| Teatro |
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“ Simplesmente Maria ” , a peça que o leva de
volta aos anos 70
Ainda se lembra dos folhetins? Mirró Pereira
serviu-se deste género teatral para contar o quotidiano da década de 70 em
Portugal, repleto de música, notícias, jingles, revolução, amor, drama e
comédia.
A cena passa-se em Lisboa, na Primavera de 1973,
num estúdio de rádio onde um conjunto de actores se reúne para as gravações de
um folhetim de rádio.
“Simplesmente Maria” leva-o de volta ao período
que antecedeu a Revolução dos Cravos, época em que as mulheres utilizavam longos
vestidos com estampas florais e os homens, camisas com padrões e óculos
quadrados.
Mesmo num ambiente de censura, havia quem arranjasse forma de se libertar.
Na peça, Maria alcança o sucesso nacional com os
papéis que interpreta, ao longo de vários meses, e passa a ser um escape para os
ouvintes que namoram com ela pelas telefonias e rádios transitor.
A interpretação é de Ana Lopes Gomes, Carolina
Parreira, Daniel Moutinho, Joana Barros e Pedro Luzindro, e as vozes de Anabela,
Bernardo Gavina e José Neves.
“A curta, a comprida e a do meio” é um projecto de Gisela Duque Pereira e Mirró Pereira, que se estreia com a peça “Simplesmente Maria”.
Até ao dia 24 de Fevereiro vai poder assistir a
“Simplesmente Maria” (4ª, 5ª e sábado às 21:00, 6ª às 22:45 e domingo às 17:00),
mais um tributo a outros tempos, ao estilo da série televisiva “Conta-me como
foi”.
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