prémio para Melhor Romance Estrangeiro em França em 2010, tendo sido finalista, nesse mesmo ano, do Médicis e do Femina.
 
 
Teatro

“ Isto é que me dói ” é nova peça de José Raposo no Teatro Villaret


Esta brilhante, acutilante e muito actual comédia reúne um elenco composto por José Raposo, Sara Barradas, Fátima Severino, Miguel Raposo, Ricardo Raposo, Joel Branco – que já em 77 tinha feito parte do espectáculo – como actor convidado e participação especial de Joaquim Nicolau.
A encenação estará a cargo de outro grande nome do teatro ligeiro, Francisco Nicholson, com a assistência de Frederico Corado. Com este grande texto, propõem encher a plateia do Teatro Villaret de público entusiasta que venha rir com as graças e desgraças deste país hospitalizado nesta maravilhosa homenagem a Raul Solnado!
O Hardmusica esteve presente na estreia que contou com a presença de muitos amigos e colegas de profissão de José Raposo que emocionou o actor no final do espectáculo ao ver a sala mais do que cheia (tiveram de ser colocadas cadeiras extra para toda a gente ter lugar).
José Raposo falou muito no final da peça, quis agradecer a todos os que tornaram o espectáculo possível. Começando por Raul Solnado, passando pela família e amigos, os filhos que se juntam a ele desta vez em palco. Elogiou-os referindo que têm realmente talento, e provaram-no.
Teve a humildade de admitir que fez o espectáculo sem pagar rigorosamente nada e que é fruto das sinergias com os patrocínios e que “no final fazemos as contas”. Referiu todos os nomes das pessoas envolvidas, desde a contrarregra cenários, produção, até das empresas que patrocinam a peça e todos os apoios.
A ajuda para que a cultura em Portugal tenha futuro nunca foram mais necessárias do que hoje, por isso aconselhamos todos aqueles que queiram rir-se, e ouvir umas verdades sobre quem nos governa a dirigir-se ao Teatro Villaret e a comprar o bilhete para “Isto é que me doi”.
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FADISTA Artur Henrique dos Santos Batalha, nasceu em Alfama a 14 de Abril de 1951.

 Cantou em público pela 1ª vez com nove anos.
Começou sua carreira aos 14 anos, na Taverna do Embuçado em Alfama.
Em 1971 venceu a Grande Noite do Fado no Coliseu dos...
Recreios, em Lisboa.

Temas gravados: -

 A cruz que eu te dei
A mulher ideal
Á porta do Fado
Agora ficamos sós
Amor cansado
Ao longo do tempo
As chinelinhas
Balada da distância
Boneca atrevida
Cansaço
Chinelas da Mouraria
Choro de criança
Cinco minutos
Coração embriagado
Cravo porta
Diz o que queres
É a lei da vida
Em busca de perdão
Essa varina
Esse sorriso
Esta dor é saudade
Estás a pensar em mim
Fado do cacilheiro
Fado de um mundo louco
Faz-te forte
Faz-se tarde minha mãe
Fica onde estás
Filho da noite
Foi ali
Foi ontem
Hoje morreu um poeta
Igreja de Santo Estevão
Ingrata
Lamento à mãe
Leio em teus olhos
Maria quero-te tanto
Menino de Alfama
Menino. menino
Meu irmão fora da lei
Meu recado de poeta
Minha mãe de saudade
Morena gaiata
Mulher do bairro da lata
Mundo de Inverno
Não sei se morro, se vivo
Nasci à esquina do medo
Nasci de noite sem berço
Nasci em lençóis de palha
Nem às paredes confeço
Noites sem fim
O amor é louco
O canto do cisne
O menino que não fui
Ó minha mãe, minha mãe
O mundo é ela
O vaivém do cacilheiro
Olhos turvos
Os lobos da serra
Os meus dois putos
Pintadinho
Poetas do paraiso
Prenda de Natal
Quadras do Aleixo
Quando o meu amor me cansa
Quem és tu
Restos de noite
Sinas trocadas
Sinceridade
Sonho tropical
Sou
Tempo é fome
Trago a minha vida presa
Trigueirinha de olhos verdes
Velas de luar
Vida sem sentido
Zé canoeiro

http://youtu.be/I8K09nGHmbM
 
Amor a Portugal         |•


O dia há-de nascer
Rasgar a escuridão
Fazer o sonho amanhecer
Ao som da canção
E então
O amor há-de vencer
A alma libertar
Mil fogos ardem sem se ver
Na luz do nosso olhar
Na luz do nosso olhar
Um dia há-de se ouvir
O cântico final
Porque afinal falta cumprir
O amor a Portugal