COZIDO À PORTUGUESA NO PÃO ( POR ENCOMENDA )
Portugal - O teu destino é nunca haver chegada - O teu destino é outra índia e outro mar - E a nova nau lusíada apontada - A um país que só há no verbo achar ... Manuel Alegre , in " Chegar Aqui " « tb.podes visitar - lobisomemluizdias.blogspot.pt/ e no facebook - Luiz Dias ( lobisomem ) ... País purista a prosear bonito , a versejar tão chique e tão pudico , enquanto a língua portuguesa se vai rindo , galhofeira , comigo - Alexandre O'Neil
4 de dezembro de 2012
Óbidos transforma-se em Vila Natal a partir de sexta-feira
Crianças e adultos são convidados a descobrir os mistérios do reino Oletsac em mais uma edição do Vila Natal, que, entre 7 de Dezembro e 2 de Janeiro, transforma Óbidos no mundo da fantasia e da aventura.

“Fizemos uma aposta clara na fantasia e na ficção em torno de antigas lendas de Óbidos e de personagens inventados para enriquecer espírito de diversão do evento que tem muitas novidades em relação aos anos anteriores”, disse à Lusa o presidente da Câmara de Óbidos, Telmo Faria.
O evento, em que o pai Natal tem lugar cativo, convida este ano os visitantes a “aventurarem-se na descoberta dos mistérios de Oletsac” (castelo escrito com as letras invertidas), um reino onde o real dá lugar ao fantástico, numa viagem pelo Oppidum Planetário, pelo Monstruário ou pelo Covil dos Musaranhos, entre outras diversões.
No Covil dos Musaranhos alinhar-se-ão os soldados que, no mar e na Lagoa de Óbidos, protegem Oletsac.
O evento, em que o pai Natal tem lugar cativo, convida este ano os visitantes a “aventurarem-se na descoberta dos mistérios de Oletsac” (castelo escrito com as letras invertidas), um reino onde o real dá lugar ao fantástico, numa viagem pelo Oppidum Planetário, pelo Monstruário ou pelo Covil dos Musaranhos, entre outras diversões.
Situado numa antiga fortificação do castelo, o Planetário será um palco de “demonstração dos perigos e dos aspectos mais fascinantes do céu e do espaço”, enquanto no Monstruário se poderá apreciar “uma raríssima colecção de animais marinhos primitivos de todos os mares do mundo, muitos deles já extintos”.
Pinto da Costa revela que vai deixar FC Porto em cinco anos.

O histórico presidente do FC Porto, Pinto da Costa, revelou ao jornal francês L’Equipe que está a preparar a sua saída do clube para 2016, depois de mais um mandato, afirmando que “está no momento de o clube ganhar sem mim”.

Depois de 30 anos na presidência ‘azul e branca’ e de 56 títulos, Pinto da Costa revelou, ontem, ao jornal L’Equipe, que vai afastar-se em 2016, depois de mais um mandato a que vai recandidatar-se no próximo ano.
“Está no momento de deixar o clube ganhar sem mim”, disse Pinto da Costa, acrescentando porém que continuará “a acompanhar o clube nas deslocações europeias”.
Questionado sobre o que fará nessa altura, depois de tanto tempo na presidência dos ‘dragões’, Pinto da Costa conta que vai concentrar-se “nas múltiplas solicitações” que lhe fazem para “escrever, viajar” algo que, revela, “praticamente” só tem feito com o FC Porto.
Recorde-se que o presidente do FC Porto deslocou-se a Paris para acompanhar a equipa, que hoje defronta o PSG na 6ª e última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.
“Está no momento de deixar o clube ganhar sem mim”, disse Pinto da Costa, acrescentando porém que continuará “a acompanhar o clube nas deslocações europeias”.
Questionado sobre o que fará nessa altura, depois de tanto tempo na presidência dos ‘dragões’, Pinto da Costa conta que vai concentrar-se “nas múltiplas solicitações” que lhe fazem para “escrever, viajar” algo que, revela, “praticamente” só tem feito com o FC Porto.
Quanto a sucessores, o jornal francês destaca o papel de Antero Henriques, director-geral da SAD portista, que já assume a liderança quotidiana do clube, recorrendo ao presidente apenas para grandes decisões.
Investigadores Identificadas três novas espécies de lampreia em Portugal.
Investigadores de várias instituições portuguesas identificaram três novas espécies de lampreia que existem apenas em território nacional, e que agora querem ver classificadas como "criticamente em perigo", foi esta terça-feira revelado.

Lusa
As três novas espécies de lampreia foram identificadas nas bacias hidrográficas do Vouga, Nabão e Sado, por investigadores do Centro de Oceanografia e do Centro de Biologia Ambiental da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), em colaboração com investigadores da Universidade de Évora e do Museu Nacional de História Natural e da Ciência.
Em comunicado, o Centro de Oceanografia refere que as três espécies agora identificadas apresentam áreas de distribuição "muito restritas e fragmentadas" e com populações "muito diminutas", devendo como tal ser classificadas como "criticamente em perigo".
A atribuição de um estatuto que garanta a sua conservação deve, realçam os investigadores, ocorrer de acordo com os critérios utilizados na elaboração da última revisão do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, que segue o novo sistema de avaliação e classificação de espécies ameaçadas da IUCN (União Mundial para a Conservação).
As três novas espécies foram baptizadas de acordo com o seu local de origem: a lampreia da Costa de Prata (Lampetra alavariensis), endémica das bacias hidrográficas do Esmoriz e Vouga; a lampreia do Sado (Lampetra lusitanica); e a lampreia do Nabão (Lampetra auremensis),endémica desta sub-bacia afluente da margem direita do Rio Tejo.
Em comunicado, o Centro de Oceanografia refere que as três espécies agora identificadas apresentam áreas de distribuição "muito restritas e fragmentadas" e com populações "muito diminutas", devendo como tal ser classificadas como "criticamente em perigo".
A atribuição de um estatuto que garanta a sua conservação deve, realçam os investigadores, ocorrer de acordo com os critérios utilizados na elaboração da última revisão do Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal, que segue o novo sistema de avaliação e classificação de espécies ameaçadas da IUCN (União Mundial para a Conservação).
As três novas espécies foram baptizadas de acordo com o seu local de origem: a lampreia da Costa de Prata (Lampetra alavariensis), endémica das bacias hidrográficas do Esmoriz e Vouga; a lampreia do Sado (Lampetra lusitanica); e a lampreia do Nabão (Lampetra auremensis),endémica desta sub-bacia afluente da margem direita do Rio Tejo.
Com esta descoberta, que em breve será publicada na revista ‘Contributions to Zoology’, passam a existir seis representantes desta espécie na Península Ibérica, ficando Portugal com uma "responsabilidade acrescida em matéria de conservação deste grupo taxonómico", acrescenta a mesma nota.
3 de dezembro de 2012
| Cultura |
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Festejou-se pela última vez como feriado, a
Restauração da IndependênciaPelas 16:30 a praça dos Restauradores em Lisboa encheu para celebrar o 1º de Dezembro. O presidente da Câmara de Lisboa relembrou aos presentes a importância deste dia afirmando que em 1640 “muitos consideravam inevitável a perda da independência” e de direitos. À semelhança dos anos anteriores, as cerimónias foram organizadas pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e contaram com a participação de D. Duarte de Bragança em representação da Casa Real Portuguesa, de representações dos diversos ramos das Forças Armadas e de numerosas individualidades e associações patrióticas. No seu discurso, António Costa apelou à consciência do povo declarando ainda que “Ontem como hoje, houve sempre quem achasse que a melhor maneira de defendermos os nossos direitos é desistir deles ou entregar a outros a sua defesa. Ontem, como hoje, houve sempre quem pensasse que os outros nos governam melhor do que nós próprios nos governamos”. Para o presidente, hoje o país está confrontado com uma crise que, antes de ser económica, é uma crise moral. “Hoje, ser português e patriota, é lembramo-nos que, quando o país esteve em perigo, foram os portugueses que melhor o defenderam. Ser patriota hoje é acreditar em Portugal e nos portugueses”, defendeu. No fim, anunciou que a cidade de Lisboa, no que depender de si, continuará a assinalar o 1º de Dezembro e a autarquia continuará a associar-se às comemorações deste dia. Convidou também todos os municípios que se queiram associar através da realização de um festival nacional de bandas filarmónicas, que este ano ocorreu sob o formato de desfile. Como é também hábito a bandeira portuguesa foi hasteada e foi colocada uma coroa de flores na base do monumento aos Heróis da Restauração. |
| Museus |
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Museu Nacional de Arte Antiga promove a
exposição “ Arquitectura Imaginária ”A nova exposição do museu tem como objectivo "repensar a arquitectura enquanto território utópico e conceptual (...) capaz de contaminar as várias disciplinas artísticas", indica a nota do museu. Nesta mostra estarão reunidas cerca de 150 obras de pintura, de escultura, de desenho, de ourivesaria, de têxteis e de artes decorativas, provenientes do acervo do MNAA e de outras colecções, públicas e privadas, num período cronológico que vai desde o século XIV até à actualidade. Entre a sua maioria, estão expostas obras que têm um vínculo muito ligado à religião e especialmente a Jesus Cristo, num trajecto que se assemelha a uma narrativa organizada geometricamente e onde a arquitectura nos é apresentada muitas vezes como uma metáfora, ou enquanto ideia, enquanto autoridade, enquanto ordem, a microarquitectura e até mesmo a arquitectura imaginária. Quadros, mantos de abadessas e outros norbes, custódias e até relicários com resquícios dos trajes dos santos. Tudo pode ser encontrado nesta nova exposição, não se limitou a arquitectura àquilo que estamos habituados a conhecer dela, expandiu-se e recriou-se para fazer cada um repensar a sua ideia de arquitectura. O Museu Nacional de Arte Antiga mostra também a sua capacidade em aproximar-se da contemporaneidade conjugando no mesmo espaço objectos passados e LCDs que trasmitiram vídeos sobre questões daquele domínio.Na última sala, estará a gigante e belíssima tapeçaria de Latona que conviverá no mesmo espaço com quadros ficcionais onde os espaços pintados se misturam com a imaginação do pintor e novos cenários são criados de uma forma meramente teatral, ou então quadros de tectos e claraboias, que dão uma noção de prespectiva aérea. Por fim, nessa mesma última sala serão transmitidos nos LCDs três filmes que pretendem completar e aproximar a temática da exposição ao nosso tempo. Portugal dos Pequeninos, o mundo português e a Expo 98 são os títulos dos vídeos que integram e encerram esta exposição que estará aberta ao público até dia 30 de Março de 2013, no piso 0 do Museu Nacional de Arte Antiga. |
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