Rua da Academia Recreativa de Santo Amaro, nº 9, Academia de Santo
Amaro
Tel.: 214031605 / 213636637
«A Bela e o Monstro - O Musical Infantil», Produção Academia de
Santo Amaro, baseado no conto de Madame Jeanne-Marie LePrince de Beaumont, com
adaptação e encenação de Miguel Dias, interpretação de Ana Balbi, Nuno Pires,
Fábio Dántes, Marta Garcês, Sérgio paulo, Bruno Pópulo, Nádia Amiano e Miguel
Dias.
Era uma vez...
Num reino muito longínquo, um belo príncipe que vivia num grande castelo. Certo dia, uma pobre velhinha bateu-lhe à porta e como a noite estava muito fria quis oferecer-lhe uma rosa em troca de abrigo.
O principe era muito egoísta e mimado ao olhar para a velhinha recusou-se a ajudá-la e mandou-a embora.
Antes de partir, ela avisou-o que não se deve julgar ninguém pela aparência e que a verdadeira beleza vem de dentro. Ao dizer estas palavras, a velha transformou-se numa bela feiticeira.
Ao ver como ela era bonita, o príncipe tentou desculpar-se, mas a feiticeira para o castigar, lançou-lhe um feitiço que o transformou num terrível monstro e todos os que viviam no castelo foram apanhados por este feitiço.
A rosa que ela lhe tinha oferecido, na verdade, era encantada. Se ele descobrisse o verdadeiro amor antes dos 21 anos, voltaria a ser principe, ou então, caso não fosse capaz de amar e ser amado, quando a última pétala da rosa murchasse e caísse, ele ficaria condenado a ser um monstro para toda a vida.
Desde esse dia que uma grande dúvida vivia no seu coração:
Será alguém capaz de aprender a amar um monstro?
Era uma vez...
Num reino muito longínquo, um belo príncipe que vivia num grande castelo. Certo dia, uma pobre velhinha bateu-lhe à porta e como a noite estava muito fria quis oferecer-lhe uma rosa em troca de abrigo.
O principe era muito egoísta e mimado ao olhar para a velhinha recusou-se a ajudá-la e mandou-a embora.
Antes de partir, ela avisou-o que não se deve julgar ninguém pela aparência e que a verdadeira beleza vem de dentro. Ao dizer estas palavras, a velha transformou-se numa bela feiticeira.
Ao ver como ela era bonita, o príncipe tentou desculpar-se, mas a feiticeira para o castigar, lançou-lhe um feitiço que o transformou num terrível monstro e todos os que viviam no castelo foram apanhados por este feitiço.
A rosa que ela lhe tinha oferecido, na verdade, era encantada. Se ele descobrisse o verdadeiro amor antes dos 21 anos, voltaria a ser principe, ou então, caso não fosse capaz de amar e ser amado, quando a última pétala da rosa murchasse e caísse, ele ficaria condenado a ser um monstro para toda a vida.
Desde esse dia que uma grande dúvida vivia no seu coração:
Será alguém capaz de aprender a amar um monstro?
Sessões: 3ª-6ª: 10h00; Sab: 15h00; Dom: 11h00
Rua de Angola - Olival de Basto, Centro Cultural da Malaposta
Tel.: 219383100
«À Procura do Ó-Ó Perdido», de Pascal Sanvic, Um bebé adormece no
pequeno jardim no meio da praça. Durante o sono, um passarinho apodera-se do seu
ó-ó branco e macio e leva-o para longe no céu. Quando acorda, o bebé não fica
nada contente. Propõem-lhe outros ó-ós, mas um ó-ó não se substitui. Com a ajuda
do ar, da água, do fogo e do contador de histórias, o bebé, depois de várias
aventuras, reencontra o seu precioso bocadinho de tecido sobre a ilha Ó-ó que as
crianças descobrem à saída do espectáculo.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 14h30 (escolas)
«A Menina do Mar», de Sophia de Mello Breyner - pelo Lua Cheia,
Era uma vez uma casa branca nas dunas, voltada para o mar, um rapazito que
adorava o cheiro da maresia, um polvo que ria, um caranguejo que ria, um peixe
que ria e uma menina muito pequenina que ria também. Era uma vez uma poetisa...
A Menina do Mar, de Sophia de Mello Breyner é um apelo a sensações visuais,
tácteis e auditivas, das quais emerge a realidade criada pelas palavras poéticas
e claras, límpidas como a água, razão que nos fez optar pela leitura como base
fundamental do trabalho. O envolvimento das crianças realça o aspecto dramático
da história e apoia a sua interpretação.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 14h30 (escolas)
«Estórias, Estorietas e Outras Conversetas» - Ana Enes e Maria
João Trindade, Produção Lua Cheia - Teatro Para Todos, com interpretação de Ana
Enes e Maria João Trindade.
Há estórias que saem dos livros, há estórias que saem da gaveta da memória e há estórias que a memória inventa, partindo assim de tudo e de nada...
Contos com palavras, objetos, sons e gestos para miúdos e graúdos.
Há estórias que saem dos livros, há estórias que saem da gaveta da memória e há estórias que a memória inventa, partindo assim de tudo e de nada...
Contos com palavras, objetos, sons e gestos para miúdos e graúdos.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 14h30 (escolas)
«A Bela Adormecida», de Charles Perrault, Espetáculo inspirado no
conto de Charles Perrault, com encenação de Fernando Gomes, música de Quim Tó,
cenografia de Natércia Costa, figurinos de Manuel Moreira e interpretação de Ana
Landum, Isabel Ribas, Jorge Estreia, Luís Pacheco e Rui Raposo.
Esta versão de Fernando Gomes, inspirada no clássico de Charles Perrault, conta a história da bela princesa Aurora, aparentemente adormecida durante cem anos, após os quais desperta, para a seu tempo encontrar a felicidade.
No dia do seu nascimento, os reis abrem os portões do jardim do seu palácio ao povo, para com eles festejarem o feliz e tão desejado acontecimento.
No meio da alegria, e enquanto se aguarda a chegada das fadas-madrinhas, rei e rainha convidam o povo a cantar e a dançar, ou seja, os atores encorajam o jovem público a participar nos festejos.
Mas após a entrada das três Fadas-madrinhas, aparece inesperadamente uma outra Fada e mostra o seu ressentimento por não ter sido convidada, prevendo para a bela princesinha um sono eterno, no dia em que completar quinze anos.
Os reis, desesperados e ao mesmo tempo receosos de que aquela Fada possa voltar com outras maldades, escondem a bela Aurora na casa de uma velha ama, mulher de confiança e que vive numa aldeia, longe do palácio real.
Quinze anos passados, a princesa Aurora regressa ao seu lar, para festejar o dia do seu aniversário ao lado dos pais. É então que a malfadada profecia acontece mesmo? e a princesa cai num sono profundo...do qual despertará ao fim de cem anos.
Esta versão de Fernando Gomes, inspirada no clássico de Charles Perrault, conta a história da bela princesa Aurora, aparentemente adormecida durante cem anos, após os quais desperta, para a seu tempo encontrar a felicidade.
No dia do seu nascimento, os reis abrem os portões do jardim do seu palácio ao povo, para com eles festejarem o feliz e tão desejado acontecimento.
No meio da alegria, e enquanto se aguarda a chegada das fadas-madrinhas, rei e rainha convidam o povo a cantar e a dançar, ou seja, os atores encorajam o jovem público a participar nos festejos.
Mas após a entrada das três Fadas-madrinhas, aparece inesperadamente uma outra Fada e mostra o seu ressentimento por não ter sido convidada, prevendo para a bela princesinha um sono eterno, no dia em que completar quinze anos.
Os reis, desesperados e ao mesmo tempo receosos de que aquela Fada possa voltar com outras maldades, escondem a bela Aurora na casa de uma velha ama, mulher de confiança e que vive numa aldeia, longe do palácio real.
Quinze anos passados, a princesa Aurora regressa ao seu lar, para festejar o dia do seu aniversário ao lado dos pais. É então que a malfadada profecia acontece mesmo? e a princesa cai num sono profundo...do qual despertará ao fim de cem anos.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 14h30; Sab: 16h00; Dom:
11h00
Estrada do Barcal, Espaço Monsanto
Tel.: 217710870
«O Livro de Magik» - pelos Trupilariante, Dois distintos
professores entram em conflito por discordarem sobre a existência do livro de
MagiK, um antigo Tomo perdido que regista a história da magia ao longo dos
tempos e que, como todos os objectos mágicos, foi ganhando poder com o passar
dos anos. A recuperação deste poderoso livro, irá permitir, finalmente, a
confirmação da história da magia através dos tempos.
Magott, um antigo ser mágico primordial, aproveita-se da pesquisa dos dois professores para tentar apoderar-se do livro de Magik e, finalmente, libertar-se da dimensão onde foi aprisionado pela ordem dos guardiões do Livro de Magik para proteger os seres humanos da sua maldade.
Magott, um antigo ser mágico primordial, aproveita-se da pesquisa dos dois professores para tentar apoderar-se do livro de Magik e, finalmente, libertar-se da dimensão onde foi aprisionado pela ordem dos guardiões do Livro de Magik para proteger os seres humanos da sua maldade.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 15h00 (escolas ou grupos mediante
marcação); Sab-Dom: 15h00
Estrada da Pontinha, nº 7, Teatro Armando Cortez
Tel.: 217154057
«A Flauta Mágica» - pelo TIL - Teatro Infantil de Lisboa, Produção
TIL - Teatro Infantil de Lisboa, com texto e encenação de Fernando Gomes,
direção e adaptação musical de Filipe Carvalheiro, cenografia de Kim Cachopo,
figurinos de Rafaela Mapril, desenho de luz de Paulo Sabino, coreografia de
Iolanda Rodrigues, interpretação de Adriana Pereira, Agostinho Macedo, Ana
Freitas, Henrique Macedo, Kim Cachopo, Maria João Vieira, Miguel Vasques e Paulo
Neto.
Tamino e Papageno são dois amigos, prontos para deixar a adolescência e entrar na idade da razão e do amor. Tamino é um jovem príncipe que logo se apaixona pela bela princesa Pamina, misteriosamente encerrada num castelo. Porém, para a encontrar e também para merecer o seu amor ele vai ter de passar numa série de provas; mas Tamino é corajoso e a aventura não lhe mete medo!
Papageno, um simples e divertido passarinheiro, ingénuo e com o bom senso de uma eterna criança, embora não seja dotado com a mesma coragem, acompanha Tamino nessa aventura, com a esperança de também ele poder vir a encontrar a sua Papagena!
São estes dois amigos, com personalidades tão diferentes, mas com um mesmo sonho, o de encontrar o Amor e a Felicidade, que juntos, e também com a ajuda de uma caixinha de música e da Flauta Mágica, vão conseguir enfrentar alguns perigos e sair vencedores de situações e provas inimagináveis...
Tamino e Papageno são dois amigos, prontos para deixar a adolescência e entrar na idade da razão e do amor. Tamino é um jovem príncipe que logo se apaixona pela bela princesa Pamina, misteriosamente encerrada num castelo. Porém, para a encontrar e também para merecer o seu amor ele vai ter de passar numa série de provas; mas Tamino é corajoso e a aventura não lhe mete medo!
Papageno, um simples e divertido passarinheiro, ingénuo e com o bom senso de uma eterna criança, embora não seja dotado com a mesma coragem, acompanha Tamino nessa aventura, com a esperança de também ele poder vir a encontrar a sua Papagena!
São estes dois amigos, com personalidades tão diferentes, mas com um mesmo sonho, o de encontrar o Amor e a Felicidade, que juntos, e também com a ajuda de uma caixinha de música e da Flauta Mágica, vão conseguir enfrentar alguns perigos e sair vencedores de situações e provas inimagináveis...
Sessões: 3ª: 11h00; 4ª-6ª: 11h00 / 15h00; Sab-Dom:
15h00
Rua Manuel Soares Guedes, nº 13 A, Teatro Bocage
Tel.: 214788120 / 917603039 / 912449909 (reservas)
«A Menina Que Detestava Livros» - pelo Umbigo, Produção Umbigo
Companhia de Teatro, a partir de Manjusha Pawagi (texto) e Leanne Franson
(ilustrações), dramaturgia e encenação de Rogério Paulo, música de Rita Santana,
Rogério Paulo e apoio de Tiago Gonçalves, cenografia pelo umbigo, criação de
figurinos pelo umbigo e Joana Tavares, sonoplastia de Rogério Paulo, desenho de
luz pelo umbigo e interpretação de André Cruz, Ricardo Barceló, Rita Santana e
Rogério Paulo.
Esta é a história de Mina, uma menina que vive rodeada de livros em casa, mas que detesta ler. Max, o seu gato, também não suporta livros, e no dia em que faz cair uma pilha deles, vários personagens começam a sair do interior dos livros, obrigando Mina a lê-los, para os devolver às suas páginas. Depois disto, será que Mina continuará a detestar livros? O André, o Ricardo, a Rita e o Rogério adoram ler, não fosse assim e não conseguiriam realizar este espetáculo. Concebido para interagir com as crianças, visualmente atrativo, com o uso de marionetas e teatro de sombras, juntamente com o humor e dinâmica existentes, convida a um momento de entretenimento e diversão para todas as idades.
Esta é a história de Mina, uma menina que vive rodeada de livros em casa, mas que detesta ler. Max, o seu gato, também não suporta livros, e no dia em que faz cair uma pilha deles, vários personagens começam a sair do interior dos livros, obrigando Mina a lê-los, para os devolver às suas páginas. Depois disto, será que Mina continuará a detestar livros? O André, o Ricardo, a Rita e o Rogério adoram ler, não fosse assim e não conseguiriam realizar este espetáculo. Concebido para interagir com as crianças, visualmente atrativo, com o uso de marionetas e teatro de sombras, juntamente com o humor e dinâmica existentes, convida a um momento de entretenimento e diversão para todas as idades.
Sessões: Dom: 11h00
«Os Três Porquinhos» - pelo Teatro Bocage, Produção Companhia do
Teatro Bocage, com texto e encenação de Leone de Lacerda, interpretação de
Afonso Araújo, Tiago Peralta e Zé Pedro Ramos, cenografia de Zé Pedro Ramos,
figurinos de Leone de Lacerda, desenho de luz e som de Tiago Peralta, operação
de luz e som de Fábio Ventura.
O lobo mau desapareceu! Na floresta, os porquinhos vivem felizes e descansados. Os anos passaram e o lobo mau tornou-se um mito. E agora, quem tem medo do lobo mau?
A nova geração de porquinhos tem outras preocupações, só pensa em festas, doces e novas tecnologias.
Mas será que o lobo mau desapareceu de vez? Ou está mais esperto e matreiro, à espera do momento certo para atacar?
Esta é a nova geração, estes são os porquinhos dos nossos dias, com um lobo muito sofisticado à mistura. Juntos levam-nos numa viagem repleta de aventuras e acção, onde prevalece a amizade e a tolerância.
O lobo mau desapareceu! Na floresta, os porquinhos vivem felizes e descansados. Os anos passaram e o lobo mau tornou-se um mito. E agora, quem tem medo do lobo mau?
A nova geração de porquinhos tem outras preocupações, só pensa em festas, doces e novas tecnologias.
Mas será que o lobo mau desapareceu de vez? Ou está mais esperto e matreiro, à espera do momento certo para atacar?
Esta é a nova geração, estes são os porquinhos dos nossos dias, com um lobo muito sofisticado à mistura. Juntos levam-nos numa viagem repleta de aventuras e acção, onde prevalece a amizade e a tolerância.
Sessões: Sab: 16h00
Largo de Santos, 2, Teatro Cinearte
Tel.: 213965360
«As Aventuras Maravilhosas de Salta Pocinhas», a partir de
Aquilino Ribeiro, Produção Teatro A Barraca, a partir de "Romance da Raposa" de
Aquilino Ribeiro, com criação de Rita Lello e interpretação de Carolina
Parreira, Vânia Naia, Adérito Lopes, Sérgio Moras e Ruben Garcia.
No espaço mágico da floresta vemos crescer a raposa e acompanhamos a sua vida atribulada em harmonia com as leis da poesia e da ciência natural.
Acompanhados pela banda sonora original composta para uma orquestra de sete instrumentos, o espetáculo propõe uma viagem pela natureza e por uma sociedade que se rege por leis que não a mutilam nem a destroem.
No espaço mágico da floresta vemos crescer a raposa e acompanhamos a sua vida atribulada em harmonia com as leis da poesia e da ciência natural.
Acompanhados pela banda sonora original composta para uma orquestra de sete instrumentos, o espetáculo propõe uma viagem pela natureza e por uma sociedade que se rege por leis que não a mutilam nem a destroem.
Sessões: Sab: 16h00
Rua Freitas Reis, 25, Teatro Helena Maria Torrado (Espaço Teatro
Confluência)
Tel.: 913439938 / 439592
«Capuchinho Encarnado, Nem Todos os Lobos São Maus» - pela
Byfurcação, Produção Byfurcação, com texto original pela bYfurcação teatro, numa
adaptação do conto tradicional "Capuchinho Vermelho", dramaturgia e direção de
Paulo Cintrão, interpretação de Fábio Ventura, Paulo Cintrão e Ricardo Soares,
música original de Nuno Cintrão, cenografia e figurinos de Paulo Gonçalves,
luminotecnia e montagem de Nuno Gomes, ilustração de Alex Gozblau, operação de
som de Nuno Gomes.
Neste espetáculo invertemos o que já toda a gente sabe. E se o Capuchinho não for apenas a doce criança que leva bolinhos à avó, que está doente? E se esta criança for um menino mal-educado e rezingão? E se o nosso lobo for apenas um apreciador de boa música e gostar de dançar por entre as árvores?
Nesta nossa estória, um rapazinho vai fazer de Capuchinho no teatro da sua escola, e o seu avô tem três bilhetes para assistir ao espetáculo. No caminho da floresta, pede ajuda a um animal que lá habita, e que só por acaso é o lobo. Será que o lobo o vai ajudar?
Neste espetáculo invertemos o que já toda a gente sabe. E se o Capuchinho não for apenas a doce criança que leva bolinhos à avó, que está doente? E se esta criança for um menino mal-educado e rezingão? E se o nosso lobo for apenas um apreciador de boa música e gostar de dançar por entre as árvores?
Nesta nossa estória, um rapazinho vai fazer de Capuchinho no teatro da sua escola, e o seu avô tem três bilhetes para assistir ao espetáculo. No caminho da floresta, pede ajuda a um animal que lá habita, e que só por acaso é o lobo. Será que o lobo o vai ajudar?
Sessões: Sab: 16h00; Dom: 11h30
Rua Serpa Pinto, 14, Teatro Rápido
Tel.: 213479138
«Pequenas propostas para Ti # Maior», de Criação Coletiva,
Produção Crescer Teatrando, com Criação coletiva, encenação de Yola Pinto,
interpretação de Carla Carreiro Mendes e Tiago Ortis, espaço sonoro de Pedro
Moura e desenho de luz de Paulo Santos.
Dois atores partem pela mão de uma coreógrafa à descoberta daquilo que poderia à partida interessar apenas aos mais crescidos.
Com uma forte fisicalidade e noção do corpo como a "nossa ferramenta primeira" propõem neste espetáculo uma viagem multifacetada e inspirada no universo de Calvino, adaptada ao imaginário do público infantojuvenil.
Histórias portáteis, filosofias de bolso, e um cheirinho de ciência abrem o caminho a novas possibilidades de ver e sentir o que nos rodeia.
Leveza, Rapidez, Exatidão, Visibilidade, Multiplicidade, Começar e Acabar, são os temas sugeridos e que dão o acorde-chave a este exercício de pensar o mundo.
Dois atores partem pela mão de uma coreógrafa à descoberta daquilo que poderia à partida interessar apenas aos mais crescidos.
Com uma forte fisicalidade e noção do corpo como a "nossa ferramenta primeira" propõem neste espetáculo uma viagem multifacetada e inspirada no universo de Calvino, adaptada ao imaginário do público infantojuvenil.
Histórias portáteis, filosofias de bolso, e um cheirinho de ciência abrem o caminho a novas possibilidades de ver e sentir o que nos rodeia.
Leveza, Rapidez, Exatidão, Visibilidade, Multiplicidade, Começar e Acabar, são os temas sugeridos e que dão o acorde-chave a este exercício de pensar o mundo.
Sessões: Sab-Dom: 11h30 / 11h55 / 12h20
Teatro Villaret
Rua Luciano Cordeiro 9, Edifício Pirâmide, Auditório Municipal Lourdes
Norberto (Linda-a-Velha)
Tel.: 214408411
«A Quinta do Ti Julião», de Fernando Tavares Marques, Produção
Intervalo - Grupo de Teatro, com texto de Fernando Tavares Marques,
interpretação de Adriana Rocha, Diogo Santos, Fábio Reis, Fernando Tavares
Marques, João José Castro, João Pinho, Miguel de Almeida, música, orquestração e
direção musical das cancões de Luís Macedo, letras das canções de Fernando
Tavares Marques, figurinos e execução de guarda-roupa de Graça Rodrigues,
cenografia de Carlos Paiva, João Barros, operador de som e luz de Fernando Dias,
coreografia de Ana Rita Trindade, encenação de Fernando Tavares
Marques.
Numa quinta onde animais e seres humanos convivem pacificamente, a possibilidade de mudança na direção da quinta põe em relevo as qualidades e ambições de cada um. Felizmente, a esses desejos vai sobrepor-se a consciência coletiva da necessidade de defender a natureza como bem essencial na vida de todos: a floresta, a água, o espaço livre e o ar que respiram é mais importante que as ambições de cada um.
Numa quinta onde animais e seres humanos convivem pacificamente, a possibilidade de mudança na direção da quinta põe em relevo as qualidades e ambições de cada um. Felizmente, a esses desejos vai sobrepor-se a consciência coletiva da necessidade de defender a natureza como bem essencial na vida de todos: a floresta, a água, o espaço livre e o ar que respiram é mais importante que as ambições de cada um.
Sessões: 3ª: 16h00
Rua de Angola - Olival de Basto, Centro Cultural da Malaposta
Tel.: 219383100
«Os Maias», adaptado por Norberto Barroca, Espetáculo com texto de
Eça de Queirós, adaptação de Norberto Barroca, encenação de Jorge Estreia,
interpretação por Alunos de Escolas Secundárias e Faculdades.
Lisboa, 1875. Ao serão, no interior da casa dos Maias, conhecida como Ramalhete, reúnem-se alguns distintos representantes da sociedade da época: da intelligentsia à alta burguesia lisboeta, até alguns políticos do constitucionalismo regenerador. Lá estavam, entre outros, João da Ega, amigo incondicional de Carlos da Maia, sagaz e polémico, sempre crítico da mediocridade nacional. Ou ainda Craft, com quem, nessa mesma noite, Carlos da Maia acabaria por negociar uma quinta, nos Olivais. Ou ainda Dâmaso Salcede, pretensioso e burlesco que revelaria, eufórico, como uma das suas recentes conquistas, a aproximação de Maria Eduarda de Castro Gomes, o que não deixara de provocar uma ainda inexplicável irritação a Carlos da Maia. A sólida presença de Afonso da Maia, patriarca da família, constitui, para todos, um valor de referência.
Lisboa, 1875. Ao serão, no interior da casa dos Maias, conhecida como Ramalhete, reúnem-se alguns distintos representantes da sociedade da época: da intelligentsia à alta burguesia lisboeta, até alguns políticos do constitucionalismo regenerador. Lá estavam, entre outros, João da Ega, amigo incondicional de Carlos da Maia, sagaz e polémico, sempre crítico da mediocridade nacional. Ou ainda Craft, com quem, nessa mesma noite, Carlos da Maia acabaria por negociar uma quinta, nos Olivais. Ou ainda Dâmaso Salcede, pretensioso e burlesco que revelaria, eufórico, como uma das suas recentes conquistas, a aproximação de Maria Eduarda de Castro Gomes, o que não deixara de provocar uma ainda inexplicável irritação a Carlos da Maia. A sólida presença de Afonso da Maia, patriarca da família, constitui, para todos, um valor de referência.
Sessões: 6ª-Sab: 21h30; Dom: 16h00
«Do Céu Caiu um Anjinho», de Fernando Gomes, Produção Teatro do
Noroeste - Centro Dramático de Viana, com texto de Fernando Gomes.
"Do céu caiu um anjinho!" começa no dia em que o senhor Lopes percebe que não pode continuar a viver assim... Está perdidamente enamorado de Fátima, uma simpática mulher que tal como ele, anseia refazer a sua vida, já que a sorte não a bafejou no passado!
Os velhos também podem namorar e tal como diz uma canção "um pouquito de amor faz sempre falta" mas o senhor Lopes está consciente de que vai ser difícil ter a aprovação da filha... A não ser que também ela encontre alguém que lhe quebre o gelo e por quem ela se apaixone.
É então que o desesperado pai se lembra de um ardiloso plano para conseguir levar a água ao seu moinho e também matar dois coelhos de uma só cajadada: casar a filha e ficar livre para amar. Mas com o ?feitiozinho? que ela tem... Só mesmo se do céu cair um anjinho!
"Do céu caiu um anjinho!" começa no dia em que o senhor Lopes percebe que não pode continuar a viver assim... Está perdidamente enamorado de Fátima, uma simpática mulher que tal como ele, anseia refazer a sua vida, já que a sorte não a bafejou no passado!
Os velhos também podem namorar e tal como diz uma canção "um pouquito de amor faz sempre falta" mas o senhor Lopes está consciente de que vai ser difícil ter a aprovação da filha... A não ser que também ela encontre alguém que lhe quebre o gelo e por quem ela se apaixone.
É então que o desesperado pai se lembra de um ardiloso plano para conseguir levar a água ao seu moinho e também matar dois coelhos de uma só cajadada: casar a filha e ficar livre para amar. Mas com o ?feitiozinho? que ela tem... Só mesmo se do céu cair um anjinho!
Sessões: 5ª-Sab: 21h30; Dom: 16h00
«ZEN ou o Sexo em Paz», de Dário Fo, Franca Rame e Jocopo Fo, «ZEN
ou o Sexo em paz» dos italianos Dario Fo, dramaturgo e recente Prémio Nobel da
Literatura, e de Franca Rame, sua mulher, é uma comédia em forma de conferência,
que analisa, utilizando um riso crítico e devastador, a falta de uma verdadeira
educação sexual, numa sociedade hipocritamente puritana, para quem o sexo é
ainda tabu.
Uma conferencista dirige-se ao público, numa intervenção em que frequentemente interage com este, para falar, partindo de pequenos factos do dia a dia, de temas tão candentes e pertinentes como "Os pais e o sexo", "A minha primeira experiência sexual", "A menstruação", "A virgindade", "Lição de Orgasmo", "Toda a verdade sobre os homens", "A impotência", "Os rapazes e as suas inseguranças", etc.
Uma conferencista dirige-se ao público, numa intervenção em que frequentemente interage com este, para falar, partindo de pequenos factos do dia a dia, de temas tão candentes e pertinentes como "Os pais e o sexo", "A minha primeira experiência sexual", "A menstruação", "A virgindade", "Lição de Orgasmo", "Toda a verdade sobre os homens", "A impotência", "Os rapazes e as suas inseguranças", etc.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 15h00 (escolas)
Rua Rio Cávado 3 A - Bairro Padre Cruz, Centro Cultural de Carnide
Tel.: 217122040 / 936140727
«O Corvo e a Raposa» - pelo Lua Cheia, Produção: Lua Cheia -
teatro para todos, com Interpretação de Ana Enes e Maria João Trindade.
Ele é o vaidoso ingénuo, que se deixa enganar! Ela é uma matreira sem escrúpulos que usa a esperteza! Uma bem conhecida fábula De La Fontaine.
Ele é o vaidoso ingénuo, que se deixa enganar! Ela é uma matreira sem escrúpulos que usa a esperteza! Uma bem conhecida fábula De La Fontaine.
Sessões: 16h00
Rua Costa Castelo, nº1 e 7, Chapitô
Tel.: 218855550
«Macbeth», de William Shakespeare - pela Companhia do Chapitô,
Produção Companhia Chapitô, com texto de William Shakespeare, criação colectiva,
encenação de John Mowat, assistência de encenação de José Carlos Garcia,
interpretação de Jorge Cruz, Ricardo Peres e Tiago Viega.
O que é que oculta um kilt?
Barão?
Pois barão duas vezes!!
Fá-lo Rei!
Como?
Por trás de um grande homem...
Uma Lady?
Será ele capaz?
Sim...eles fazem tudo!! Até cavam o seu próprio destino!
Acreditam em bruxas?
Mas o que é que isto tem a ver com o Kilt?
Já vão ver!!
Era uma vez um Rei...
"Macbeth" uma tragédia de William Shakespeare inadaptada pela Companhia do Chapitô.
O que é que oculta um kilt?
Barão?
Pois barão duas vezes!!
Fá-lo Rei!
Como?
Por trás de um grande homem...
Uma Lady?
Será ele capaz?
Sim...eles fazem tudo!! Até cavam o seu próprio destino!
Acreditam em bruxas?
Mas o que é que isto tem a ver com o Kilt?
Já vão ver!!
Era uma vez um Rei...
"Macbeth" uma tragédia de William Shakespeare inadaptada pela Companhia do Chapitô.
Sessões: 5ª-Dom: 22h00
Rua da Esperança, nº 146 - Convento das Bernardas, Museu da Marioneta -
Convento das Bernardas
Tel.: 213942810
«A Cerejeira da Lua», de António Torrado, 25ª Produção Lua Cheia
Teatro Para Todos, com texto de António Torrado, encenação de Maria João
Trindade, assistência de encenação de Maria d'Almeida, música de Cristiano
Barata, direcção vocal de Maria João Serrão, cenografia, marionetas e figurinos
de Marta Fernandes da Silva, interpretação e manipulação de Ana Enes e Maria
João Trindade, video e manipulação de imagem por Marta Fernandes da Silva e
desenho de luz de Sérgio Falcão.
O jovem imperador Meng-Uóng alimenta um desejo secreto: quer ir à Lua.
Tien-o-Tzé, aio e mestre do imperador, adivinha-lhe o desejo e procura concretizá-lo.
Tentam vários meios. Primeiro equilibrados num raio de luar.
Depois suspensos na corda presa a uma seta que o exímio archeiro Hau-Ngai lança. Finalmente, o sonho do imperador de ir à Lua concretiza-se no puro acto da imaginação: fechando os olhos e agarrando o bordão de cerejeira.
A cerejeira da Lua, confrontam-nos com a sabedoria oriental em torno da dimensão humana e da importância do sonho.
O jovem imperador Meng-Uóng alimenta um desejo secreto: quer ir à Lua.
Tien-o-Tzé, aio e mestre do imperador, adivinha-lhe o desejo e procura concretizá-lo.
Tentam vários meios. Primeiro equilibrados num raio de luar.
Depois suspensos na corda presa a uma seta que o exímio archeiro Hau-Ngai lança. Finalmente, o sonho do imperador de ir à Lua concretiza-se no puro acto da imaginação: fechando os olhos e agarrando o bordão de cerejeira.
A cerejeira da Lua, confrontam-nos com a sabedoria oriental em torno da dimensão humana e da importância do sonho.
Sessões: 3ª-6ª: 10h30 / 14h30 (escolas); Sab: 16h00; Dom:
11h00
Praça de Espanha, Teatro Aberto
Tel.: 213880089
«Há Muitas Razões Para Uma Pessoa Querer Ser Bonita», de Neil
LaBute, Produção Teatro Aberto, com versão de João Lourenço e Vera San Payo de
Lemos, a partir do original "Reazons to be Pretty" de Neil LaBute, dramaturgia
de Vera San Payo de Lemos, encenação, realização vídeo e luz de João Lourenço,
cenário de António Casimiro e João Lourenço, figurinos de Dino Alves,
interpretação de Ana Guiomar, Jorge Corrula, Sara Prata e Tomás
Alves.
Rui gosta de Xana tal como ela é, mas Xana gostava que ele a achasse bonita. Daniel não resiste a uma bela rapariga e Carla queixa-se de ser demasiado atraente.
Será a aparência assim tão importante? Para se ter amor-próprio, conquistar o amor de alguém, obter sucesso, ser feliz?
Numa roda-viva de encontros e desencontros, verdades e mentiras, discute-se o ser e o parecer e o que se procura nesta vida, porque há razões, muitas razões, para uma pessoa querer ser bonita.
Rui gosta de Xana tal como ela é, mas Xana gostava que ele a achasse bonita. Daniel não resiste a uma bela rapariga e Carla queixa-se de ser demasiado atraente.
Será a aparência assim tão importante? Para se ter amor-próprio, conquistar o amor de alguém, obter sucesso, ser feliz?
Numa roda-viva de encontros e desencontros, verdades e mentiras, discute-se o ser e o parecer e o que se procura nesta vida, porque há razões, muitas razões, para uma pessoa querer ser bonita.
Sessões: 4ª-Sab: 21h30; Dom: 16h00
Largo de Santos, 2, Teatro Cinearte
Tel.: 213965360
«Por Amor de Deus!», de Hélder Costa, Produção Grupo de Ação
Teatral "A Barraca", com texto, encenação e dramaturgia de Hélder Costa,
interpretação de João D'Avila, luminotecnia e operação de som de Paulo Vargues,
figurinos de Iracy Ramos.
Com humor, perguntas e respostas oportunas e actuais, surge um debate entre Deus e um simples mortal.
Um mortal tão simples, que nem é crente, nem é ateu.
É somente um ser que do pó veio e ao pó há - de voltar. Mas é um ser curioso e tem a rara e única oportunidade de pôr algumas questões a Deus, que lhe responde com bonomia, bastante paciência e afectividade.
E, no entanto, não deixa de aparecer a "fúria divina" quando Deus se indigna e denuncia as malfeitorias que a espécie humana sempre praticou em seu nome.
Finalmente, entre muitas outras coisas, o homem aprende que "acreditar num Deus cruel torna o homem cruel".
Com humor, perguntas e respostas oportunas e actuais, surge um debate entre Deus e um simples mortal.
Um mortal tão simples, que nem é crente, nem é ateu.
É somente um ser que do pó veio e ao pó há - de voltar. Mas é um ser curioso e tem a rara e única oportunidade de pôr algumas questões a Deus, que lhe responde com bonomia, bastante paciência e afectividade.
E, no entanto, não deixa de aparecer a "fúria divina" quando Deus se indigna e denuncia as malfeitorias que a espécie humana sempre praticou em seu nome.
Finalmente, entre muitas outras coisas, o homem aprende que "acreditar num Deus cruel torna o homem cruel".
Sessões: Dom: 16h00
Os Improváveis & convidados, Espetáculo de teatro cómico
improvisado com a participação dos atores André Nunes, Pedro Borges, Marta
Borges e convidados para momentos de Improviso memoráveis.
Sessões: 22h00
«Make Love Not War», a partir de Aristófanes, Produção Grupo de
Acção Teatral "A Barraca", a partir da "Lisístrata" de Aristófanes, com
adaptação, encenação e dramaturgia de Hélder Costa, interpretação de Maria do
Céu Guerra, Rita Fernandes, Vânia Naia, Marta Soares, Carolina Parreira, Adérito
Lopes, Sérgio Moras, João Silvestre e participação dos alunos do Curso
Profissional de Artes do Espectáculo - Interpretação / IDS, luminotecnia de
Fernando Belo e operação de som de Ricardo Santos.
Nessa peça, o dramaturgo e sátiro Grego inventa (ou cita?), a luta das mulheres contra a guerra decretando a "greve do sexo". E a história tem um fim duplamente feliz : terminam as hostilidades fratricidas do povo Grego e reencontram-se ou aparecem novas paixões.
Nessa peça, o dramaturgo e sátiro Grego inventa (ou cita?), a luta das mulheres contra a guerra decretando a "greve do sexo". E a história tem um fim duplamente feliz : terminam as hostilidades fratricidas do povo Grego e reencontram-se ou aparecem novas paixões.
Sessões: 6ª: 21h30
Rua da Escola Politécnica, Teatro da Politécnica
Tel.: 213420136
«Palácio do Fim», de Judith Thompson, Produção Artistas Unidos,
com texto de Judith Thompson, tradução de Pedro Marques, interpretação de
António Filipe, Maria José Paschoal e Ana Lázaro, cenografia e figurinos de Rita
Lopes Alves, luz de Pedro Domingos, encenação de Pedro Carraca.
Sessões: 3ª-4ª: 19h00; 5ª-6ª: 21h00; Sab: 16h00 /
21h00
Rua Luz Soriano, 63, Teatro do Bairro
Tel.: 213473358
«Caveman: Mim Caçar, Tu Colher!», a partir de Rob Becker (I), Peça
adaptada a partir do texto "Defending the Caveman", do norte-americano Rob
Becker, com encenação de António Pires, tradução de Felipa Mourato, cenografia
de Artur Pinheiro, figurinos de Isabel Carmona, desenho de luz de Vasco Letria e
interpretação de Manuel Marques ou Luís Filipe Borges.
"Caveman" é uma comédia sobre as relações entre homens e mulheres, sendo o espectáculo a solo que mais tempo se manteve em cena na história da Broadway!!! "Caveman" explica de um modo divertido as diferenças entre sexos. Em cada cena você vai reconhecer um bocadinho de si ou, pelo menos, do seu parceiro. Porque é que os homens fazem uma correria pelas lojas quando querem comprar roupa? Porque é que as conversas entre homens se resumem aos últimos resultados do futebol e envolvem a produção de sons primitivos?
"Caveman" é uma comédia sobre as relações entre homens e mulheres, sendo o espectáculo a solo que mais tempo se manteve em cena na história da Broadway!!! "Caveman" explica de um modo divertido as diferenças entre sexos. Em cada cena você vai reconhecer um bocadinho de si ou, pelo menos, do seu parceiro. Porque é que os homens fazem uma correria pelas lojas quando querem comprar roupa? Porque é que as conversas entre homens se resumem aos últimos resultados do futebol e envolvem a produção de sons primitivos?
Sessões: 3ª: 22h00
«Morreste-me», de José Luís Peixoto, Adaptação e encenação de
Cátia Ribeiro e Sandra Barata Belo, a partir do texto de carácter biográfico de
José Luís Peixoto, com interpretação de Sandra Barata Belo.
Dentro de um espaço fictício onde tudo se mistura, algures no Alentejo, encontramos o coração de uma menina, de uma mulher, a quem foi tirada uma das suas bases. O pai. Encontramos assim num tempo confuso pós perda, pedaços ligados ou desfeitos ou refeitos de uma vida partilhada. O objetivo desta travessia será o de recolher lembranças para fechar a casa e seguir caminho. Mas como será construída tamanha viagem?
Dentro de um espaço fictício onde tudo se mistura, algures no Alentejo, encontramos o coração de uma menina, de uma mulher, a quem foi tirada uma das suas bases. O pai. Encontramos assim num tempo confuso pós perda, pedaços ligados ou desfeitos ou refeitos de uma vida partilhada. O objetivo desta travessia será o de recolher lembranças para fechar a casa e seguir caminho. Mas como será construída tamanha viagem?
Sessões: 6ª-Sab: 21h00; Dom: 17h00
Rua Tenente Raúl Cascais, 1-A, Teatro do Bairro Alto
Tel.: 21-3961515
«O Estado do Bosque», de José Tolentino de Mendonça, Produção
Teatro da Cornucópia, com texto de José Tolentino de Mendonça, encenação de Luis
Miguel Cintra, cenário e figurinos de Cristina Reis, iluminação de Luis Miguel
Cintra e Cristina Reis com Rui Seabra, som de Joaquim Pinto e Nuno Leonel com
Rui Seabra, interpretação de David Granada, Luis Miguel Cintra, Nuno Nunes e
Vera Barreto.
Há um bosque. Há um cego que é o único que pode guiar os outros na travessia do bosque: John Wolf. Há o destino que pensava vencer o cego. Há um homem de meia idade e um homem mais novo que acabam por atravessar o bosque com o cego. Há uma rapariga que fica de fora: Vivianne Mars. John Wolf reza outra versão da ?oração que Deus nos ensinou?. A poesia passa a ser teatro e o teatro poesia. Na floresta das metáforas.
Há um bosque. Há um cego que é o único que pode guiar os outros na travessia do bosque: John Wolf. Há o destino que pensava vencer o cego. Há um homem de meia idade e um homem mais novo que acabam por atravessar o bosque com o cego. Há uma rapariga que fica de fora: Vivianne Mars. John Wolf reza outra versão da ?oração que Deus nos ensinou?. A poesia passa a ser teatro e o teatro poesia. Na floresta das metáforas.
Sessões: 3ª-Sab: 21h00; Dom: 16h00
Rua Dr. José Joaquim de Almeida, nº2, Edifício Parque Oceano, estrada
Marginal, Santo Amaro de Oeira
Tel.: 213020003
«Escola de Heróis II», de Marco Medeiros, Produção Teatro
Independente de Oeiras / Pancada, com ideia original de Carlos d'Almeida
Ribeiro, texto de Marco Medeiros, encenação e direção de actores de Carlos
d'Almeida Ribeiro, assistente de encenação: Marcelle Souza, música de Lourenço
Henriques e Emanuel, coreografia de Nelson Lucas, cenografia de Carlos d'Almeida
Ribeiro, adereços cenográficos de Bruno Vicente, figurinos de Catarina Pereira,
desenho de luz de Michelle Sancho e Carlos d'Almeida Ribeiro, pperação de luz
por Michelle Sancho, operação de som e vídeo por Carlos Neves, interpretação de
Patricia Adão Marques, Tatiana Pereira, Nuno Bernardo, Raquel Viegas e Tiago
d'Assunção.
Eles estão de volta.
Os 3 jovens, agora já heróis formados, regressam à Escola para ajudar novamente a salvar o Planeta Terra da terrível Branca de Neve Cooporation.
Desta vez a Branca de Neve decidiu inundar os Oceanos com uma imensa mancha de petróleo.
Mas os nossos heróis estão prontos para provar que a coragem e determinação são elementos dificilmente derrubados.
Serão eles capazes de impedir novamente a Branca de Neve Cooporation de concluir o seu maléfico plano?
Não perca a Escola de Heróis II.
Eles estão de volta.
Os 3 jovens, agora já heróis formados, regressam à Escola para ajudar novamente a salvar o Planeta Terra da terrível Branca de Neve Cooporation.
Desta vez a Branca de Neve decidiu inundar os Oceanos com uma imensa mancha de petróleo.
Mas os nossos heróis estão prontos para provar que a coragem e determinação são elementos dificilmente derrubados.
Serão eles capazes de impedir novamente a Branca de Neve Cooporation de concluir o seu maléfico plano?
Não perca a Escola de Heróis II.
Sessões: Sab-Dom: 15h30
Travessa do Salitre - Parque Mayer, Teatro Maria Vitória
Tel.: 213475454 / 213470468
«Humor Com Humor Se Paga», de Mário Raínho, Carlos Mendonça e
Flávio Gil, Produção de Hélder Freire Costa com autoria de Mário Raínho, Carlos
Mendonça e Flávio Gil, música de José Cabeleira, Carlos Dionísio e Pedro Lima,
encenação e direção de Mário Raínho, cenografia de Avelino do Carmo, figurinos
de Carlos Mendonça, coreografia de Marco de Camilis e interpretação de Paulo
Vasco, Melânia Gomes, David Ventura, Ana Marta (Fadista), Flávio Gil, Èlia
Gonçalves, Mafalda Teixeira, Henrique Carvalho, Ana Sofia Gonçalves e Diogo
Costa.
Sessões: 5ª-6ª: 21h30; Sab-Dom: 16h30 / 21h30
Rua António Maria Cardoso, nº 54, Teatro Municipal São Luiz
Tel.: 213257650
«Ilhas», de Luís Castro, Produção Karnart C.P.O.A.A., a partir de
"As Ilhas Desconhecidas" de Raúl Brandão, com conceção, dramaturgia e direção de
Luís Castro, interpretação de André Santos, André Uerba, Bibi Perestrelo,
Filomena Cautela, Mónica Garcez, paisagem sonora de Adriano Filipe, narração de
Luís Castro e luminotecnia de Daniel Coimbra.
Na linha do premiado "Húmus" (dezembro, 2010), a KARNART apresenta nos Festivais Gil Vicente a sua mais recente criação de perfinst, "Ilhas", um espetáculo baseado na obra que Raul Brandão escreveu, em 1924, durante uma viagem de dois meses aos arquipélagos dos Açores e da Madeira. O neologismo perfinst - criado pela KARNART - flui entre as artes do palco e as artes visuais. Em "Ilhas", o público desloca-se entre zonas de representação simultânea escolhendo o que quer ver, encontrando o seu próprio sentido ao espetáculo.
Na linha do premiado "Húmus" (dezembro, 2010), a KARNART apresenta nos Festivais Gil Vicente a sua mais recente criação de perfinst, "Ilhas", um espetáculo baseado na obra que Raul Brandão escreveu, em 1924, durante uma viagem de dois meses aos arquipélagos dos Açores e da Madeira. O neologismo perfinst - criado pela KARNART - flui entre as artes do palco e as artes visuais. Em "Ilhas", o público desloca-se entre zonas de representação simultânea escolhendo o que quer ver, encontrando o seu próprio sentido ao espetáculo.
Sessões: 3ª-Sab: 21h00; Dom: 17h30
«Entrelinhas», de Tiago Rodigues, Produção Mundo Perfeito, com
cocriação de Tiago Rodrigues e Tónan Quito, texto de Tiago Rodigues e
interpretação de Tónan Quito.
Tiago Rodrigues já escreveu várias vezes para Tónan Quito. Agora tinha que escrever um texto para este ator interpretar no Teatro São Luiz mas, por motivos misteriosos, falhou todos os prazos. Foi então que uma série de acidentes, tão reais quanto literários, deu origem a "Entrelinhas".
Retrato da longa e enigmática relação entre o autor e o ator, esta peça é uma picareta a esburacar o muro que divide a realidade da ficção.
Tiago Rodrigues já escreveu várias vezes para Tónan Quito. Agora tinha que escrever um texto para este ator interpretar no Teatro São Luiz mas, por motivos misteriosos, falhou todos os prazos. Foi então que uma série de acidentes, tão reais quanto literários, deu origem a "Entrelinhas".
Retrato da longa e enigmática relação entre o autor e o ator, esta peça é uma picareta a esburacar o muro que divide a realidade da ficção.
Sessões: 23h30
Praça D. Pedro IV - Rossio, Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII)
Tel.: 213250835
«Condomínio da Rua», de Nuno Costa Santos, Produção TNDM II, com
texto e dramaturgia de Nuno Costa Santos, encenação de João Mota, interpretação
de João Grosso, José Neves, Lúcia Maria, Manuel Coelho, Maria Amélia Matta e
Paula Mora, cenografia de F. Ribeiro, desenho de luz de José Carlos Nascimento,
sonoplastia e assistência de encenação de Hugo Franco.
Este texto original, a partir de improvisações, aborda os caminhos do submundo do ser humano, os seus segredos e dilemas e traz a debate a questão da exclusão social, dos dramas pessoais daqueles que vivem na miséria ou dos sem-abrigo e excluídos e as suas implicações patológicas, familiares, culturais e sociais.
Este texto original, a partir de improvisações, aborda os caminhos do submundo do ser humano, os seus segredos e dilemas e traz a debate a questão da exclusão social, dos dramas pessoais daqueles que vivem na miséria ou dos sem-abrigo e excluídos e as suas implicações patológicas, familiares, culturais e sociais.
Sessões: 4ª-Sab: 21h00; Dom: 16h00
Rua Portas de Sto Antão, 109, Teatro Politeama
Tel.: 213430532
«Peter Pan - O Musical», de Filipe La Féria, Produção, texto,
direção, cenografia e figurinos de La Féria, música do Maestro Mário Rui,
direção vocal de Tiago Isidro e coreografia de Marco Mercier.
Peter Pan, o pequeno rapaz voador que se recusa a crescer e passa a vida a ter aventuras mágicas, vai ser o Musical para todas as crianças e adultos que La Féria vai estrear no Teatro Politeama em Lisboa.
Peter Pan é uma das mais belas e imortais histórias do imaginário que perdura há mais de um século como uma obra-prima, a maravilhosa história de um menino criado pelas fadas, que conseguia voar e vivia numa terra mágica Neverland ou Terra do Nunca como é conhecida nos países lusófonos, onde jamais envelhecia.
"Sempre que uma criança deixa de acreditar em fadas, há uma fada que morre"
É essa alegoria à imaginação e à criatividade, a esplêndida mensagem que faz de Peter Pan uma personagem universal e eterna.
Peter Pan, o pequeno rapaz voador que se recusa a crescer e passa a vida a ter aventuras mágicas, vai ser o Musical para todas as crianças e adultos que La Féria vai estrear no Teatro Politeama em Lisboa.
Peter Pan é uma das mais belas e imortais histórias do imaginário que perdura há mais de um século como uma obra-prima, a maravilhosa história de um menino criado pelas fadas, que conseguia voar e vivia numa terra mágica Neverland ou Terra do Nunca como é conhecida nos países lusófonos, onde jamais envelhecia.
"Sempre que uma criança deixa de acreditar em fadas, há uma fada que morre"
É essa alegoria à imaginação e à criatividade, a esplêndida mensagem que faz de Peter Pan uma personagem universal e eterna.
Sessões: 3ª-6ª: 11h00 / 14h00 (escolas); Sab-Dom:
15h00
Rua Serpa Pinto, 14, Teatro Rápido
Tel.: 213479138
«Café Improv» - pelo Teatro Anónimo, Produção Teatro Anónimo, com
criação de Keith Johnstone e Viola Spolin, interpretação de Duarte Grilo, Fábio
Sousa, Nuno Barbosa e Pedro Pereira, direção de Nuno Barbosa.
Absurdo, poético, único e divertido. Café Improv é... Bom, Café Improv é sobre o que o público quiser. Baseado em jogos de improviso criados por Viola Spolin e Keith Johnstone, o espetator é também autor do guião - atira palpites e ideias e decide o que quer ver. Em cima do palco, os atores criam cenas teatrais, no imediato e da forma mais fiel possível, a partir das sugestões da plateia. Sejam elas quais forem! É um espetáculo feito para vós, que vos sentais e opinais sobre o que quereis ver. A música é o fio condutor de toda a peça, mas, também ela nasce e morre a cada sessão. No final, sintam-se livres para levar o cenário convosco: além das gargalhadas, não há nada que transite para a próxima criação.
Absurdo, poético, único e divertido. Café Improv é... Bom, Café Improv é sobre o que o público quiser. Baseado em jogos de improviso criados por Viola Spolin e Keith Johnstone, o espetator é também autor do guião - atira palpites e ideias e decide o que quer ver. Em cima do palco, os atores criam cenas teatrais, no imediato e da forma mais fiel possível, a partir das sugestões da plateia. Sejam elas quais forem! É um espetáculo feito para vós, que vos sentais e opinais sobre o que quereis ver. A música é o fio condutor de toda a peça, mas, também ela nasce e morre a cada sessão. No final, sintam-se livres para levar o cenário convosco: além das gargalhadas, não há nada que transite para a próxima criação.
Sessões: 22h00
«Goodbye», de José Pinto Carneiro, Espetáculo com texto de José
Pinto Carneiro, dramaturgia de João Ricardo e Sofia Sá da Bandeira, encenação de
João Ricardo, interpretação de Sofia Sá da Bandeira, instalação cenográfica de
João Ricardo / SP Televisão e execução de figurinos de José Graça.
Uma mulher, mãe de dois filhos, que na sua última noite de férias no Algarve se deixa levar por um perspicaz jogo de sedução de um jovem rapaz, que a leva a reviver emoções adormecidas.
Uma mulher, mãe de dois filhos, que na sua última noite de férias no Algarve se deixa levar por um perspicaz jogo de sedução de um jovem rapaz, que a leva a reviver emoções adormecidas.
Sessões: 5ª-2ª: 18h15 / 18h40 / 19h05 / 19h30 / 19h55 /
20h20
«Onde é que julgas que vais», de Tiago Torres da Silva, Espetáculo
com autoria, encenação e cenografia de Tiago Torres da Silva, interpretação de
Fernanda Neves e João Passos.
Uma prostituta sente-se inexplicavelmente tocada pela gentileza de um cliente. Vivendo entre o sonho de um amor e a realidade da rua, a mulher não aceita dinheiro ao cliente que sente perder o controlo da situação. Gera-se então uma luta violenta pelo poder, onde amor, sexo, solidão, passado e futuro se misturam. No final, ambos perderam, ambos estão mais sós, mais tristes e têm de voltar ao seu quotidiano sem outra cúmplice que não seja a solidão.
Uma prostituta sente-se inexplicavelmente tocada pela gentileza de um cliente. Vivendo entre o sonho de um amor e a realidade da rua, a mulher não aceita dinheiro ao cliente que sente perder o controlo da situação. Gera-se então uma luta violenta pelo poder, onde amor, sexo, solidão, passado e futuro se misturam. No final, ambos perderam, ambos estão mais sós, mais tristes e têm de voltar ao seu quotidiano sem outra cúmplice que não seja a solidão.
Sessões: 5ª-2ª: 18h00 / 18h25 / 18h50 / 19h15 / 19h40 /
20h05
«Não Sou Eu, És Tu», de Ana Saragoça, Espetáculo com texto de Ana
Saragoça, encenação de Rosa Villa e interpretação de Hugo Costa Ramos e Rosa
Villa.
Em "Não Sou Eu, És Tu", é posta à prova a solidez de uma relação amorosa entre um homem jovem e uma mulher mais velha. Quem ama quem, quem deseja quem, quem foge de quem, quem usa quem? As aparências podem ser enganadoras...
Em "Não Sou Eu, És Tu", é posta à prova a solidez de uma relação amorosa entre um homem jovem e uma mulher mais velha. Quem ama quem, quem deseja quem, quem foge de quem, quem usa quem? As aparências podem ser enganadoras...
Sessões: 5ª-2ª: 18h05 / 18h30 / 18h55 / 19h20 / 19h45 /
20h10
«Goodbye», de José Pinto Carneiro, Espetáculo com texto de José
Pinto Carneiro, dramaturgia de João Ricardo e Cristina Areia, encenação de João
Ricardo, interpretação de Sofia Sá da Bandeira, instalação cenográfica de João
Ricardo / SP Televisão e execução de figurinos de José Graça.
Uma mulher, mãe de dois filhos, que na sua última noite de férias no Algarve se deixa levar por um perspicaz jogo de sedução de um jovem rapaz, que a leva a reviver emoções adormecidas.
Uma mulher, mãe de dois filhos, que na sua última noite de férias no Algarve se deixa levar por um perspicaz jogo de sedução de um jovem rapaz, que a leva a reviver emoções adormecidas.
Sessões: 5ª-2ª: 18h15 / 18h40 / 19h05 / 19h30 / 19h55 /
20h20
«Onde é que estavas quando te vi pela última vez», de Miguel
Graça, Espetáculo com texto de Miguel Graça e interpretação Lídia
Muñoz.
A ação desenrola-se num espaço abstrato onde uma jovem mulher aguarda que o homem perfeito se materialize ao seu lado, no momento em que ela tira uma fotografia. Até chegar a esse momento, ela vai inventando um passado dúbio para os dois ao mesmo tempo que as incertezas sobre o presente vão crescendo dentro dela.
A ação desenrola-se num espaço abstrato onde uma jovem mulher aguarda que o homem perfeito se materialize ao seu lado, no momento em que ela tira uma fotografia. Até chegar a esse momento, ela vai inventando um passado dúbio para os dois ao mesmo tempo que as incertezas sobre o presente vão crescendo dentro dela.
Sessões: 5ª-2ª: 18h20 / 18h45 / 19h10 / 19h35 / 20h00 /
20h25
Avenida da Liberdade 182-188, Teatro Tivoli BBVA
Tel.: 213572025 / 707234234 (reserva de bilhetes)
«Os Reis da Comédia», de Neil Simon, Espetáculo com texto de Neil
Simon, encenação de Adriano Luz, tradução de Ana Sampaio, cenografia, adereços e
figurinos de Zé Branco, desenho de luz de José Álvaro, música de João Loio e
interpretação de José Pedro Gomes, Rui Mendes, Jorge Mourato, Carla de Sá, Diogo
Leite e Rui de Sá.
A idade de ouro da comédia nacional é o tema de um programa especial de televisão. Com mais de 40 anos de carreira a fazer rir o país, a dupla Jacinto Leite e Alberto Cruz é presença imprescindível e todos aguardam a oportunidade de a rever numa das suas mais famosas rábulas.
Sem se falarem há 12 anos, é a custo que aceitam a ideia do reencontro pois, poucos sabem, não se suportam. Frente a frente, desenterram memórias e reacendem quezílias, para desespero de quem os rodeia e muitas gargalhadas para o público.
Um sucesso mundial, "Os Reis da Comédia" é uma peça assinada por Neil Simon, um dos mais importantes e premiados dramaturgos americanos contemporâneos.
A idade de ouro da comédia nacional é o tema de um programa especial de televisão. Com mais de 40 anos de carreira a fazer rir o país, a dupla Jacinto Leite e Alberto Cruz é presença imprescindível e todos aguardam a oportunidade de a rever numa das suas mais famosas rábulas.
Sem se falarem há 12 anos, é a custo que aceitam a ideia do reencontro pois, poucos sabem, não se suportam. Frente a frente, desenterram memórias e reacendem quezílias, para desespero de quem os rodeia e muitas gargalhadas para o público.
Um sucesso mundial, "Os Reis da Comédia" é uma peça assinada por Neil Simon, um dos mais importantes e premiados dramaturgos americanos contemporâneos.
Sessões: 5ª-Sab: 21h30; Dom: 17h00
«Viagem pelo Corpo Humano», de Ana Rangel, Espetáculo com texto de
Ana Rangel e encenação de Cláudio Ochman.
Um espetáculo divertido que contagia crianças e famílias. É um musical que relata a viagem pelo corpo humano da Maria. Estamos no dia em que se faz a árvore de Natal na casa da Maria! Zuleica, a sua gata de estimação, não cabe em si de contente. Ela adora brincar com a Maria, a sua melhor amiga, e quando a isso junta muitas fitas e bolas de natal, a festa é completa!!
Mas a Maria tarda em chegar a casa e quando chega, para preocupação de todos, percebemos que está doente. Está cheia de febre e sem qualquer força ou energia para brincar. Para lá da preocupação da mãe, Zuleica está desanimada e não percebe o que se está a passar com a sua dona querida...Este será apenas o ponto de partida para uma grande aventura! Como que por um "toque de magia" iremos percorrer o corpo da Maria, conhecer os seus caminhos, os seus órgãos, e todos os seus mistérios.
E é lá que vamos travar uma difícil luta com o vírus que teima em deixar a Maria doente. Numa viagem cheia de surpresas vamos aprender a conhecer melhor o corpo humano e a saber o que podemos fazer para torná-lo mais saudável.
Órgão a órgão, entre glóbulos brancos e glóbulos vermelhos, convidamos-te a conhecer uma história cheia de emoções onde o coração e a amizade acabam sempre por falar mais alto!!
Um espetáculo divertido que contagia crianças e famílias. É um musical que relata a viagem pelo corpo humano da Maria. Estamos no dia em que se faz a árvore de Natal na casa da Maria! Zuleica, a sua gata de estimação, não cabe em si de contente. Ela adora brincar com a Maria, a sua melhor amiga, e quando a isso junta muitas fitas e bolas de natal, a festa é completa!!
Mas a Maria tarda em chegar a casa e quando chega, para preocupação de todos, percebemos que está doente. Está cheia de febre e sem qualquer força ou energia para brincar. Para lá da preocupação da mãe, Zuleica está desanimada e não percebe o que se está a passar com a sua dona querida...Este será apenas o ponto de partida para uma grande aventura! Como que por um "toque de magia" iremos percorrer o corpo da Maria, conhecer os seus caminhos, os seus órgãos, e todos os seus mistérios.
E é lá que vamos travar uma difícil luta com o vírus que teima em deixar a Maria doente. Numa viagem cheia de surpresas vamos aprender a conhecer melhor o corpo humano e a saber o que podemos fazer para torná-lo mais saudável.
Órgão a órgão, entre glóbulos brancos e glóbulos vermelhos, convidamos-te a conhecer uma história cheia de emoções onde o coração e a amizade acabam sempre por falar mais alto!!
Sessões: 2ª-6ª: 11h00 / 14h30 (escolas); Sab:
16h00
Estrada de Benfica, nº 723 A, Teatro Turim
Tel.: 217606666 / 214025410
«As Bruxas de Oz», de Michel Simeão, Produção AM'ART - Associação
Cultural, com texto e encenação de Michel Simeão.
Pela primeira vez em Portugal é levado a cena um espectáculo inspirado num dos mais reputados musicais da Broadway da última década, "Wicked". A força da narrativa consagrou mundialmente esta produção teatral, que conta o que aconteceu antes da chegada de Dorothy à Terra de Oz. Pequenos e graúdos são transportados para a altura em que Victória e Penélope, (a Bruxa Boa do Norte e a Bruxa Má do Oeste), se tornaram as melhores amigas. Penélope é discriminada pelos colegas por ter a pele verde, já Victória é a aluna mais popular. A união entre as duas é muito improvável mas torna-se poderosa ao decidirem viajar até à Cidade Esmeralda, para pedirem ajuda ao Feiticeiro de Oz porque os animais estão a perder a capacidade de falar. No entanto, existe um Príncipe pelo qual ambas se vão apaixonar e que poderá pôr em causa o futuro desta amizade.
Humor, romance, emoção, drama, magia e uma estrutura verdadeiramente musical, são os ingredientes de uma história de amizade única que desmistifica o conceito de "bruxa má" e toca em temas tão actuais como o "bullying" ou os maus tratos aos animais.
Pela primeira vez em Portugal é levado a cena um espectáculo inspirado num dos mais reputados musicais da Broadway da última década, "Wicked". A força da narrativa consagrou mundialmente esta produção teatral, que conta o que aconteceu antes da chegada de Dorothy à Terra de Oz. Pequenos e graúdos são transportados para a altura em que Victória e Penélope, (a Bruxa Boa do Norte e a Bruxa Má do Oeste), se tornaram as melhores amigas. Penélope é discriminada pelos colegas por ter a pele verde, já Victória é a aluna mais popular. A união entre as duas é muito improvável mas torna-se poderosa ao decidirem viajar até à Cidade Esmeralda, para pedirem ajuda ao Feiticeiro de Oz porque os animais estão a perder a capacidade de falar. No entanto, existe um Príncipe pelo qual ambas se vão apaixonar e que poderá pôr em causa o futuro desta amizade.
Humor, romance, emoção, drama, magia e uma estrutura verdadeiramente musical, são os ingredientes de uma história de amizade única que desmistifica o conceito de "bruxa má" e toca em temas tão actuais como o "bullying" ou os maus tratos aos animais.
Sessões: Sab: 16h00; Dom: 11h00
«Talk to Me Like the Rain and Let Me Listen...», (a partir de)
Tennessee Williams, Produção Projetos Culturais Equilíbrio Verbal, a partir da
ideia de Tennessee Williams, com interpretação de Rita Frazão e Francisco
Sousa.
Dois mil e doze. Um Homem, uma Mulher. Almas citadinas. Vivem como dois amantes num pequeno apartamento em Lisboa. Amor noturno: imunes aos problemas da sociedade mantêm o hábito notívago. Entram numa espiral de fantasia e isolamento, fugindo dos problemas da vida. De forma simples e amargurada, que se reflete sobre toda a sua vida.
Dois mil e doze. Um Homem, uma Mulher. Almas citadinas. Vivem como dois amantes num pequeno apartamento em Lisboa. Amor noturno: imunes aos problemas da sociedade mantêm o hábito notívago. Entram numa espiral de fantasia e isolamento, fugindo dos problemas da vida. De forma simples e amargurada, que se reflete sobre toda a sua vida.
Sessões: 4ª-Sab: 21h30; Dom: 17h00
Nenhum comentário:
Postar um comentário