31 de agosto de 2012

« Composição ...

Uma professora pediu que os alunos fizessem uma composição onde utilizassem pelo menos uma vez a expressão "Suponho que ...". Uma das composições:
Ontem à noite, depois do jantar, os meus pais deixaram-me com a empregada, e foram ao cinema. Suponho que tenham ido ver um bom filme
- Muito bem, diz a professora. Agora vamos ver a composição do Quinzinho.
Na semana passado quando fui ver o meu avô, vi-o subir o monte com a TIME debaixo do braço. Ora, como o meu avô não sabe inglês, suponho que tenha ido cagar!
Cultura

« Museu Municipal de Arqueologia de Silves comemora aniversário ...

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mara dionísio

Museu de Arqueologia de Silves
Naquele que é o Dia do Município, 3 de setembro, o Museu Municipal de Arqueologia de Silves comemora o seu 22.º aniversário. Para assinalar esta data as entradas no museu serão gratuitas estando, igualmente, prevista a realização de diversas atividades dirigidas aos seus visitantes, como forma de proporcionar novas experiências e dar a conhecer a sua história e coleção.

Assim, durante este dia serão realizadas quatro visitas guiadas a todo o equipamento e ao interior do Poço Cisterna, duas delas da parte da manhã (às 10h00 e às 11h30) e as restantes da parte da tarde (às 14h00 e às 16h30). Para além das visitas guiadas, os visitantes serão convidados a participar em ateliês de modelagem de barro que incluem iniciação à cerâmica, ilustração livre e pintura mural. Esta atividade decorre entre as 10h00 e às 12h30 e das 14h00 às 17h00.






A efeméride será, também, motivo para a renovação da exposição permanente, nomeadamente com a abertura de novas vitrinas centradas nas temáticas da evolução humana, Paleolítico, Neolítico e Megalitismo.

Relembre-se que o Museu Municipal de Arqueologia de Silves foi inaugurado em 1990, tendo a sua construção sido efetuada em torno do Poço-Cisterna Almóada dos séculos XII-XIII – descoberto após escavações arqueológicas decorridas nos anos 80 do séc. XX e que é hoje Monumento Nacional.

Cenograficamente o mesmo integra, também, a muralha da cidade do mesmo período, funcionando, assim, não só como um museu onde as coleções expostas são muito significativas, mas também como uma joia do património islâmico em Portugal.
Este espaço museológico poderá ser visitado todos os dias, das 10h00 às 18h00.

« Enxerim realiza festa do tremoço ...

Realiza-se entre os dias 31 de agosto e 3 de setembro no Bairro CHE do Enxerim a II Festa do Tremoço. Promovido pela Associação Amigos do Enxerim, o evento tem o apoio da Câmara Municipal e tem entrada livre.
Para além do tremoço, ao nível da animação a II Festa do Tremoço tem como principais destaques:
» dia 31 de agosto - baile com Filipe Romão
» dia 1 de setembro – grupo de hip hop Bee Bates Mini Minorkas + professor Herrero Ilídio Guerreiro
» dia 2 de setembro – baile com Lindomar Paz
» dia 3 de setembro – arruada e atuação do grupo Percutunes + karaoke


Mais informações sobre esta atividade poderão ser recolhidas junto da Associação Amigos do Enxerim, através do telefone 282 010 205 ou do endereço de correio eletrónico amigos.enxerim@gmail.com

« Pêra é palco do campeonato do mundo de fosso universal ...

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Tiro aos pratos
O Clube de Tiro «O Pinhal» recebe o XXX Campeonato do Mundo de Fosso Universal. Esta prova da FITASC (Federation Internationale de Tir aux Armes Sportives de Chasse) de tiro aos pratos tem lugar de 6 a 9 de setembro nas instalações do referido clube, em Vales de Pêra.
O período de treinos tem início já na próxima 2.ª feira, estando marcado para o dia 5 de setembro, pelas 19h00, a cerimónia de abertura oficial deste campeonato mundial. Na competição, que decorre entre 6 e 9 de setembro, das 9h00 às 19h00, serão apurados os melhores atiradores do mundo em tiro aos pratos.


De referir que o Clube de Tiro «O Pinhal» tem acolhido também inúmeras provas, quer de índole regional, quer nacional, como são os casos da 1.ª contagem do campeonato Regional Sul (75 pratos) e da 3ª Contagem do Campeonato de Portugal (125 pratos) em Fosso Olímpico, 4ª Contagem do Campeonato Regional Sul (50 pratos) em Fosso Universal e a FITASC Grande Prémio de Portugal (200 pratos) em Compak Sporting.

Mais informações sobre esta prova poderão ser recolhidas junto do Clube de Tiro «O Pinhal», através do contacto telefónico 282 322 563, do endereço de correio eletrónico ctopinhal@gmail.com ou no site www.ctopinhal.com.
« Santa Margarida do Sado: Uma terra à beira da estrada ...
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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Santa Margarida do Sado, no concelho de Ferreira do Alentejo, habituou­-‑se ao movimento que todos os dias cruza a localidade. Na N259/IP8 não há tempos mortos. Um corrupio. Junto à terra começaram a erguer-se as estruturas da A26, mas a obra parou e a autoestrada ficou inacabada. Uma terra com os olhos postos nas estradas.


Texto Bruna Soares Fotos José Serrano

Os carros continuam a passar ininterruptamente na estrada. Uns atrás dos outros. Apenas abrandam a velocidade à entrada de Santa Margarida do Sado, a localidade que aprendeu a virar-se para o interior e para o litoral, consoante a necessidade. Pertence ao concelho de Ferreira do Alentejo, mas tem fortes ligações a Grândola, até porque pouco mais de 20 quilómetros separam as duas terras.
António Parreira e Avelino Isidro voltam as costas ao trânsito que passa na N259/IP8. Não lhes interessa os que atravessam a localidade e procuram o sentido Beja, Sines, Lisboa, entre tantos outros. Em compensação, admiram o que existe da A26, que entretanto tem os trabalhos suspensos.
Da aldeia não é difícil avistar os pilares da nova ponte. Aliás estão ali, à vista de todos, a metros do casario.
“Tudo parado. Tudo por acabar”, diz António, enquanto Avelino responde: “Não se vê por aí movimento. Não se avista ali ninguém a trabalhar”. As máquinas, segundo os homens, foram levadas pelos trabalhadores que não voltaram. Depois veio o anúncio da suspensão das obras e acabaram-se as dúvidas.
“Se for construída, talvez no princípio, tire movimento a Santa Margarida do Sado”, considera António, mas rapidamente acrescenta: “Quem nela andar terá de pagar e não há dinheiro para isso”.
Os carros e os camiões continuam a passar. Quem ousa atravessar a N259 tem de esperar uns minutos. A espera necessária para que os semáforos façam parar os condutores. António e Avelino continuam sentados com a colheita que trouxeram das suas hortas aos pés. Couves, cebolas e melancia. As galinhas, que alimentam todos os dias, também foram generosas. Para casa, no balde, ainda levam uns ovinhos. “Entretemo-nos assim. É uma boa ajuda ao sustento”, diz Avelino Isidro.
Do outro lado da estrada avistam-se os comércios que a ela se abeiraram, embora sejam em pouco número. Manuel Maria foi um dos que resolveu investir. “O comércio aqui pouco se desenvolveu. Existe o que existia há 20 anos”. Curiosamente, apesar da crise, há hoje, de acordo com Manuel Maria, “mais gente a parar em Santa Margarida do Sado”. E a explicação, essa, em sua opinião, é simples: “Ao longo dos anos aumentou o número de pessoas que têm interesse em deslocar-se para o Alentejo, para o interior”.
A paragem na A26 afetou, porém, o negócio de Manuel Maria. “Os fregueses diminuíram. Nota-se menos movimento por estas paragens. Os trabalhadores sempre circulavam por aqui e consumiam. Vinham com frequência”. Mas a A26, afinal, é, para os comerciantes, como se costuma dizer, “um pau de dois bicos”. “Se for construída diminuiria o movimento na terra, o que traria menos gente aos estabelecimentos”. O comerciante, contudo, tem esperança na qualidade dos produtos e na rotina dos fregueses. “Julgo que alguns clientes continuariam a passar. Tomaram o hábito de cá vir. Temos produtos nossos, como é o caso dos torresmos, empadas, popias e queijadas. São produtos que se vendem muito bem e que agradam às pessoas”.
As nuvens dão lugar ao sol e a hora de almoço aproxima-se. Os carros começam a parar. Manuel deixa a conversa e atende ao balcão. Por esta hora, já Emília Ventura, habitante de Santa Margarida do Sado, tem o almoço feito. Descansa à sombra de uma árvore de copa larga. Há mais de 40 anos que conhece este chão. Tomou esta como a sua terra, mas garante que, em muitas coisas, como é o caso do emprego, está pior. “Havia trabalho para todos e hoje não se ganha aqui um tostão. Trabalhei na agricultura, fazia um pouco de tudo. Se o Estado não desse tanto subsídio a agricultura continuava a dar”, defende. Agora, segundo Emília Ventura, apenas no tempo “da cortiça e da pinha” é que alguém “arranja trabalho”, e temporariamente.
A mulher volta a falar da paragem na A26 e adianta: “Agora ainda há aí mais gente desempregada. Não é que trabalhassem lá muitos, mas com a obra parada, ficaram pior”. A mulher reconhece que a autoestrada servia “a região”, no entanto, em sua opinião, muita gente continuaria a optar pela estrada que atravessa Santa Margarida. “As pessoas fogem às portagens”, considera.
À sombra de uma outra árvore, Francisco Umbelino e Silvino Guerreiro matam o tempo, até que a fome aperte e tenham de ir matar o “bicho”. Sentem-se bem em Santa Margarida do Sado e contam que muita gente “tem por cá ficado”. Já houve, segundo dizem, mais trabalho na terra, mas isso foi no tempo em que os campos de arroz empregavam muita gente. “Vieram as máquinas e isso acabou”, diz Francisco. “Há aí alguma coisa, mas pouco”, completa Silvino.
A hora de almoço chega e com ela recolhem-se os poucos que se passeiam pelas ruas. Na estrada, na N259/IP8, continuam a passar os carros. E a A26 repousa, inacabada. À espera de melhores dias. O “Diário do Alentejo” tentou contactar, até ao fecho desta edição, quarta-feira, o presidente da Junta de Freguesia de Figueira dos Cavaleiros, à qual pertence a localidade, mas até à data não foi possível.



Coudelaria de Santa Margarida

Na região de Santa Margarida do Sado, nomeadamente no Monte da Sernadinha, existe uma coudelaria que recebe o nome de Santa Margarida. Fundada em 1983, dedica-se à criação de cavalos Puro Sangue Lusitano. De acordo com o site da coudelaria, “com o objetivo de garantir a qualidade ao mais alto nível, selecionou rigorosamente os reprodutores, tais como Universo, Opus-72 e Spartacus, este último produto da coudelaria”. “O grau de exigência posto na escolha das éguas reprodutoras é de igual nível relativamente aos dos reprodutores masculinos”. A Coudelaria de Santa Margarida continua a somar prémios em diversos concursos.

Zona ribeirinha

Foram vários os arranjos efetuados na zona ribeirinha. O espaço ajardinado, com parque infantil e de merendas, proporciona aos habitantes e visitantes zonas de lazer. Este local pretende ainda incentivar ao convívio e, ao mesmo tempo, aproximar as pessoas da zona ribeirinha.


Património

A Igreja Matriz de Santa Margarida do Sado, do século XVI, é constituída por nave e capela-mor. Destaca-se pelos elementos romanos funerários que foram encontrados, em forma de pipa, e que atualmente podem ser apreciados no local.


« Rotas do Minho ...
 


Propomos-lhe um novo destino, numa terra de encantos, onde se conjugam vários factores. É no apego às romarias que a alma do Minho se desvenda, onde as tradições marcam a história desta região, num berço folhado de verde.
A CP estabeleceu parcerias com entidades organizadoras de eventos, a pensar na diversão de todos. Há programas adequados a miúdos e a graúdos, a grupos de amigos, famílias e escolas.
Com áreas protegidas, um Parque Nacional, uma rede Natural, com paisagem de montanhas, vales, rio e maré a zona privilegiada para a aventura. Venha de comboio connosco descobrir o Alto Minho.
Onde Portugal acaba, ou será que começa?

Boa Viagem!


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