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Exposição de trabalhos recentes de pintura de autoria de Tomás Cunha
Ferreira.
Alecrim 50 - Arte Moderna e
Contemporânea
Rua do Alecrim, 48/50, Alecrim 50 - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213465258
Rua do Alecrim, 48/50, Alecrim 50 - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213465258
Sessões: 2ª-6ª: 11h00-19h00; Sab: 11h00-13h30 /
16h00-19h00
A Allarts Gallery para além das obras apresentadas nas diversas exposições
que promove, possui um extenso acervo de pintura contemporânea. Assim,
anualmente, realiza exposições colectivas intercalares com escolhas criteriosas
de obras do seu espólio, cujos autores vêm merecendo crescente reconhecimento
junto dos nossos clientes e coleccionadores.
A "VII Exposição de Pintura - Selecção Allarts Gallery" mostra trabalhos de vários pintores de diversos países que, pela originalidade e qualidade artística das obras que apresentam foram os mais apreciados e melhor referenciados nas exposições individuais de 2012.
A "VII Exposição de Pintura - Selecção Allarts Gallery" mostra trabalhos de vários pintores de diversos países que, pela originalidade e qualidade artística das obras que apresentam foram os mais apreciados e melhor referenciados nas exposições individuais de 2012.
Allarts Gallery - Lisboa
Rua da Misericórdia, nº 30, Allarts Gallery - Lisboa
Tel.: 217951034
Rua da Misericórdia, nº 30, Allarts Gallery - Lisboa
Tel.: 217951034
Sessões: 3ª-Sab: 10h00-19h00
Mónica de Miranda apresenta a exposição "Erosion", parte integrante do
projecto "Once Upon a Time", que propõe uma viagem visual para um lugar de
ficção tecida através de fragmentos biográficos. O seu imaginário liga três
continentes - África, Europa e América - formando um puzzle que aspira a compor
uma totalidade imaginada e desejada.
Appleton Square
Rua Acácio Paiva nº27 R/C, Appleton Square
Tel.: 210993660
Rua Acácio Paiva nº27 R/C, Appleton Square
Tel.: 210993660
Sessões: 3ª-Sab: 15h00-20h00
Nesta exposição intitulada "Chama Dupla" o artista Paulo Brighenti apresenta
um trabalho inédito de pintura, desenho, aguarela e objetos, em continuidade com
investigação que desenvolve sobre a luz e a cor. O espetáculo de circo no qual
se baseia o título da exposição, e que resulta do esforço de equilíbrio
permanente entre forças opostas, funciona como metáfora para uma reflexão sobre
a vida e a morte.
Baginski Contemporary
Photography
Rua Capitão Leitão, nº 51-53, Baginski Contemporary Photography
Tel.: 213970719
Rua Capitão Leitão, nº 51-53, Baginski Contemporary Photography
Tel.: 213970719
Sessões: 3ª-Sab: 11h00-19h00
Celebra-se este ano o tricentenário da publicação do Vocabulário Portuguez e
Latino de Rafael Bluteau (1638-1734). Relembram-se, nesta exposição, a figura e
a obra do seu autor e também o trabalho fecundo e criativo dos teatinos, seus
confrades, que inovaram os estudos linguísticos em Portugal, produzindo um
conjunto de obras inaugurais, no âmbito da gramática, da ortografia e da
lexicografia bilingue.
Além dos trabalhos publicados, recuperam-se nesta mostra obras inéditas e inacabadas, que se conservam manuscritas na Biblioteca Nacional, que se encontram ainda insuficientemente estudadas e que podem dar um apreciável contributo para a história da cultura portuguesa.
Além dos trabalhos publicados, recuperam-se nesta mostra obras inéditas e inacabadas, que se conservam manuscritas na Biblioteca Nacional, que se encontram ainda insuficientemente estudadas e que podem dar um apreciável contributo para a história da cultura portuguesa.
Biblioteca Nacional
Campo Grande, Nº 83, Biblioteca Nacional
Tel.: 217982000
Campo Grande, Nº 83, Biblioteca Nacional
Tel.: 217982000
Sessões: 2ª-6ª: 13h00-19h00; Sab: 10h00-17h00
Em todas as épocas da humanidade encontramos a representação de árvores,
flores e frutos. Elas aparecem nas paredes dos templos egípcios, nos relevos
assírios, nos vasos gregos, nas esculturas dos templos indianos, nas cerâmicas
da dinastia Ming, nas iluminuras e nos Livros de Horas medievais, nas gravuras
japonesas em madeira ou nas aguarelas inglesas.
As naturezas mortas aparecem no século XVII feitas pelos pintores holandeses logo seguidos pelos restantes pintores europeus. Cézanne, Picasso, Braque, Juan Gris, Fernand Léger, Miró ou Georgia O?Keefe pintaram excelentes naturezas mortas.
A natureza fascinou todos os artistas de todos os tempos. Renoir, Van Gogh, Cézanne, Manet, Monet, Seurat ou Matisse deixaram-nos obras maravilhosas.
"Hortus Botanicus", a exposição que vamos apresentar tem esse espírito, o fascínio pela flora de artistas dos nossos tempos.
Eduardo Viana, Joaquim Rodrigo, António Pedro, Rolando Sá Nogueira, Menez, Toshimitsu Imai, Lourdes de Castro, Niki de Saint Phalle, Bartolomeu Cid dos Santos, Nikias Skapinakis, Jean-Michel Folon, Eduardo Luiz, Jim Dine, José Rodrigues, José de Guimarães, Jorge Martins, Celeste Maia, David de Almeida, Hazel Karr, Fátima Vaz, Graça Morais, Miguel Rebelo, Urbano, Fátima Mendonça, Cristina Lamas, Joana Salvador, Jorge Santos, João Leonardo, Catarina Branco, Samuel Rama, Sofia Leitão, David Oliveira, Diogo Evangelista, João Francisco e Rui Pedro Jorge são os artistas que nos trazem obras feitas em diversas técnicas e materiais.
As naturezas mortas aparecem no século XVII feitas pelos pintores holandeses logo seguidos pelos restantes pintores europeus. Cézanne, Picasso, Braque, Juan Gris, Fernand Léger, Miró ou Georgia O?Keefe pintaram excelentes naturezas mortas.
A natureza fascinou todos os artistas de todos os tempos. Renoir, Van Gogh, Cézanne, Manet, Monet, Seurat ou Matisse deixaram-nos obras maravilhosas.
"Hortus Botanicus", a exposição que vamos apresentar tem esse espírito, o fascínio pela flora de artistas dos nossos tempos.
Eduardo Viana, Joaquim Rodrigo, António Pedro, Rolando Sá Nogueira, Menez, Toshimitsu Imai, Lourdes de Castro, Niki de Saint Phalle, Bartolomeu Cid dos Santos, Nikias Skapinakis, Jean-Michel Folon, Eduardo Luiz, Jim Dine, José Rodrigues, José de Guimarães, Jorge Martins, Celeste Maia, David de Almeida, Hazel Karr, Fátima Vaz, Graça Morais, Miguel Rebelo, Urbano, Fátima Mendonça, Cristina Lamas, Joana Salvador, Jorge Santos, João Leonardo, Catarina Branco, Samuel Rama, Sofia Leitão, David Oliveira, Diogo Evangelista, João Francisco e Rui Pedro Jorge são os artistas que nos trazem obras feitas em diversas técnicas e materiais.
CAMB - Centro de Arte Manuel de
Brito (Algés)
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, CAMB - Centro de Arte Manuel de Brito (Algés)
Tel.: 214111400
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, CAMB - Centro de Arte Manuel de Brito (Algés)
Tel.: 214111400
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00 (10h00-24h00 na última 6ª do
mês)
Na sua série mais recente de trabalhos, Ricardo Angélico elabora um banco de
registos fisionómicos, baseado também nas aproximações biográficas, que forma um
compêndio de sobreposições de três figuras notáveis, tendencialmente de áreas
culturais diferentes.
Carlos Carvalho Arte
Contemporânea
Rua Joly Braga Santos, lote F, r/c - Lisboa, Carlos Carvalho Arte Contemporânea
Tel.: 217261831
Rua Joly Braga Santos, lote F, r/c - Lisboa, Carlos Carvalho Arte Contemporânea
Tel.: 217261831
Sessões: 2ª-6ª: 10h30-19h30; Sab: 12h00-19h30
Um corredor, uma antecâmara, outra, a sala grande. Um poster de Meca. Um
ponto de água. Ao longe, a voz do chamamento. "Variações da fé" é uma instalação
que visa restituir os espaços simbólicos de uma mesquita contemporânea. Ao
pesquisar sobre a dimensão ritual do culto muçulmano, Hélène Veiga Gomes
trabalhou a partir das condições de transposição da sala de orações para a sala
de exposição.
Carpe Diem Arte e Pesquisa
Rua de O Século, nº 79, Carpe Diem Arte e Pesquisa
Tel.: 210966274
Rua de O Século, nº 79, Carpe Diem Arte e Pesquisa
Tel.: 210966274
Sessões: 4ª-Sab: 13h00-19h00
"A Fonte das Palavras" é o nome do projecto concebido por Maria João Worm
para a Casa das Histórias Paula Rego. Teve como ponto de partida o contexto
editorial ficcionado que a artista tem desenvolvido no seu trabalho, através do
qual cria quadros biográficos diversos, e dá corpo a escritores e tradutores
pela apresentação dos seus trabalhos. Na segunda parte do percurso expõe-se um
conjunto de matrizes de gravuras realizadas pela artista para ilustrarem textos
da escritora Dulce Maria Cardoso.
Galardoada com o Prémio Nacional de Ilustração 2011, Maria João Worm transporta a cada projecto a poética das histórias e das memórias individuais para um quotidiano desassossegado de questionamento identitário de se ser humano, fazendo da imagem e da palavra, do desenho, da gravura, dos objectos, as suas formas de pensar e contar.
Galardoada com o Prémio Nacional de Ilustração 2011, Maria João Worm transporta a cada projecto a poética das histórias e das memórias individuais para um quotidiano desassossegado de questionamento identitário de se ser humano, fazendo da imagem e da palavra, do desenho, da gravura, dos objectos, as suas formas de pensar e contar.
Casa das Histórias Paula Rego
Avenida da República, nº 300, Casa das Histórias Paula Rego
Tel.: 214826970
Avenida da República, nº 300, Casa das Histórias Paula Rego
Tel.: 214826970
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-18h00
A exposição "Innervisions" apresenta a coleção da Casa das Histórias Paula
Rego através de uma estratégia expositiva diferenciada que parte de um diálogo
não ilustrativo entre uma das mais emblemáticas obras da artista, Anjo (1998) e
uma série inédita de trabalhos do artista contemporâneo Pedro Calapez, concebida
especificamente para este momento como um envolvimento/instalação.
As obras selecionadas, da abstracção à figuração, partilham características comuns, temas e estruturas narrativas alinhadas numa estética do sonho e do fantástico, em que se exploram as temáticas do amor, do medo, da religião, do poder e da subjugação, do terror e da transgressão.
As obras selecionadas, da abstracção à figuração, partilham características comuns, temas e estruturas narrativas alinhadas numa estética do sonho e do fantástico, em que se exploram as temáticas do amor, do medo, da religião, do poder e da subjugação, do terror e da transgressão.
Casa das Histórias Paula Rego
Avenida da República, nº 300, Casa das Histórias Paula Rego
Tel.: 214826970
Avenida da República, nº 300, Casa das Histórias Paula Rego
Tel.: 214826970
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-18h00
Esta exposição surge na sequência da descoberta de energias codificadas que
se manifestam na pintura, na escultura, fotografia e instalação e que mantêm a
mesma dinâmica contemporânea. O objetivo é promover, valorizar e expor o produto
português. Os artistas que fazem parte do projeto são: Cristina Troufa, Clo
Bougard, António Franchini, Rodrigo Silvestre, José Maria Pinedo, Rodrigo
Alzamora, Ricardo Passos, Urbano da Cruz, Alexandra Vaz Guedes, Eleonora
Drummond, André Boto, Xico Lucena, Rita Roque e Carlos Andrade.
Casa de Santa Maria
Rua do Farol de Santa Marta, Casa de Santa Maria
Tel.: 214815382
Rua do Farol de Santa Marta, Casa de Santa Maria
Tel.: 214815382
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-13h00 / 14h00-17h00
Exposição coletiva com trabalhos de pintura, desenho, escultura e gravura, em
que participam, entre outros, os seguintes artistas: A. Barbosa, Abílio Febra,
Branislav Mihajlovic, Damião Porto, Diogo Navarro, F. Gaspar, Gabriel Seixas,
Gil Maia, Gustavo Fernandes, Hugo Marques, João Feijó, João Sotero, Jorge
Pé-Curto, Maria Flores, Maísa Champalimaud, Marius Moraru, Moisés Preto Paulo,
Nélio Saltão, Ophélia Marçal, Paulo Ossião, Rogério Timóteo e Rui
Tavares.
Casino Estoril
Praça José Teodoro dos Santos, Casino Estoril
Tel.: 214667911
Praça José Teodoro dos Santos, Casino Estoril
Tel.: 214667911
Sessões: 2ª-Dom: 15h00-03h00
Exposição de trabalhos de fotografia de autoria de Paulo Martins, intitulada
"Way Home".
Centro Cultural de Cascais
Avenida Rei Humberto II de Itália, Centro Cultural de Cascais
Tel.: 214848900
Avenida Rei Humberto II de Itália, Centro Cultural de Cascais
Tel.: 214848900
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Exposição de trabalhos recentes de pintura de autoria do artista espanhol
Francisco Solana, intitulada "EXIT.".
Centro Cultural de Cascais
Avenida Rei Humberto II de Itália, Centro Cultural de Cascais
Tel.: 214848900
Avenida Rei Humberto II de Itália, Centro Cultural de Cascais
Tel.: 214848900
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
"Color Field", foi um movimento artístico que nasceu na Rússia em 1913 e que
veio a ter grande expressão nos Estados Unidos, depois da chegada a esse país,
no pós 1ª Grande Guerra, de vários artistas russos ligados a esse
movimento.
"Color Field", define-se como uma narrativa alternativa, onde o artista explora ao máximo a sua criatividade, sendo a sua maior fonte de inspiração, o próprio processo de pintar e a carga emocional dai resultante.
Muito posteriormente, também o artista João Feijó experimentou forte influência daquela corrente estética, para quem dois dos seus maiores representantes, Mark Rothko e Zao Wou Ki, passaram a ser verdadeiros ícones.
As obras expostas, pretendem mostrar uma nova abordagem da técnica da aguarela, explorando, João Feijó, novas formas estéticas de apresentar esta tão difícil técnica, dando aos campos de cor uma abordagem expressionista e espontânea, pretendendo chegar a novas formas de arte sobre papel.
Estamos na presença de uma mostra inovadora e muito pouco explorada da técnica da aguarela, motivo mais que suficiente, para merecer uma visita.
"Color Field", define-se como uma narrativa alternativa, onde o artista explora ao máximo a sua criatividade, sendo a sua maior fonte de inspiração, o próprio processo de pintar e a carga emocional dai resultante.
Muito posteriormente, também o artista João Feijó experimentou forte influência daquela corrente estética, para quem dois dos seus maiores representantes, Mark Rothko e Zao Wou Ki, passaram a ser verdadeiros ícones.
As obras expostas, pretendem mostrar uma nova abordagem da técnica da aguarela, explorando, João Feijó, novas formas estéticas de apresentar esta tão difícil técnica, dando aos campos de cor uma abordagem expressionista e espontânea, pretendendo chegar a novas formas de arte sobre papel.
Estamos na presença de uma mostra inovadora e muito pouco explorada da técnica da aguarela, motivo mais que suficiente, para merecer uma visita.
Centro Cultural Palácio do
Egipto
Rua Álvaro António dos Santos, Palácio do Egipto, Centro Cultural Palácio do Egipto
Tel.: 214408391
Rua Álvaro António dos Santos, Palácio do Egipto, Centro Cultural Palácio do Egipto
Tel.: 214408391
Sessões: 3ª-Dom: 12h00-18h00
A primeira exposição de Lida Abdul (Kabul, 1973) em Portugal apresenta "Time,
Love and the Workings of Anti-Love" a nova instalação da artista composta por
uma máquina fotográfica, trezentas fotos tipo passe e som: uma voz que diz um
texto pungente que tem tanto de belo como de doloroso. A voz, ou a ausência
dela, é algo importante na obra de Lida Abdul.
No vídeo "In Transit", de 2008 - que integra a exposição conjuntamente com "White House" e "Dome", de 2005, e "White Horse", "Brick Sellers" e "War Games", de 2006 -, um grupo de crianças brinca em volta da carapaça de um avião soviético abandonado. O termo "carapaça", oriundo do mundo animal, não é aqui escrito por falta de vocabulário mecânico, mas sim pelo facto de a imagem deste avião semidestruído, esburacado - que aliás começa por nos ser mostrado em imagem parada como uma fotografia, para que o nosso olhar se demore e fixe nele -, mais parecer um corpo ferido, um esqueleto.
No vídeo "In Transit", de 2008 - que integra a exposição conjuntamente com "White House" e "Dome", de 2005, e "White Horse", "Brick Sellers" e "War Games", de 2006 -, um grupo de crianças brinca em volta da carapaça de um avião soviético abandonado. O termo "carapaça", oriundo do mundo animal, não é aqui escrito por falta de vocabulário mecânico, mas sim pelo facto de a imagem deste avião semidestruído, esburacado - que aliás começa por nos ser mostrado em imagem parada como uma fotografia, para que o nosso olhar se demore e fixe nele -, mais parecer um corpo ferido, um esqueleto.
Centro de Arte Moderna José de
Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
A obra de Narelle Jubelin (Sydney, 1960) caracteriza-se por um cruzamento
complexo de referências culturais a objetos, a artefactos e a arquitetura que,
de uma forma deliberada, conservam a sua singularidade mantendo-se
simultaneamente coesos no seu todo. À utilização do bordado como meio expressivo
que é uma das suas marcas autorais desde o início da sua obra, junta-se mais
recentemente o vídeo para operar uma reflexão sobre a arquitetura,
particularmente a modernista, e o modo como ela fez a travessia da Europa para
continentes mais afastados nomeadamente o australiano através de arquitetos como
Harry Seidler.
O título da exposição em português joga com o duplo sentido da palavra "planta" que tanto significa uma planta de um jardim como uma planta de um edifício, a tradução - outra zona privilegiada de trabalho de Jubelin - para inglês clarifica: Plants and Plans. A viver em Madrid desde 1995, a artista criará um diálogo - por vezes em tensão - entre a sua obra e a arquitetura do CAM.
O título da exposição em português joga com o duplo sentido da palavra "planta" que tanto significa uma planta de um jardim como uma planta de um edifício, a tradução - outra zona privilegiada de trabalho de Jubelin - para inglês clarifica: Plants and Plans. A viver em Madrid desde 1995, a artista criará um diálogo - por vezes em tensão - entre a sua obra e a arquitetura do CAM.
Centro de Arte Moderna José de
Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Esta mostra centra-se sobretudo nas primeiras etapas do percurso artístico de
Júlio dos Reis Pereira (1902-1983), destacando o trabalho surrealista e
expressionista do pintor. Serão apresentados na sua grande maioria desenhos e
alguns óleos, das décadas de 1930 a 1960, marcando um percurso individual
original, num desejo de revolução do surrealismo em Portugal.
Exposição organizada em parceria entre o CAM - Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Cupertino de Miranda, em que ambas as instituições são depositárias de um forte núcleo de obras do artista nas suas coleções.
Exposição organizada em parceria entre o CAM - Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Cupertino de Miranda, em que ambas as instituições são depositárias de um forte núcleo de obras do artista nas suas coleções.
Centro de Arte Moderna José de
Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Para quem há já demasiado tempo vive sob o jugo da especialização e daquela
singela, porém brutal, ideia de que o caminho para a verdade das coisas não
admite nem inflexões críticas nem deslumbramentos superficiais, o trabalho de
Pedro Sousa Vieira (Porto, 1963) é uma espécie de grande exercício herético.
Recorrendo a meios tão diversos como o desenho, a pintura, a fotografia, a
colagem, a escultura ou, mais recentemente, o vídeo, a prática deste artista
recordanos que à conceção que defende que o conhecimento só é verdadeiramente
possível por via de uma busca sistemática, progressiva e focada, existe uma
alternativa que opta por se aproximar dos mistérios do mundo na base da sua
diversidade, da sua amplitude e do seu intrínseco fascínio. Sem culpa e sem
arrependimento, o método de trabalho deste artista está assente numa total
disponibilidade para acolher, inspecionar, perceber e inter-relacionar os mais
díspares signos e fenómenos visuais, fazendo do seu processo criativo um ágil e
singular dispositivo de teste à resistência das imagens face a esse suposto
regime de exceção a que chamamos de experiência artística.
Chiado 8 - Companhia de Seguros
Mundial Confiança
Largo do Chiado, nº 8, Chiado 8 - Companhia de Seguros Mundial Confiança
Tel.: 213401500
Largo do Chiado, nº 8, Chiado 8 - Companhia de Seguros Mundial Confiança
Tel.: 213401500
Sessões: 2ª-6ª: 12h00-20h00
Para quem há já demasiado tempo vive sob o jugo da especialização e daquela
singela, porém brutal, ideia de que o caminho para a verdade das coisas não
admite nem inflexões críticas nem deslumbramentos superficiais, o trabalho de
Pedro Sousa Vieira (Porto, 1963) é uma espécie de grande exercício herético.
Recorrendo a meios tão diversos como o desenho, a pintura, a fotografia, a
colagem, a escultura ou, mais recentemente, o vídeo, a prática deste artista
recordanos que à conceção que defende que o conhecimento só é verdadeiramente
possível por via de uma busca sistemática, progressiva e focada, existe uma
alternativa que opta por se aproximar dos mistérios do mundo na base da sua
diversidade, da sua amplitude e do seu intrínseco fascínio. Sem culpa e sem
arrependimento, o método de trabalho deste artista está assente numa total
disponibilidade para acolher, inspecionar, perceber e inter-relacionar os mais
díspares signos e fenómenos visuais, fazendo do seu processo criativo um ágil e
singular dispositivo de teste à resistência das imagens face a esse suposto
regime de exceção a que chamamos de experiência artística.
Chiado 8 - Companhia de Seguros
Mundial Confiança
Largo do Chiado, nº 8, Chiado 8 - Companhia de Seguros Mundial Confiança
Tel.: 213401500
Largo do Chiado, nº 8, Chiado 8 - Companhia de Seguros Mundial Confiança
Tel.: 213401500
Sessões: 2ª-6ª: 12h00-20h00
Em 1994, Rui Toscano (Lisboa, 1970) produziu uma escultura sonora que se
viria a revelar determinante no desenvolvimento da sua prática artística nos
anos subsequentes. Bricks are Heavy, assim se intitulava, inaugurou uma
genealogia de obras em que o artista utiliza o radiogravador simultaneamente
como elemento escultórico e como sistema de amplificação sonora.
Culturgest
Rua do Arco do Cego, Ed Sede da Caixa Geral de Depósitos, Culturgest
Tel.: 217905155
Rua do Arco do Cego, Ed Sede da Caixa Geral de Depósitos, Culturgest
Tel.: 217905155
Sessões: 2ª,4ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom: 14h00-20h00; 3ª:
Enc
"Retrato de Michel Auder" é parte de uma colaboração com a Kunsthalle Basel,
que em junho de 2013 apresentará uma outra exposição igualmente dedicada ao
artista.
A obra videográfica de Michel Auder (Soissons, França, 1945) ficou indelevelmente marcada por vicissitudes de ordem biográfica: em 1969, o jovem aspirante a cineasta casa-se com Viva, uma das atrizes diletas de Andy Warhol, que conhecera em Paris pouco tempo antes, e muda-se para Nova Iorque. Até finais da década de 1980, filma obsessivamente o círculo de pessoas com quem vive e convive, utilizando esse abundante material em filmes que retratam essas personagens (Viva, Andy Warhol, Brigid Berlin, Louis Waldon, Taylor Mead, Alice Neel, Cindy Sherman, entre outros) e o seu quotidiano. Desenvolvendo nesses e noutros filmes um estilo documental muito próprio, de forte cunho diarístico, Michel Auder sempre recusou, no entanto, a categoria do documentário e a concomitante noção de verdade de que aquela não se consegue desligar.
A obra videográfica de Michel Auder (Soissons, França, 1945) ficou indelevelmente marcada por vicissitudes de ordem biográfica: em 1969, o jovem aspirante a cineasta casa-se com Viva, uma das atrizes diletas de Andy Warhol, que conhecera em Paris pouco tempo antes, e muda-se para Nova Iorque. Até finais da década de 1980, filma obsessivamente o círculo de pessoas com quem vive e convive, utilizando esse abundante material em filmes que retratam essas personagens (Viva, Andy Warhol, Brigid Berlin, Louis Waldon, Taylor Mead, Alice Neel, Cindy Sherman, entre outros) e o seu quotidiano. Desenvolvendo nesses e noutros filmes um estilo documental muito próprio, de forte cunho diarístico, Michel Auder sempre recusou, no entanto, a categoria do documentário e a concomitante noção de verdade de que aquela não se consegue desligar.
Culturgest
Rua do Arco do Cego, Ed Sede da Caixa Geral de Depósitos, Culturgest
Tel.: 217905155
Rua do Arco do Cego, Ed Sede da Caixa Geral de Depósitos, Culturgest
Tel.: 217905155
Sessões: 2ª,4ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom: 14h00-20h00; 3ª:
Enc
"Ropes" é o título da segunda exposição da nova programação do Espaço Arte
Tranquilidade e apresenta o trabalho fotográfico mais recente de João
Grama.
João Grama (n.1975) tem como base primordial do seu trabalho a construção da imagem fotográfica. Durante cerca de ano e meio o artista viveu entre Vila do Bispo e Sagres, onde contactou com a comunidade de percebeiros local. Esta (con)vivência deu origem a uma pesquisa artística que se consubstanciou na série que intitulou "Ropes". No Espaço Arte Tranquilidade o artista irá apresentar novas imagens desta série, que mapeia uma actividade que tem tanto de risco como de desuso. No entanto, não é o teor documental que caracteriza o trabalho. Mas antes, a poética que é acrescida à observação cuidada da paisagem e dos métodos de (sobre)vivência naquele recorte da costa portuguesa.
João Grama (n.1975) tem como base primordial do seu trabalho a construção da imagem fotográfica. Durante cerca de ano e meio o artista viveu entre Vila do Bispo e Sagres, onde contactou com a comunidade de percebeiros local. Esta (con)vivência deu origem a uma pesquisa artística que se consubstanciou na série que intitulou "Ropes". No Espaço Arte Tranquilidade o artista irá apresentar novas imagens desta série, que mapeia uma actividade que tem tanto de risco como de desuso. No entanto, não é o teor documental que caracteriza o trabalho. Mas antes, a poética que é acrescida à observação cuidada da paisagem e dos métodos de (sobre)vivência naquele recorte da costa portuguesa.
Espaço Arte Tranquilidade ?
Projectos Especiais
Rua Rodrigues Sampaio, 95 (Sede Tranquilidade), Espaço Arte Tranquilidade ? Projectos Especiais
Rua Rodrigues Sampaio, 95 (Sede Tranquilidade), Espaço Arte Tranquilidade ? Projectos Especiais
Sessões: 4ª-Sab: 13h00-20h00
Esta exposição é um périplo pelos últimos oito anos da carreira de ilustração
de João Maio Pinto, sendo que a escolha dos trabalhos apresentados não foi feita
pretendendo revelar aqueles que fossem mais paradigmáticos de uma abordagem
autoral específica, tendo-se optado sim pela apresentação da diversidade de
registos que tem percorrido ao longo desse período de tempo.
Fnac Alfragide
Avenida dos Cavaleiros - Centro Comercial Alegro Alfragide, Fnac Alfragide
Tel.: 214204300
Avenida dos Cavaleiros - Centro Comercial Alegro Alfragide, Fnac Alfragide
Tel.: 214204300
Sessões: Dom-5ª: 10h00-23h00; 6ª-Sab: 10h00-24h00
Realizada com base em reproduções dos negativos originais que integram o
espólio do fotógrafo no Centro Português de Fotografia, a exposição recorda
episódios do 5 de Outubro de 1910 e algumas das figuras dominantes da Primeira
República Portuguesa, como os políticos Afonso Costa, António José de Almeida e
Bernardino Machado.
Fnac Cascaishopping
Est. Nac. nº 9, Centro Comercial CascaiShopping, Loja nº 0084/85, Fnac Cascaishopping
Tel.: 214699000
Est. Nac. nº 9, Centro Comercial CascaiShopping, Loja nº 0084/85, Fnac Cascaishopping
Tel.: 214699000
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-24h00
A FNAC, numa parceria inédita com a Taschen e com o desenhador urbano Pedro
Soares Neves, apresenta uma seleção de fotografias que testemunham a intensa e
diversificada atividade artística que percorre as ruas um pouco por todo o Mundo
e, simultaneamente, os primórdios do movimento de pintura de graffiti na grande
Lisboa.
Fnac Vasco da Gama
Av. D. João II, Lote 10502 - Centro Vasco da Gama, Loja 2089, Fnac Vasco da Gama
Tel.: 218955791
Av. D. João II, Lote 10502 - Centro Vasco da Gama, Loja 2089, Fnac Vasco da Gama
Tel.: 218955791
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-24h00
Em meados de dezembro de 1696 e na sequência de três dias de uma forte
tempestade, naufragou e despedaçou-se nas imediações do Cabo Raso, com grande
perda de vidas humanas, o navio florentino de 70 canhões Gran Principessa di
Toscana. Por mais de 2000 anos o litoral cascalense foi alvo de numerosos
naufrágios. Muitos deles conservam ainda hoje um grande potencial arqueológico.
Numa seleção de um conjunto de imagens e algumas réplicas representativas do
espólio recuperado, esta exposição é demonstrativa de um trabalho de
investigação e paixão do autor, o arqueólogo João Pedro Cardoso.
Forte de São Jorge de Oitavos
Estrada do Guincho (EN 247), Forte de São Jorge de Oitavos
Estrada do Guincho (EN 247), Forte de São Jorge de Oitavos
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 10h00-13h00 /
14h00-17h00
Partindo do clássico de Lewis Carroll, a exposição "Um Chá para Alice" reúne
as ilustrações originais de algumas das mais aclamadas versões contemporâneas
deste conto intemporal, numa diversidade de estilos, abordagens, sensibilidades,
escolas e técnicas de ilustração. Estão representados alguns dos melhores
ilustradores para a infância contemporâneos como Lisbeth Zwerger (Áustria),
Dusan Kallay (Eslováquia), Anthony Browne (GB), Chiara Carrer (Itália), Anne
Herbauts (Bélgica), Nicole Claveloux (França) e Teresa Lima
(Portugal).
Fundação Calouste Gulbenkian
(FCG)
Avenida de Berna, 45-A, Fundação Calouste Gulbenkian (FCG)
Tel.: 217823000
Avenida de Berna, 45-A, Fundação Calouste Gulbenkian (FCG)
Tel.: 217823000
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Através de instalações lúdicas e tecnológicas, a exposição "Baixa em tempo
Real" propõe um espaço interpretativo sobre a Baixa Pombalina/Chiado - coração
cultural da cidade de Lisboa na sua diversidade e multiculturalidade - por meio
de uma leitura cosmopolita e contemporânea baseada na palavra de quem a conhece
e vive.
Fundação Millennium bcp
Rua Augusta, nº 96, Fundação Millennium bcp
Tel.: 211131242
Rua Augusta, nº 96, Fundação Millennium bcp
Tel.: 211131242
Sessões: 2ª-4ª,6ª-Sab: 10h00-13h00 / 14h00-17h00
Exposição composta por desenhos e telas temáticas de Júlio Pomar, intitulada
"Atirar a albarda ao ar".
Galeria 111 - Lisboa
Campo Grande, 113, Galeria 111 - Lisboa
Tel.: 217819907
Campo Grande, 113, Galeria 111 - Lisboa
Tel.: 217819907
Sessões: 2ª-Sab: 10h00-13h00 / 15h00-19h30
Exposição de trabalhos de Natércia d'Almeida, intitulada "Trilhando em chão
de fogo".
Galeria Diferença
Rua S. Filipe Neri, 42 c/v, Galeria Diferença
Tel.: 213832193
Rua S. Filipe Neri, 42 c/v, Galeria Diferença
Tel.: 213832193
Sessões: 3ª-Sab: 15h00-20h00
Mostra de trabalhos de Nim Castanheira, intitulada «Variações grey black NWV
8».
Galeria Diferença
Rua S. Filipe Neri, 42 c/v, Galeria Diferença
Tel.: 213832193
Rua S. Filipe Neri, 42 c/v, Galeria Diferença
Tel.: 213832193
Sessões: 3ª-Sab: 15h00-20h00
Nesta exposição intitulada "Feitiço / Spell", Pedro Barateiro apresenta um
conjunto vasto de novas obras que incluem uma série de fotografias
intervencionadas, esculturas, desenhos e ainda uma instalação.
O título da exposição é dado a partir de um novo filme do artista: uma narrativa feita de uma recolha de imagens do exterior e interior da Casa de Vidro em São Paulo, construída em 1951 pela arquitecta Lina Bo Bardi para a sua residência, mas também de filmagens a telas utilizadas como cenários em peças de teatro que se encontram em depósito no Museu do Teatro em Lisboa e, ainda, filmagens de fotografias que registam a representação da Tragédia Formiguinha da Boa Morte, por um grupo de teatro popular de São Tomé e Príncipe, conhecido como tchiloli.
O título da exposição é dado a partir de um novo filme do artista: uma narrativa feita de uma recolha de imagens do exterior e interior da Casa de Vidro em São Paulo, construída em 1951 pela arquitecta Lina Bo Bardi para a sua residência, mas também de filmagens a telas utilizadas como cenários em peças de teatro que se encontram em depósito no Museu do Teatro em Lisboa e, ainda, filmagens de fotografias que registam a representação da Tragédia Formiguinha da Boa Morte, por um grupo de teatro popular de São Tomé e Príncipe, conhecido como tchiloli.
Galeria Filomena Soares
Rua da Manutenção, 80, Galeria Filomena Soares
Tel.: 218624122
Rua da Manutenção, 80, Galeria Filomena Soares
Tel.: 218624122
Sessões: 3ª-Sab: 10h00-20h00
Exposição intitulada "A Pele das Nuvens" composta por uma extensa série de
desenhos de autoria de Jorge Martins feitos a partir de fotografias com
história.
Galeria João Esteves de
Oliveira
Rua Ivens, 38, Galeria João Esteves de Oliveira
Tel.: 213259940
Rua Ivens, 38, Galeria João Esteves de Oliveira
Tel.: 213259940
Sessões: 2ª: 15h00-19h30; 3ª-6ª: 11h00-19h30; Sab: 11h00-13h30 /
15h00-19h30
Exposição de trabalhos recentes de pintura de Ana Jotta, intitulada "Ana
Maria".
Galeria Miguel Nabinho
Rua Tenente Ferreira Durão, 18 - B, Galeria Miguel Nabinho
Tel.: 213830834 / 917250033 / 912236805
Rua Tenente Ferreira Durão, 18 - B, Galeria Miguel Nabinho
Tel.: 213830834 / 917250033 / 912236805
Sessões: 3ª-6ª: 11h00-20h00; Sab: 12h00-20h00
Exposição de trabalhos de autoria de Mika Tajima, intitulada "Total Body
Conditioning".
Galeria Quadrado Azul (Lisboa)
Largo dos Stephens, 4, Galeria Quadrado Azul (Lisboa)
Tel.: 213476280
Largo dos Stephens, 4, Galeria Quadrado Azul (Lisboa)
Tel.: 213476280
Sessões: 3ª-Sab: 13h00-20h00
Exposição de trabalhos de pintura de autoria de Armando Alves, intitulada
"Árvores".
Galeria São Mamede
Rua da Escola Politécnica, 167, Galeria São Mamede
Tel.: 213973255
Rua da Escola Politécnica, 167, Galeria São Mamede
Tel.: 213973255
Sessões: 2ª-6ª: 10h30-20h00; Sab: 11h00-19h00
Exposição de trabalhos de pintura de Ana Maria, intitulada "A Minha Pintura
podia ser uma Cotovia".
Galeria São Mamede
Rua da Escola Politécnica, 167, Galeria São Mamede
Tel.: 213973255
Rua da Escola Politécnica, 167, Galeria São Mamede
Tel.: 213973255
Sessões: 2ª-6ª: 10h30-20h00; Sab: 11h00-19h00
O Arquivo Nacional da Torre do Tombo e a Fundação Casa de Bragança assinalam
a passagem dos quinhentos anos sobre a reforma dos forais, com uma exposição de
alguns documentos significativos que têm à sua guarda e que, em conjunto, contam
histórias da História desse empreendimento de fôlego conduzido por D. Manuel I
entre 1495 e 1520.
Instituto dos Arquivos Nacionais -
Torre do Tombo
Alameda da Universidade, Instituto dos Arquivos Nacionais - Torre do Tombo
Tel.: 21-7811500
Alameda da Universidade, Instituto dos Arquivos Nacionais - Torre do Tombo
Tel.: 21-7811500
Sessões: 2ª-6ª: 09h30-19h30; Sab: 09h30-12h30
O Arquivo Nacional da Torre do Tombo tem patente ao público uma mostra
documental com interesse para a Arqueologia em Portugal, evidenciando documentos
como uma edição de 1613 da publicação Deliciae lusitano hispanicae de André de
Resende, considerado como autor pioneiro no âmbito da arqueologia; uma
fotografia menos conhecida de Possidónio da Silva - fundador da Real Associação
dos Architectos e Archeólogos Portugueses - da autoria de Wenceslaw Ciffka -
fotógrafo da Casa Real que veio para Portugal com D. Fernando de Saxe-Coburgo -
em papel salgado, datada de 1858; correspondência de José Leite de Vasconcelos,
fundador do Museu Nacional de Arqueologia com Virgílio Correia, arqueólogo e
impulsionador do Centro Arqueológico de Conímbriga; o Alvará de 1721 de D. João
V sobre preservação de património, em registo manuscrito de chancelaria e
registo impresso na coleção da Legislação Portuguesa e ainda, nas Memórias
Paroquiais, um registo sobre a origem romana do nome da cidade de
Amarante.
Instituto dos Arquivos Nacionais -
Torre do Tombo
Alameda da Universidade, Instituto dos Arquivos Nacionais - Torre do Tombo
Tel.: 21-7811500
Alameda da Universidade, Instituto dos Arquivos Nacionais - Torre do Tombo
Tel.: 21-7811500
Sessões: 2ª-6ª: 09h30-19h30; Sab: 09h30-12h30
Esta exposição de fotografia de Patrick Devresse é baseada na obra de
Fernando Lopes-Graça "Melodias Rústicas Portuguesas". Estas músicas foram uma
fonte de inspiração para este conjunto de imagens de grande força expressiva,
obtidas nos ambientes naturais onde se cantaram muitas dessas melodias. Tal como
na obra de Lopes-Graça, também estas imagens se assumem como reflexos e leituras
de um mundo por onde viajam as nossas memórias
Instituto Francês de Portugal
(IFP)
Avenida Luís Bívar, 91, Instituto Francês de Portugal (IFP)
Tel.: 213111400
Avenida Luís Bívar, 91, Instituto Francês de Portugal (IFP)
Tel.: 213111400
Sessões: 2ª-6ª: 09h00-21h00
Exposição de pintura e tapeçaria em homenagem ao Mestre Nadir
Afonso.
MOCCA - Arte Moderna e
Contemporânea
Rua de São Bento, 302, MOCCA - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213421481
Rua de São Bento, 302, MOCCA - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213421481
Sessões: 2ª-6ª: 13h30-20h00; Sab: 13h00-19h00
A exposição "Com esta voz me visto. O Fado e a Moda" centra-se no universo
musical e literário do Fado, olhando-o pela perspetiva da Moda e do importante
contributo desta última para a criação da imagem das novas fadistas. O objetivo
é destacar a diversidade de estilos das diferentes fadistas e cantoras de fado,
colocando em evidência as peças e os criadores que vestem, de modo a salientar a
imagem de modernidade ou de tradição renovada que evocam e personificam. Um dos
focos está centrado na atualidade, recriando peças usadas por cantoras tão
diversas como Ana Moura, Carminho, Raquel Tavares, Mariza, Mafalda Arnauth,
Kátia Guerreiro, Mísia; o outro procurará mostrar a evolução histórica evocando
alguns vultos da nossa cultura, como o de Amália Rodrigues.
MUDE - Museu do Design e da
Moda
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
Sessões: 3ª-5ª,Dom: 10h00-20h00; 6ª-Sab: 10h00-22h00
Mostra que apresenta uma perspetiva da história e evolução do design e da
arquitetura dos espaços interiores entre 1990 e 1999, organizada em 10 núcleos
cronológicos correspondentes a cada década onde se evocam alguns dos espaços
projetados por Álvaro Siza Vieira, Alberto Caetano, António Pedro Portugal
Mendonça & Manuel Maria Reis, Conceição Silva, Cristino da Silva, Cassiano
Branco, Daciano Costa, Eduardo Afonso Dias, Egas José Vieira, Fernando Távora,
Fernando Salvador e Margarida Grácio Nunes, Luís Bevilacqua, Marques da Silva,
Manuel Graça Dias, Raul Lino, Tomás Taveira ou Ventura Terra.
MUDE - Museu do Design e da
Moda
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
Sessões: 3ª-5ª,Dom: 10h00-20h00; 6ª-Sab: 10h00-22h00
A exposição "Nacional Ultramarino", apresenta algum do mobiliário desenhado e
produzido, entre 1960-64, pela Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (FRESS)
especialmente para o novo edifício do BNU, atual casa do Museu. Esta mostra,
realizada nas próprias salas do Governo do Banco (no piso 2) para onde as peças
foram desenhadas, é uma oportunidade única para uma exposição mais detalhada do
trabalho realizado nas Oficinas da Fundação, apresentando desenhos técnicos
inéditos dos objetos, bem como do mobiliário que decorava alguns dos espaços do
banco. A reconstituição do gabinete do Governador, decorado no estilo Império,
constitui um dos atrativos principais da exposição pois será aberto, pela
primeira vez, ao público.
MUDE - Museu do Design e da
Moda
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
Sessões: 3ª-5ª,Dom: 10h00-20h00; 6ª-Sab: 10h00-22h00
"Os Desastres da Guerra", pintura e desenho de Graça Morais, inaugura o ciclo
de exposições temporárias do ano de 2013, na Fundação Arpad Szenes-Vieira da
Silva. Comissariada por João Pinharanda, a exposição tem o apoio mecenático da
Fundação EDP, dando continuidade a uma gratificante parceria iniciada em 2008.
Esta parceria trouxe ao espaço do museu uma série de mostras de artistas
portugueses: Mário Cesariny, António Sena, Fernando Lemos e, agora, Graça
Morais.
Museu Arpad Szénes - Vieira da
Silva
Praça das Amoreiras, 56/58, Museu Arpad Szénes - Vieira da Silva
Tel.: 213880044 / 213880053
Praça das Amoreiras, 56/58, Museu Arpad Szénes - Vieira da Silva
Tel.: 213880044 / 213880053
Sessões: 4ª-Dom: 10h00-18h00; 2ª-3ª: Enc
O Museu Coleção Berardo apresenta a exposição "No Fly Zone" dedicada a um
conjunto de seis artistas (Paulo Kapela, Yonamine, Kiluanji Kia Henda, Edson
Chagas, Binelde Hyrcam e Nástio Mosquito) da nova cena angolana. Ela é não só
sinal de uma nova vida que Angola experimenta depois da descolonização e da
guerra, como define um posicionamento num quadro problematizado sobre as
heranças culturais e a sua redefinição, as migrações dos conflitos e o seu
feedback, o lugar do artista e da sua produção num mundo que continuamente
extravasa os limites do seu conhecimento e reconhecimento e se experimenta,
agora por estes novos protagonistas. Este aspeto é tanto mais pertinente quanto
o presente histórico que vivemos assiste a uma profunda e radical alteração das
coordenadas tradicionais dos lugares recorrentes da atenção prestada à produção
artística.
Museu Coleção Berardo - Arte
Moderna e Contemporânea
Praça do Império, Museu Coleção Berardo - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213612913
Praça do Império, Museu Coleção Berardo - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213612913
Sessões: Dom-5ª: 10h00-19h00; 6ª-Sab: 10h00-22h00
A exposição "Afinal era Uma Borboleta", composta por seis pinturas a óleo de
grandes dimensões, foi concebida especificamente para o espaço do Pavilhão
Branco (Museu da Cidade de Lisboa) e ocuparam o artista João Queiroz durante
todo este ano, num minucioso processo de trabalho.
João Queiroz nasceu em Lisboa em 1957. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1984 e nesta primeira metade dos anos 80 expõe os seus primeiros trabalhos de pintura e desenho. A conjugação destes dois interesses, a Filosofia por um lado, e a Pintura e o Desenho por outro, estão bem espelhados por toda a obra, onde encontramos a sua reflexão sobre o papel da imagem na contemporaneidade e as abordagens experimentais a problemas antigos da linguagem da arte através de representações sensoriais da paisagem.
João Queiroz nasceu em Lisboa em 1957. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1984 e nesta primeira metade dos anos 80 expõe os seus primeiros trabalhos de pintura e desenho. A conjugação destes dois interesses, a Filosofia por um lado, e a Pintura e o Desenho por outro, estão bem espelhados por toda a obra, onde encontramos a sua reflexão sobre o papel da imagem na contemporaneidade e as abordagens experimentais a problemas antigos da linguagem da arte através de representações sensoriais da paisagem.
Museu da Cidade de Lisboa
Campo Grande, 245, Museu da Cidade de Lisboa
Tel.: 217513200
Campo Grande, 245, Museu da Cidade de Lisboa
Tel.: 217513200
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-13h00 / 14h00-18h00; 6ª: 10h00-13h00 /
14h00-22h00
A Câmara Municipal de Lisboa em colaboração com a Funarte / Ministério da
Cultura Brasileira e o Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea inaugura, a
exposição "Azul dos Ventos", de Arthur Bispo do Rosário. Integrada na
programação do Ano do Brasil em Portugal, esta exposição pode agora ser vista em
Lisboa, depois de ter estado patente no Victoria and Albert Museum, em
Londres.
Nesta mostra serão apresentados cerca de 80 trabalhos que dão a conhecer a variedade e criatividade da obra de Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), um dos artistas mais reconhecidos do Brasil.
As obras expostas são representativas das principais características do trabalho de Bispo do Rosário, que passou 50 anos internado num hospital psiquiátrico do Rio de Janeiro, a Colônia Juliano Moreira, e lá criou seu ateliê. Admitido no hospital aos 29 anos, as suas criações foram feitas em completo isolamento do meio artístico. No entanto, a sua arte "outsider" tem sido admirada pela sua técnica e abordagem imaginativa no trabalho com materiais com que nos deparamos diariamente. Para além de lençóis encardidos, botões cariados, suspensórios de doutores, Bispo do Rosário usava a linha que desfiava de uniformes novos e usados de internos da Colônia Juliano Moreira para classificar, ensinar e apresentar em formas de brinquedos, instrumentos musicais, arquitetura, objetos do quotidiano. Estandartes, roupas, faixas de miss, barcos a vela, tacos de golfe, raquetes de tênis, argolas de ginástica olímpica que mostram a poética da junção de materiais descartados, bordados, consertos, sobreposições, escritas e desenhos. As obras aqui apresentadas demonstram o fascínio de Bispo do Rosário pela reapropriação de objectos que manipula para criar peças escultóricas elaboradas.
Nesta mostra serão apresentados cerca de 80 trabalhos que dão a conhecer a variedade e criatividade da obra de Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), um dos artistas mais reconhecidos do Brasil.
As obras expostas são representativas das principais características do trabalho de Bispo do Rosário, que passou 50 anos internado num hospital psiquiátrico do Rio de Janeiro, a Colônia Juliano Moreira, e lá criou seu ateliê. Admitido no hospital aos 29 anos, as suas criações foram feitas em completo isolamento do meio artístico. No entanto, a sua arte "outsider" tem sido admirada pela sua técnica e abordagem imaginativa no trabalho com materiais com que nos deparamos diariamente. Para além de lençóis encardidos, botões cariados, suspensórios de doutores, Bispo do Rosário usava a linha que desfiava de uniformes novos e usados de internos da Colônia Juliano Moreira para classificar, ensinar e apresentar em formas de brinquedos, instrumentos musicais, arquitetura, objetos do quotidiano. Estandartes, roupas, faixas de miss, barcos a vela, tacos de golfe, raquetes de tênis, argolas de ginástica olímpica que mostram a poética da junção de materiais descartados, bordados, consertos, sobreposições, escritas e desenhos. As obras aqui apresentadas demonstram o fascínio de Bispo do Rosário pela reapropriação de objectos que manipula para criar peças escultóricas elaboradas.
Museu da Cidade de Lisboa
Campo Grande, 245, Museu da Cidade de Lisboa
Tel.: 217513200
Campo Grande, 245, Museu da Cidade de Lisboa
Tel.: 217513200
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-13h00 / 14h00-18h00; 6ª: 10h00-13h00 /
14h00-22h00
Organizada com as Produções Fictícias, "Riso: Uma Exposição a Sério" conta
com pintura, desenho, instalações, vídeo, fotografia, escultura e performances,
cinema, BD, programas de televisão, espectáculos, literatura, obras de artistas
nacionais e internacionais, oriundas de alguns dos mais importantes museus e
colecções particulares.
Comissariada por José Manuel dos Santos, João Pinharanda, Nuno Artur Silva e Nuno Crespo, este projeto parte de uma profunda investigação acerca dos dispositivos cómicos e humorísticos, tal como foram e são utilizados por diferentes protagonistas, em diferentes tempos e em diferentes áreas.
Comissariada por José Manuel dos Santos, João Pinharanda, Nuno Artur Silva e Nuno Crespo, este projeto parte de uma profunda investigação acerca dos dispositivos cómicos e humorísticos, tal como foram e são utilizados por diferentes protagonistas, em diferentes tempos e em diferentes áreas.
Museu da Electricidade
Central Tejo, Avenida da Brasília - Belém, Museu da Electricidade
Tel.: 210028130/90
Central Tejo, Avenida da Brasília - Belém, Museu da Electricidade
Tel.: 210028130/90
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
No âmbito das comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade
de Informação, 17 de maio 2012, a Fundação Portuguesa das Comunicações |Museu
das Comunicações celebra o centenário do nascimento do prestigiado Eng.º José
Ferreira Pinto Basto, dando a conhecer o seu contributo para os estudos de
comutação automática e para o desenvolvimento do sector das telecomunicações em
Portugal.
José Ferreira Pinto Basto, licenciou-se em engenharia eletrotécnica pela Universidade do Porto e ingressou nos CTT em 1939, tendo centrado a sua atividade essencialmente ao nível da comutação automática.
José Ferreira Pinto Basto, licenciou-se em engenharia eletrotécnica pela Universidade do Porto e ingressou nos CTT em 1939, tendo centrado a sua atividade essencialmente ao nível da comutação automática.
Museu das Comunicações
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
Sessões: 2ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 14h00-18h00
No âmbito das comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade
de Informação, 17 de maio 2012, a Fundação Portuguesa das Comunicações - Museu
das Comunicações inaugura a exposição "FPC Future Lab 4.0: O futuro é infinito",
que visa mostrar um futuro de possibilidades infindáveis ao alcance da
criatividade de todos!
Estas soluções são suportadas em tecnologias avançadas, potenciadas por redes de grande capacidade e velocidade que convergem numa teia multidimensional, num conceito de futuro infinito.
Estas soluções são suportadas em tecnologias avançadas, potenciadas por redes de grande capacidade e velocidade que convergem numa teia multidimensional, num conceito de futuro infinito.
Museu das Comunicações
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
Sessões: 2ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 14h00-18h00
No âmbito das comemorações do Ano do Brasil em Portugal, a Fundação
Portuguesa das Comunicações / Museu das Comunicações convida-o a visitar a
mostra fotográfica "Crónicas Brasileiras. Fotografias de José Medeiros" -
projeto dedicado ao trabalho que José Medeiros consagrou às terras do interior
do Brasil. Ali estão fotografias de índios do Xingu, a reportagem mítica de
setembro de 1951 sobre uma cerimónia de iniciação ao candomblé - culto
afro-brasileiro -, bem como imagens do Nordeste e das terras do interior do
Brasil.
Esta mostra, reúne mais de 80 fotografias (tiragens contemporâneas em gelatina e prata realizadas a partir dos negativos originais do artista conservados no Instituto Moreira Salles) e quase 30 documentos (exemplares da revista O Cruzeiro dos anos 1950-1960, publicações etc.).
Esta exposição conta com o apoio da Embaixada do Brasil em Portugal e do Instituto Moreira Salles.
Esta mostra, reúne mais de 80 fotografias (tiragens contemporâneas em gelatina e prata realizadas a partir dos negativos originais do artista conservados no Instituto Moreira Salles) e quase 30 documentos (exemplares da revista O Cruzeiro dos anos 1950-1960, publicações etc.).
Esta exposição conta com o apoio da Embaixada do Brasil em Portugal e do Instituto Moreira Salles.
Museu das Comunicações
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
Sessões: 2ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 14h00-18h00
A partir de dia 12 de Janeiro abrirá ao público no salão de exposições
temporárias uma exposição não temática que incluí diversas peças como brindes
promocionais do inicio do século XX, como uma caixa de furos dos chocolates
Regina; brinquedos artesanais, Lego, Playmobil, jogos, livros e um carrossel em
madeira concebido pelo artista plástico português António Alfredo.
Museu do Brinquedo de Sintra
Rua Visconde de Monserrate, Museu do Brinquedo de Sintra
Tel.: 219106016 / 219242171
Rua Visconde de Monserrate, Museu do Brinquedo de Sintra
Tel.: 219106016 / 219242171
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Depois do sucesso da exposição "As Máquinas de Leonardo da Vinci" em vários
países, pela primeira vez se realiza uma réplica desta exposição em cobertura
com fósforo (Covermath). Esta exposição mostra a história e a vida de Leonardo
da Vinci, com maquetes representantes de uma época, feitas em vários materiais e
cobertas a fósforos, onde as asas da imaginação possibilitaram a realização das
várias vertentes do saber.
Museu do Combatente - Forte do Bom
Sucesso
Junto à Torre de Belém., Museu do Combatente - Forte do Bom Sucesso
Tel.: 213017225
Junto à Torre de Belém., Museu do Combatente - Forte do Bom Sucesso
Tel.: 213017225
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-17h00
A exposição "Panos d'Obra" é o resultado de um projeto de investigação de
Manuela Jardim, sobre a Panaria da Guiné e de Cabo Verde. Este estudo surge
inicialmente como uma motivação provocada pela estética dos motivos geométricos
daqueles panos. Do contacto com documentos da época (séc. XV) e na procura de
origens e significados, nasce o projeto enformado pela importância histórica,
política e económica dos panos, nas sociedades africanas.
O projeto teve como ponto de partida os panos d'obra da Guiné e de Cabo Verde pertencentes às coleções do Museu Nacional de Etnologia, recolhidos nas décadas de 60 e 70 do século XX, pelos etnólogos Rogado Quintino e António Carreira, respetivamente da Guiné e de Cabo Verde.
A narrativa de expressão plástica desenvolvida por Manuela Jardim: desenho, pintura e escultura, teve como fio condutor a observação dos panos, o seu contexto histórico e sociocultural, textura, estrutura, cores e padrões Foi apresentada em exposição (de 2005 a 2008) no Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, na V Bienal de S. Tomé e Príncipe, na Fundação Mário Soares e no Encontro da Lusofonia em Macau, respetivamente em 2008, 2009 e 2011,tendo como objetivos o valor estético, artístico e educativo dos panos.
O projeto teve como ponto de partida os panos d'obra da Guiné e de Cabo Verde pertencentes às coleções do Museu Nacional de Etnologia, recolhidos nas décadas de 60 e 70 do século XX, pelos etnólogos Rogado Quintino e António Carreira, respetivamente da Guiné e de Cabo Verde.
A narrativa de expressão plástica desenvolvida por Manuela Jardim: desenho, pintura e escultura, teve como fio condutor a observação dos panos, o seu contexto histórico e sociocultural, textura, estrutura, cores e padrões Foi apresentada em exposição (de 2005 a 2008) no Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, na V Bienal de S. Tomé e Príncipe, na Fundação Mário Soares e no Encontro da Lusofonia em Macau, respetivamente em 2008, 2009 e 2011,tendo como objetivos o valor estético, artístico e educativo dos panos.
Museu do Combatente - Forte do Bom
Sucesso
Junto à Torre de Belém., Museu do Combatente - Forte do Bom Sucesso
Tel.: 213017225
Junto à Torre de Belém., Museu do Combatente - Forte do Bom Sucesso
Tel.: 213017225
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-17h00
Exposição com trabalhos de fotografia, vídeo e instalação de Nikolai Nekh
intitulada "Os Relatos de um Fotógrafo Famoso", inserida na BF12 - Bienal de
Fotografia de Vila Franca de Xira.
Museu do Neo-Realismo
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
Exposição com trabalhos de fotografia de André Cepeda intitulada "Rien",
inserida na BF12 - Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira.
Museu do Neo-Realismo
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
Como efeito de despedida e sintoma ao mesmo tempo de uma reflexão
atualíssima, a última exposição do ciclo de arte contemporânea "The Return of
the Real" fica marcada por uma insinuante peça de néon que invade o espaço do
átrio do Museu do Neo-Realismo. "Revolution", a palavra, resplandece, desde
logo, a azul-turquesa, como signo de uma intensa ambiguidade deceptiva. Será que
comunica ainda um conceito político, um slogan, ou antes uma ideia de consumo,
uma marca registada? Aliás, esta interrogação é obrigatória, incontornável
mesmo, pois a palavra "revolution", com as letras desenhadas em lâmpadas
fluorescentes, remetendo para os painéis publicitários do século passado, é
ladeada não pelo "r" de marca registada, mas pelo seu sucedâneo, esse "c"
minúsculo inserido num pequeno círculo que "garante" os direitos de autoria,
como se a ideia de "revolução" pudesse ser atribuída a um só autor ou proibida a
sua disseminação abusiva.
Museu do Neo-Realismo
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
A exposição, que integra a vasta programação do Centenário do Nascimento do
escritor Jorge Amado, centrar-se-á na relação do escritor baiano com os
escritores neorrealistas portugueses. A curadoria da exposição é da
responsabilidade de João Marques Lopes, investigador do CLEPUL (Centro de
Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, da Faculdade de Letras de Lisboa),
numa produção que conta com o apoio do MNR.
Museu do Neo-Realismo
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
O chá prova como uma simples planta e a infusão daí resultante desempenham um
papel importante no desenvolvimento de uma determinada civilização, e nas trocas
culturais informais entre as diferentes civilizações.
A exposição "O Chá. Do Oriente para o Ocidente" torna patente estas duas dimensões nos vários núcleos que a compõem, nomeadamente através dos aspetos materiais associados ao seu consumo (porcelanas, mobiliário, espaços, pinturas e prataria entre outros objetos), mas também dos aspetos habitualmente menos conhecidos da difusão da planta e da sua transformação em chá fora do mundo sínico.
Para além do aspeto material associado ao seu consumo, o chá desempenhou ainda um papel importante no campo da medicina e da farmacopeia, dimensão tradicionalmente olvidada e que recentemente tem vindo a ser recuperada. Convém assinalar como tanto na China e na Europa de antanho, o chá foi visto como bebida medicinal antes de se divulgar e vulgarizar o seu consumo. Disso há bastas provas na literatura científica, nomeadamente na portuguesa, antes do chá passar a ser encarado como uma simples bebida a partir de meados do século XVIII.
A exposição "O Chá. Do Oriente para o Ocidente" torna patente estas duas dimensões nos vários núcleos que a compõem, nomeadamente através dos aspetos materiais associados ao seu consumo (porcelanas, mobiliário, espaços, pinturas e prataria entre outros objetos), mas também dos aspetos habitualmente menos conhecidos da difusão da planta e da sua transformação em chá fora do mundo sínico.
Para além do aspeto material associado ao seu consumo, o chá desempenhou ainda um papel importante no campo da medicina e da farmacopeia, dimensão tradicionalmente olvidada e que recentemente tem vindo a ser recuperada. Convém assinalar como tanto na China e na Europa de antanho, o chá foi visto como bebida medicinal antes de se divulgar e vulgarizar o seu consumo. Disso há bastas provas na literatura científica, nomeadamente na portuguesa, antes do chá passar a ser encarado como uma simples bebida a partir de meados do século XVIII.
Museu do Oriente
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do Oriente
Tel.: 213585200
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do Oriente
Tel.: 213585200
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-18h00; 6ª: 10h00-22h00
A exposição "Macau. Memórias a Tinta-da-China" reúne várias obras do pintor
Charles Chauderlot, as quais tentam memorizar, através dos seus pincéis, o
glorioso passado marítimo de Macau, neste ano em que se comemoram 500 anos de
relações luso-chinesas reproduzindo, em pintura, os edifícios que recordam que a
cidade foi, em tempos, um próspero entreposto comercial para Portugueses e
Chineses.
Museu do Oriente
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do Oriente
Tel.: 213585200
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do Oriente
Tel.: 213585200
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-18h00; 6ª: 10h00-22h00; 2ª:
Enc
O Museu do Oriente apresenta uma mostra de cerca de 100 cartazes de
propaganda chinesa, produzidos entre 1959 e 1981 e que constituem um documento
histórico do período que vai do Grande Salto em Frente e da criação das Comunas
Populares ao fim da Revolução Cultural.
Nos 100 cartazes em exposição, selecionados de um total de 200 que integram a Coleção Kwok On da Fundação Oriente, estão bem ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.
A exposição, comissariada por Jacques Pimpaneau e Sylvie Pimpaneau, está organizada em nove núcleos, o primeiro dos quais integrando cartazes alusivos ao novo ano chinês e a heróis de contos e óperas clássicas populares que fazem parte do património local. Os grandes "heróis" da revolução comunista chinesa, sobretudo Mao Zedong e Zhou Enlai, mas também "heróis" estrangeiros como Lenine e o médico canadiano Norman Béthune que, na Guerra Civil de Espanha, tratou os feridos do lado republicano e que, na Guerra Sino-Japonesa combateu ao lado do Exército de Mao, estão representados nos cartazes selecionados para o segundo núcleo. No núcleo seguinte figuram alguns cartazes de propaganda das políticas do Partido Comunista da China ocupando o quarto núcleo uma série de cartazes alusivos às classes sociais consideradas fundamentais para a criação da nova China: operários, camponeses e soldados.
As minorias étnicas do interior da China, num apelo à fraternidade entre os povos também não foram esquecidas pela propaganda e ocupam aqui o quinto núcleo sendo o sector seguinte ocupado por cartazes em que figuram todos aqueles que se transformaram em heróis e que são modelos a seguir pelas populações.
Os cartazes do sétimo núcleo tinham como finalidade explicar e promover as lutas revolucionárias levadas a cabo no exterior da China. Segue-se um conjunto de cartazes cujos autores se deixaram influenciar pelas pinturas feitas por camponeses e pelas xilogravuras tradicionais.
Brinquedos e jogos que também tiveram o seu papel na propaganda política ocupam o último núcleo da exposição.
Nos 100 cartazes em exposição, selecionados de um total de 200 que integram a Coleção Kwok On da Fundação Oriente, estão bem ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.
A exposição, comissariada por Jacques Pimpaneau e Sylvie Pimpaneau, está organizada em nove núcleos, o primeiro dos quais integrando cartazes alusivos ao novo ano chinês e a heróis de contos e óperas clássicas populares que fazem parte do património local. Os grandes "heróis" da revolução comunista chinesa, sobretudo Mao Zedong e Zhou Enlai, mas também "heróis" estrangeiros como Lenine e o médico canadiano Norman Béthune que, na Guerra Civil de Espanha, tratou os feridos do lado republicano e que, na Guerra Sino-Japonesa combateu ao lado do Exército de Mao, estão representados nos cartazes selecionados para o segundo núcleo. No núcleo seguinte figuram alguns cartazes de propaganda das políticas do Partido Comunista da China ocupando o quarto núcleo uma série de cartazes alusivos às classes sociais consideradas fundamentais para a criação da nova China: operários, camponeses e soldados.
As minorias étnicas do interior da China, num apelo à fraternidade entre os povos também não foram esquecidas pela propaganda e ocupam aqui o quinto núcleo sendo o sector seguinte ocupado por cartazes em que figuram todos aqueles que se transformaram em heróis e que são modelos a seguir pelas populações.
Os cartazes do sétimo núcleo tinham como finalidade explicar e promover as lutas revolucionárias levadas a cabo no exterior da China. Segue-se um conjunto de cartazes cujos autores se deixaram influenciar pelas pinturas feitas por camponeses e pelas xilogravuras tradicionais.
Brinquedos e jogos que também tiveram o seu papel na propaganda política ocupam o último núcleo da exposição.
Museu do Oriente
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do Oriente
Tel.: 213585200
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do Oriente
Tel.: 213585200
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-18h00; 6ª: 10h00-22h00; 2ª:
Enc
O fenómeno religioso, na sua historicidade, tem sido alvo de múltiplas
abordagens interpretativas. Recorde-se Frazer e a abrangência comparativista;
Lévi-Strauss e os arquétipos estruturalistas; Dumézil e os esquemas
funcionalistas; Eliade e a universalidade do simbólico. Porém, nada mais genial
do que a breve metáfora engendrada pelo inglês Murray, desde logo adoptada e
desenvolvida por Dodds no seu irreverente estudo sobre a cultura grega e o
irracional: o fenómeno religioso revela-se, em todas as épocas e regiões, como
um «conglomerado herdado». E comenta Dodds: «A metáfora geológica é feliz porque
o crescimento religioso é (...) a aglomeração mais do que a substituição». Por
isso, quando hoje estudamos as religiões do passado, não procuramos apenas
melhor conhecer as nossas longínquas raízes culturais, antes lidamos com
qualquer coisa ainda presente ? embora de forma parcelar e, por vezes,
subjectiva ? na nossa actual vivência como Homo religiosus que (queiramos ou
não...) todos somos.
José Cardim Ribeiro (Comissário)
José Cardim Ribeiro (Comissário)
Museu Nacional de Arqueologia
Praça do Império, Museu Nacional de Arqueologia
Tel.: 213620000
Praça do Império, Museu Nacional de Arqueologia
Tel.: 213620000
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
A exposição "Quinta do Rouxinol: uma olaria romana no estuário do Tejo.
Corroios / Seixal", integra uma réplica de um dos fornos da olaria da Quinta do
Rouxinol à escala natural, preenchido com reproduções fiéis de ânforas e loiça
doméstica recolhida no sítio, de modo a clarificar as suas características e
modo de utilização.
programa desta exposição tem como objetivo apresentar o sítio arqueológico, enquadrando-o devidamente nos mecanismos da economia local e imperial romana, de modo a explorar o seu potencial enquanto elemento mediador da transmissão de conhecimentos sobre a temática dos centros produtores de cerâmica na época.
programa desta exposição tem como objetivo apresentar o sítio arqueológico, enquadrando-o devidamente nos mecanismos da economia local e imperial romana, de modo a explorar o seu potencial enquanto elemento mediador da transmissão de conhecimentos sobre a temática dos centros produtores de cerâmica na época.
Museu Nacional de Arqueologia
Praça do Império, Museu Nacional de Arqueologia
Tel.: 213620000
Praça do Império, Museu Nacional de Arqueologia
Tel.: 213620000
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Um cofre em cristal de 1600 e o mausoléu de Alfredo da Silva, próspero
industrial do Estado Novo, podem ter algo em comum? Que relação existe entre um
projecto de Álvaro Siza Vieira e o Martírio de São Sebastião, pintura de
Gregório Lopes da primeira metade do século XVI?
Repensando a arquitectura enquanto território utópico e conceptual - e assumindo que projectar é pura fantasia, capaz de contaminar as várias disciplinas artísticas -, a exposição promove um ângulo novo de aproximação à pintura, à escultura, à ourivesaria, às artes decorativas.
Uma extraordinária viagem por um eclético universo de centena e meia de obras, do MNAA e de outras colecções, públicas e privadas, do século XIV aos nossos dias. Ilustrando diferentes apropriações dos valores e recursos da arquitectura, a mostra divide-se em sete núcleos: A arquitectura enquanto ideia; Idear a arquitectura; A microarquitectura; A arquitectura enquanto metáfora; A arquitectura enquanto ordem; A arquitectura enquanto autoridade; A arquitectura imaginária.
Debate necessariamente retrospectivo e obrigatoriamente histórico mas, sobretudo, contemporâneo.
Repensando a arquitectura enquanto território utópico e conceptual - e assumindo que projectar é pura fantasia, capaz de contaminar as várias disciplinas artísticas -, a exposição promove um ângulo novo de aproximação à pintura, à escultura, à ourivesaria, às artes decorativas.
Uma extraordinária viagem por um eclético universo de centena e meia de obras, do MNAA e de outras colecções, públicas e privadas, do século XIV aos nossos dias. Ilustrando diferentes apropriações dos valores e recursos da arquitectura, a mostra divide-se em sete núcleos: A arquitectura enquanto ideia; Idear a arquitectura; A microarquitectura; A arquitectura enquanto metáfora; A arquitectura enquanto ordem; A arquitectura enquanto autoridade; A arquitectura imaginária.
Debate necessariamente retrospectivo e obrigatoriamente histórico mas, sobretudo, contemporâneo.
Museu Nacional de Arte Antiga
(MNAA)
Rua das Janelas Verdes, Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)
Tel.: 213912800
Rua das Janelas Verdes, Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)
Tel.: 213912800
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
«As relações entre arte e política são longínquas, quer sob a forma de
legitimação ou de contrapoder. Ao longo do século XX, esta relação tornou-se
particularmente profícua, desde a propaganda dos totalitarismos, aos movimentos
de subversão e rutura como o Dadaísmo, o Surrealismo, ou o Fluxus, às correntes
estéticas de denúncia como o Neorrealismo, às expressões artísticas associadas à
defesa dos direitos civis e das mulheres nos anos 70, ou ainda à discriminação
sexual, exponenciada pelo surgimento da Sida nos anos 80, só para citar alguns
exemplos.
Paradoxalmente, estes movimentos de rutura com o sistema foram apropriados pelo mercado da arte, cuja valorização especulativa apoiada por um conjunto de mediadores, munidos de estratégias agressivas, tem dominado a produção artística até à atualidade.
São estes os temas tratados nesta exposição temporária, num registo criativo, mas também de cidadania, ambicionando agir sobre a realidade, transformando-a, através da provocação, da ironia, do humor, da transgressão, do manifesto, da violência.(...)»
Emília Tavares
Paradoxalmente, estes movimentos de rutura com o sistema foram apropriados pelo mercado da arte, cuja valorização especulativa apoiada por um conjunto de mediadores, munidos de estratégias agressivas, tem dominado a produção artística até à atualidade.
São estes os temas tratados nesta exposição temporária, num registo criativo, mas também de cidadania, ambicionando agir sobre a realidade, transformando-a, através da provocação, da ironia, do humor, da transgressão, do manifesto, da violência.(...)»
Emília Tavares
Museu Nacional de Arte
Contemporânea - Museu do Chiado
Rua Serpa Pinto, nº 4, Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado
Tel.: 213432148
Rua Serpa Pinto, nº 4, Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do Chiado
Tel.: 213432148
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido
redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a
exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e
Cultura".
Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.
A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.
Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.
A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.
Museu Nacional de História Natural
(MNHN)
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural (MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural (MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 11h00-18h00
Em 1795 Lagrange referia que "Enquanto a Álgebra e a Geometria estiveram
separadas, o seu progresso foi lento e o seu uso limitado, mas uma vez que estas
ciências se uniram, elas deram uma à outra um apoio mútuo e rapidamente
avançaram juntas para a perfeição".
"Formas & Fórmulas" pretende fazer uma leitura desta citação à luz dos avanços científicos e tecnológicos do século XXI. Ligando modelos geométricos, objetos de uso comum e formas de arquitetura com fórmulas matemáticas, mostra-se como os mundos da Geometria (formas) e da Álgebra (fórmulas) se apoiam e completam.
A exposição desenvolve-se ao longo de 360 m2 passando por diversos módulos que nos mostram Linhas e Revoluções, Superfícies e Construções, Superfícies e Complicações e Imagens e Visualizações.
Através da experiência expositiva, os visitantes serão estimulados a conhecer as respostas a algumas das questões mais relevantes sobre este tema: O que é uma superfície de revolução? Como é que alterando uma fórmula se obtém uma outra forma? Porque é que um buraco complica uma superfície? O que é uma singularidade?
Já pensou que por trás de uma forma está uma fórmula?
"Formas & Fórmulas" pretende fazer uma leitura desta citação à luz dos avanços científicos e tecnológicos do século XXI. Ligando modelos geométricos, objetos de uso comum e formas de arquitetura com fórmulas matemáticas, mostra-se como os mundos da Geometria (formas) e da Álgebra (fórmulas) se apoiam e completam.
A exposição desenvolve-se ao longo de 360 m2 passando por diversos módulos que nos mostram Linhas e Revoluções, Superfícies e Construções, Superfícies e Complicações e Imagens e Visualizações.
Através da experiência expositiva, os visitantes serão estimulados a conhecer as respostas a algumas das questões mais relevantes sobre este tema: O que é uma superfície de revolução? Como é que alterando uma fórmula se obtém uma outra forma? Porque é que um buraco complica uma superfície? O que é uma singularidade?
Já pensou que por trás de uma forma está uma fórmula?
Museu Nacional de História Natural
(MNHN)
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural (MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural (MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 11h00-18h00
Nesta exposição o visitante é convidado a percorrer diversos passos de uma
investigação científica em curso e de produção de conhecimento no âmbito da
Paleontologia de dinossáurios, até à descoberta de fósseis de Allosaurus
fragilis em Portugal.
Este percurso é ilustrado com painéis informativos, fotografias e ilustrações científicas. O público poderá observar 16 réplicas de esqueletos ou crânios de diversas espécies de dinossáurios, complementados com informação sobre a relação entre Allosaurus e outros terópodes ou sobre a dinâmica interna do nosso planeta.
Este percurso é ilustrado com painéis informativos, fotografias e ilustrações científicas. O público poderá observar 16 réplicas de esqueletos ou crânios de diversas espécies de dinossáurios, complementados com informação sobre a relação entre Allosaurus e outros terópodes ou sobre a dinâmica interna do nosso planeta.
Museu Nacional de História Natural
(MNHN)
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural (MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural (MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 11h00-18h00
Numa parceria entre o Museu Nacional do Azulejo, a Fundação da Casa de
Bragança e o Centro de História de Além-Mar/FCSH/UNL, esta exposição temporária
reunirá pela primeira vez os azulejos de D. Teodósio I, reconstituindo a
disposição original dos seus vários conjuntos e a relação que estes
estabeleceriam com o espaço para o qual foram encomendados.
Deste modo, procura-se interpretar esta importante encomenda, alicerçada na recolha documental entretanto revelada, e que fornece uma nova leitura ao contexto das relações artísticas entre Portugal e a Flandres à época.
A exposição conta com um catálogo bilingue integrando sete textos de diversos autores nacionais e estrangeiros.
Deste modo, procura-se interpretar esta importante encomenda, alicerçada na recolha documental entretanto revelada, e que fornece uma nova leitura ao contexto das relações artísticas entre Portugal e a Flandres à época.
A exposição conta com um catálogo bilingue integrando sete textos de diversos autores nacionais e estrangeiros.
Museu Nacional do Azulejo
Rua da Madre de Deus, 4, Museu Nacional do Azulejo
Tel.: 218100340
Rua da Madre de Deus, 4, Museu Nacional do Azulejo
Tel.: 218100340
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Esta exposição apresenta trajes e acessórios de 1800 a 1900.
Os vestidos de Estilo Império mostram linhas simples e fluidas, de cores suaves e tecidos ligeiros, inspirados na Antiguidade Greco-Romana. Com o Romantismo os espartilhos e as armações regressam ao traje feminino, assim como uma maior elaboração nas formas, tecidos e cores. O traje masculino adquire, neste período, a sobriedade que o vai caracterizar durante várias décadas reflectindo os ideais da burguesia.
Os vestidos de Estilo Império mostram linhas simples e fluidas, de cores suaves e tecidos ligeiros, inspirados na Antiguidade Greco-Romana. Com o Romantismo os espartilhos e as armações regressam ao traje feminino, assim como uma maior elaboração nas formas, tecidos e cores. O traje masculino adquire, neste período, a sobriedade que o vai caracterizar durante várias décadas reflectindo os ideais da burguesia.
Museu Nacional do Traje e da
Moda
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Nesta exposição estão patentes trajes e acessórios representativos das
grandes alterações vividas na moda do século XX: do Estilo Belle Époque, aos
Loucos Anos 20, do glamour dos Anos 30, às restrições da 2ª Grande Guerra e à
sofisticação do New Look. A partir dos Anos 60 a juventude começa a criar os
seus próprios grupos e estilos, surge a minisaia, o pronto-a-vestir e a moda
unisexo. São também apresentadas peças de criadores portugueses que se
destacaram nos Anos 80 e 90, como Ana Salazar, José António Tenente, entre
outros.
Museu Nacional do Traje e da
Moda
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Exposição inserida na linha de exposições Colecções ao Pormenor, que reúne
peças de traje e acessórios de pele com pelo da colecão do Museu Nacional do
Traje e pretende dar visibilidade a um material cujo uso e função - controversos
- percorrem a história das sociedades ao longo do tempo, acompanhando a sua
evolução tecnológica, variando utilizações, aplicações e tipologias segundo o
contexto histórico, cultural, social e o gosto pessoal do seu
criador/utilizador.
Museu Nacional do Traje e da
Moda
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Que descobertas científicas revolucionárias ocorreram nos últimos cem anos e
de que forma mudaram a nossa percepção do mundo e de nós mesmos?
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" está dividida em quatro grandes áreas:
- A vida e a mente: a ciência contribuiu significativamente para o aumento da compreensão do que somos e de quem somos. Hoje sabemos que é conjugação entre os nossos genes, o ambiente em que vivemos e os nossos actos que define o nosso eu.
- Viver melhor: a vacinação, os antibióticos, os cuidados de higiene e o acesso generalizado a cuidados de saúde contribuíram para que a esperança média de vida no mundo ocidental praticamente duplicasse no último século. Mas será assim em todo o mundo?
- Sistema Terra: o planeta Terra é um sistema dinâmico em que praticamente tudo está relacionado: os vulcões, os tremores de terra, o clima, as correntes oceânicas, as paisagens em mudança, os seres vivos... E nós, humanos, não estamos de fora.
Para além do visível: há um século, considerava-se que a Física era uma ciência completa. No entanto, em poucas décadas, tudo mudou. Agora temos uma forma totalmente nova de olhar tanto para o mundo infinitamente grande como para o infinitamente pequeno.
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" é dirigida a jovens com idade superior a 12 anos e resultou de uma coprodução entre o Pavilhão do Conhecimento ? Ciência Viva e os centros de ciência Heureka (Finlândia), Museon (Holanda) e Universcience (França).
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" está dividida em quatro grandes áreas:
- A vida e a mente: a ciência contribuiu significativamente para o aumento da compreensão do que somos e de quem somos. Hoje sabemos que é conjugação entre os nossos genes, o ambiente em que vivemos e os nossos actos que define o nosso eu.
- Viver melhor: a vacinação, os antibióticos, os cuidados de higiene e o acesso generalizado a cuidados de saúde contribuíram para que a esperança média de vida no mundo ocidental praticamente duplicasse no último século. Mas será assim em todo o mundo?
- Sistema Terra: o planeta Terra é um sistema dinâmico em que praticamente tudo está relacionado: os vulcões, os tremores de terra, o clima, as correntes oceânicas, as paisagens em mudança, os seres vivos... E nós, humanos, não estamos de fora.
Para além do visível: há um século, considerava-se que a Física era uma ciência completa. No entanto, em poucas décadas, tudo mudou. Agora temos uma forma totalmente nova de olhar tanto para o mundo infinitamente grande como para o infinitamente pequeno.
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" é dirigida a jovens com idade superior a 12 anos e resultou de uma coprodução entre o Pavilhão do Conhecimento ? Ciência Viva e os centros de ciência Heureka (Finlândia), Museon (Holanda) e Universcience (França).
Pavilhão do Conhecimento
Parque das Nações - Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01, Pavilhão do Conhecimento
Tel.: 218917100
Parque das Nações - Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01, Pavilhão do Conhecimento
Tel.: 218917100
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom-Fer: 11h00-19h00
A exposição "T. rex: quando as galinhas tinham dentes" vai transportar os
visitantes do Pavilhão do Conhecimento numa viagem ao tempo dos
dinossauros.
Miúdos e graúdos poderão olhar nos olhos de um T. rex em tamanho real com mais de cinco metros de comprimento e assistir a cenas de enorme realismo com animais robotizados, tais como um T. rex a alimentar-se de um Triceratops ou um Ankylosaurus a defender-se com a sua impressionante cauda.
Mas não é tudo. Poderá tocar um fóssil de pegada de um saurópode e sentir como era a sua pele, assim como descobrir um dos maiores e mais antigos ninhos de dinossauro do mundo, que pertenceu à espécie portuguesa Lourinhanosaurus.
Nesta exposição em que a "estrela" é um dos maiores carnívoros de todos os tempos - o Tyrannosaurus rex - o visitante terá de assumir o papel de um verdadeiro "detective científico" e, depois de analisar a informação, tocar e observar réplicas de ossos de vários dinossauros respondendo às perguntas: Será que o T. rex viveu em Portugal? Era um caçador ou alimentava-se de animais mortos? Teria escamas ou o corpo coberto de penas? Por que desapareceu da face da Terra tão subitamente? E será que os dinossauros se extinguiram mesmo todos ou ainda podemos encontrar dinossauros vivos por aí?
Miúdos e graúdos poderão olhar nos olhos de um T. rex em tamanho real com mais de cinco metros de comprimento e assistir a cenas de enorme realismo com animais robotizados, tais como um T. rex a alimentar-se de um Triceratops ou um Ankylosaurus a defender-se com a sua impressionante cauda.
Mas não é tudo. Poderá tocar um fóssil de pegada de um saurópode e sentir como era a sua pele, assim como descobrir um dos maiores e mais antigos ninhos de dinossauro do mundo, que pertenceu à espécie portuguesa Lourinhanosaurus.
Nesta exposição em que a "estrela" é um dos maiores carnívoros de todos os tempos - o Tyrannosaurus rex - o visitante terá de assumir o papel de um verdadeiro "detective científico" e, depois de analisar a informação, tocar e observar réplicas de ossos de vários dinossauros respondendo às perguntas: Será que o T. rex viveu em Portugal? Era um caçador ou alimentava-se de animais mortos? Teria escamas ou o corpo coberto de penas? Por que desapareceu da face da Terra tão subitamente? E será que os dinossauros se extinguiram mesmo todos ou ainda podemos encontrar dinossauros vivos por aí?
Pavilhão do Conhecimento
Parque das Nações - Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01, Pavilhão do Conhecimento
Tel.: 218917100
Parque das Nações - Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01, Pavilhão do Conhecimento
Tel.: 218917100
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom-Fer: 11h00-19h00
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