Rua do Alecrim, 48/50, Alecrim 50 - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213465258
Pintura de Tomás Cunha Ferreira, Exposição de trabalhos recentes
de pintura de autoria de Tomás Cunha Ferreira.
Sessões: 2ª-6ª: 11h00-19h00; Sab: 11h00-13h30 /
16h00-19h00
Rua da Misericórdia, nº 30, Allarts Gallery - Lisboa
Tel.: 217951034
«VII Exposição de Pintura - Seleção Allarts Gallery», A Allarts
Gallery para além das obras apresentadas nas diversas exposições que promove,
possui um extenso acervo de pintura contemporânea. Assim, anualmente, realiza
exposições colectivas intercalares com escolhas criteriosas de obras do seu
espólio, cujos autores vêm merecendo crescente reconhecimento junto dos nossos
clientes e coleccionadores.
A "VII Exposição de Pintura - Selecção Allarts Gallery" mostra trabalhos de vários pintores de diversos países que, pela originalidade e qualidade artística das obras que apresentam foram os mais apreciados e melhor referenciados nas exposições individuais de 2012.
A "VII Exposição de Pintura - Selecção Allarts Gallery" mostra trabalhos de vários pintores de diversos países que, pela originalidade e qualidade artística das obras que apresentam foram os mais apreciados e melhor referenciados nas exposições individuais de 2012.
Sessões: 3ª-Sab: 10h00-19h00
Rua Acácio Paiva nº27 R/C, Appleton Square
Tel.: 210993660
«Erosion» - Mónica de Miranda, Mónica de Miranda apresenta a
exposição "Erosion", parte integrante do projecto "Once Upon a Time", que propõe
uma viagem visual para um lugar de ficção tecida através de fragmentos
biográficos. O seu imaginário liga três continentes - África, Europa e América -
formando um puzzle que aspira a compor uma totalidade imaginada e desejada.
Sessões: 3ª-Sab: 15h00-20h00
Rua Capitão Leitão, nº 51-53, Baginski Contemporary Photography
Tel.: 213970719
«Chama Dupla» - Paulo Brighenti, Nesta exposição intitulada "Chama
Dupla" o artista Paulo Brighenti apresenta um trabalho inédito de pintura,
desenho, aguarela e objetos, em continuidade com investigação que desenvolve
sobre a luz e a cor. O espetáculo de circo no qual se baseia o título da
exposição, e que resulta do esforço de equilíbrio permanente entre forças
opostas, funciona como metáfora para uma reflexão sobre a vida e a morte.
Sessões: 3ª-Sab: 11h00-19h00
Campo Grande, Nº 83, Biblioteca Nacional
Tel.: 217982000
«300 anos do Vocabulário de Bluteau: o estudo e a ilustração da
língua», Celebra-se este ano o tricentenário da publicação do Vocabulário
Portuguez e Latino de Rafael Bluteau (1638-1734). Relembram-se, nesta exposição,
a figura e a obra do seu autor e também o trabalho fecundo e criativo dos
teatinos, seus confrades, que inovaram os estudos linguísticos em Portugal,
produzindo um conjunto de obras inaugurais, no âmbito da gramática, da
ortografia e da lexicografia bilingue.
Além dos trabalhos publicados, recuperam-se nesta mostra obras inéditas e inacabadas, que se conservam manuscritas na Biblioteca Nacional, que se encontram ainda insuficientemente estudadas e que podem dar um apreciável contributo para a história da cultura portuguesa.
Além dos trabalhos publicados, recuperam-se nesta mostra obras inéditas e inacabadas, que se conservam manuscritas na Biblioteca Nacional, que se encontram ainda insuficientemente estudadas e que podem dar um apreciável contributo para a história da cultura portuguesa.
Sessões: 2ª-6ª: 13h00-19h00; Sab: 10h00-17h00
Palácio Anjos, Alameda Hermano Patrone, CAMB - Centro de Arte Manuel de
Brito (Algés)
Tel.: 214111400
«Hortus Botanicus» - coletiva, Em todas as épocas da humanidade
encontramos a representação de árvores, flores e frutos. Elas aparecem nas
paredes dos templos egípcios, nos relevos assírios, nos vasos gregos, nas
esculturas dos templos indianos, nas cerâmicas da dinastia Ming, nas iluminuras
e nos Livros de Horas medievais, nas gravuras japonesas em madeira ou nas
aguarelas inglesas.
As naturezas mortas aparecem no século XVII feitas pelos pintores holandeses logo seguidos pelos restantes pintores europeus. Cézanne, Picasso, Braque, Juan Gris, Fernand Léger, Miró ou Georgia O?Keefe pintaram excelentes naturezas mortas.
A natureza fascinou todos os artistas de todos os tempos. Renoir, Van Gogh, Cézanne, Manet, Monet, Seurat ou Matisse deixaram-nos obras maravilhosas.
"Hortus Botanicus", a exposição que vamos apresentar tem esse espírito, o fascínio pela flora de artistas dos nossos tempos.
Eduardo Viana, Joaquim Rodrigo, António Pedro, Rolando Sá Nogueira, Menez, Toshimitsu Imai, Lourdes de Castro, Niki de Saint Phalle, Bartolomeu Cid dos Santos, Nikias Skapinakis, Jean-Michel Folon, Eduardo Luiz, Jim Dine, José Rodrigues, José de Guimarães, Jorge Martins, Celeste Maia, David de Almeida, Hazel Karr, Fátima Vaz, Graça Morais, Miguel Rebelo, Urbano, Fátima Mendonça, Cristina Lamas, Joana Salvador, Jorge Santos, João Leonardo, Catarina Branco, Samuel Rama, Sofia Leitão, David Oliveira, Diogo Evangelista, João Francisco e Rui Pedro Jorge são os artistas que nos trazem obras feitas em diversas técnicas e materiais.
As naturezas mortas aparecem no século XVII feitas pelos pintores holandeses logo seguidos pelos restantes pintores europeus. Cézanne, Picasso, Braque, Juan Gris, Fernand Léger, Miró ou Georgia O?Keefe pintaram excelentes naturezas mortas.
A natureza fascinou todos os artistas de todos os tempos. Renoir, Van Gogh, Cézanne, Manet, Monet, Seurat ou Matisse deixaram-nos obras maravilhosas.
"Hortus Botanicus", a exposição que vamos apresentar tem esse espírito, o fascínio pela flora de artistas dos nossos tempos.
Eduardo Viana, Joaquim Rodrigo, António Pedro, Rolando Sá Nogueira, Menez, Toshimitsu Imai, Lourdes de Castro, Niki de Saint Phalle, Bartolomeu Cid dos Santos, Nikias Skapinakis, Jean-Michel Folon, Eduardo Luiz, Jim Dine, José Rodrigues, José de Guimarães, Jorge Martins, Celeste Maia, David de Almeida, Hazel Karr, Fátima Vaz, Graça Morais, Miguel Rebelo, Urbano, Fátima Mendonça, Cristina Lamas, Joana Salvador, Jorge Santos, João Leonardo, Catarina Branco, Samuel Rama, Sofia Leitão, David Oliveira, Diogo Evangelista, João Francisco e Rui Pedro Jorge são os artistas que nos trazem obras feitas em diversas técnicas e materiais.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00 (10h00-24h00 na última 6ª do
mês)
Rua Joly Braga Santos, lote F, r/c - Lisboa, Carlos Carvalho Arte
Contemporânea
Tel.: 217261831
«Freak Out» - Ricardo Angélico, Na sua série mais recente de
trabalhos, Ricardo Angélico elabora um banco de registos fisionómicos, baseado
também nas aproximações biográficas, que forma um compêndio de sobreposições de
três figuras notáveis, tendencialmente de áreas culturais diferentes.
Sessões: 2ª-6ª: 10h30-19h30; Sab: 12h00-19h30
Rua de O Século, nº 79, Carpe Diem Arte e Pesquisa
Tel.: 210966274
«Variações da Fé» - Hélène Veiga Gomes, Um corredor, uma
antecâmara, outra, a sala grande. Um poster de Meca. Um ponto de água. Ao longe,
a voz do chamamento. "Variações da fé" é uma instalação que visa restituir os
espaços simbólicos de uma mesquita contemporânea. Ao pesquisar sobre a dimensão
ritual do culto muçulmano, Hélène Veiga Gomes trabalhou a partir das condições
de transposição da sala de orações para a sala de exposição.
Sessões: 4ª-Sab: 13h00-19h00
Avenida da República, nº 300, Casa das Histórias Paula Rego
Tel.: 214826970
«A Fonte das Palavras» - Maria João Worm, "A Fonte das Palavras" é
o nome do projecto concebido por Maria João Worm para a Casa das Histórias Paula
Rego. Teve como ponto de partida o contexto editorial ficcionado que a artista
tem desenvolvido no seu trabalho, através do qual cria quadros biográficos
diversos, e dá corpo a escritores e tradutores pela apresentação dos seus
trabalhos. Na segunda parte do percurso expõe-se um conjunto de matrizes de
gravuras realizadas pela artista para ilustrarem textos da escritora Dulce Maria
Cardoso.
Galardoada com o Prémio Nacional de Ilustração 2011, Maria João Worm transporta a cada projecto a poética das histórias e das memórias individuais para um quotidiano desassossegado de questionamento identitário de se ser humano, fazendo da imagem e da palavra, do desenho, da gravura, dos objectos, as suas formas de pensar e contar.
Galardoada com o Prémio Nacional de Ilustração 2011, Maria João Worm transporta a cada projecto a poética das histórias e das memórias individuais para um quotidiano desassossegado de questionamento identitário de se ser humano, fazendo da imagem e da palavra, do desenho, da gravura, dos objectos, as suas formas de pensar e contar.
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-18h00
«Innervisions - Paula Rego e Pedro Calapez», A exposição
"Innervisions" apresenta a coleção da Casa das Histórias Paula Rego através de
uma estratégia expositiva diferenciada que parte de um diálogo não ilustrativo
entre uma das mais emblemáticas obras da artista, Anjo (1998) e uma série
inédita de trabalhos do artista contemporâneo Pedro Calapez, concebida
especificamente para este momento como um envolvimento/instalação.
As obras selecionadas, da abstracção à figuração, partilham características comuns, temas e estruturas narrativas alinhadas numa estética do sonho e do fantástico, em que se exploram as temáticas do amor, do medo, da religião, do poder e da subjugação, do terror e da transgressão.
As obras selecionadas, da abstracção à figuração, partilham características comuns, temas e estruturas narrativas alinhadas numa estética do sonho e do fantástico, em que se exploram as temáticas do amor, do medo, da religião, do poder e da subjugação, do terror e da transgressão.
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-18h00
Rua do Farol de Santa Marta, Casa de Santa Maria
Tel.: 214815382
«Energias Paralelas», Esta exposição surge na sequência da
descoberta de energias codificadas que se manifestam na pintura, na escultura,
fotografia e instalação e que mantêm a mesma dinâmica contemporânea. O objetivo
é promover, valorizar e expor o produto português. Os artistas que fazem parte
do projeto são: Cristina Troufa, Clo Bougard, António Franchini, Rodrigo
Silvestre, José Maria Pinedo, Rodrigo Alzamora, Ricardo Passos, Urbano da Cruz,
Alexandra Vaz Guedes, Eleonora Drummond, André Boto, Xico Lucena, Rita Roque e
Carlos Andrade.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-13h00 / 14h00-17h00
Praça José Teodoro dos Santos, Casino Estoril
Tel.: 214667911
«ARTIS 13» - Exposição Coletiva, Exposição coletiva com trabalhos
de pintura, desenho, escultura e gravura, em que participam, entre outros, os
seguintes artistas: A. Barbosa, Abílio Febra, Branislav Mihajlovic, Damião
Porto, Diogo Navarro, F. Gaspar, Gabriel Seixas, Gil Maia, Gustavo Fernandes,
Hugo Marques, João Feijó, João Sotero, Jorge Pé-Curto, Maria Flores, Maísa
Champalimaud, Marius Moraru, Moisés Preto Paulo, Nélio Saltão, Ophélia Marçal,
Paulo Ossião, Rogério Timóteo e Rui Tavares.
Sessões: 2ª-Dom: 15h00-03h00
Avenida Rei Humberto II de Itália, Centro Cultural de Cascais
Tel.: 214848900
«Way Home» - Paulo Martins, Exposição de trabalhos de fotografia
de autoria de Paulo Martins, intitulada "Way Home".
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
«EXIT.» - Francisco Solana, Exposição de trabalhos recentes de
pintura de autoria do artista espanhol Francisco Solana, intitulada "EXIT.".
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Rua Álvaro António dos Santos, Palácio do Egipto, Centro Cultural Palácio
do Egipto
Tel.: 214408391
«Color Field» - João Feijó, "Color Field", foi um movimento
artístico que nasceu na Rússia em 1913 e que veio a ter grande expressão nos
Estados Unidos, depois da chegada a esse país, no pós 1ª Grande Guerra, de
vários artistas russos ligados a esse movimento.
"Color Field", define-se como uma narrativa alternativa, onde o artista explora ao máximo a sua criatividade, sendo a sua maior fonte de inspiração, o próprio processo de pintar e a carga emocional dai resultante.
Muito posteriormente, também o artista João Feijó experimentou forte influência daquela corrente estética, para quem dois dos seus maiores representantes, Mark Rothko e Zao Wou Ki, passaram a ser verdadeiros ícones.
As obras expostas, pretendem mostrar uma nova abordagem da técnica da aguarela, explorando, João Feijó, novas formas estéticas de apresentar esta tão difícil técnica, dando aos campos de cor uma abordagem expressionista e espontânea, pretendendo chegar a novas formas de arte sobre papel.
Estamos na presença de uma mostra inovadora e muito pouco explorada da técnica da aguarela, motivo mais que suficiente, para merecer uma visita.
"Color Field", define-se como uma narrativa alternativa, onde o artista explora ao máximo a sua criatividade, sendo a sua maior fonte de inspiração, o próprio processo de pintar e a carga emocional dai resultante.
Muito posteriormente, também o artista João Feijó experimentou forte influência daquela corrente estética, para quem dois dos seus maiores representantes, Mark Rothko e Zao Wou Ki, passaram a ser verdadeiros ícones.
As obras expostas, pretendem mostrar uma nova abordagem da técnica da aguarela, explorando, João Feijó, novas formas estéticas de apresentar esta tão difícil técnica, dando aos campos de cor uma abordagem expressionista e espontânea, pretendendo chegar a novas formas de arte sobre papel.
Estamos na presença de uma mostra inovadora e muito pouco explorada da técnica da aguarela, motivo mais que suficiente, para merecer uma visita.
Sessões: 3ª-Dom: 12h00-18h00
Rua Dr. Nicolau de Bettencourt, Centro de Arte Moderna José de Azeredo
Perdigão (CAMJAP)
Tel.: 217823000 (fim-de-semana: 217823474/3483)
Trabalho de Lida Abdul, A primeira exposição de Lida Abdul (Kabul,
1973) em Portugal apresenta "Time, Love and the Workings of Anti-Love" a nova
instalação da artista composta por uma máquina fotográfica, trezentas fotos tipo
passe e som: uma voz que diz um texto pungente que tem tanto de belo como de
doloroso. A voz, ou a ausência dela, é algo importante na obra de Lida
Abdul.
No vídeo "In Transit", de 2008 - que integra a exposição conjuntamente com "White House" e "Dome", de 2005, e "White Horse", "Brick Sellers" e "War Games", de 2006 -, um grupo de crianças brinca em volta da carapaça de um avião soviético abandonado. O termo "carapaça", oriundo do mundo animal, não é aqui escrito por falta de vocabulário mecânico, mas sim pelo facto de a imagem deste avião semidestruído, esburacado - que aliás começa por nos ser mostrado em imagem parada como uma fotografia, para que o nosso olhar se demore e fixe nele -, mais parecer um corpo ferido, um esqueleto.
No vídeo "In Transit", de 2008 - que integra a exposição conjuntamente com "White House" e "Dome", de 2005, e "White Horse", "Brick Sellers" e "War Games", de 2006 -, um grupo de crianças brinca em volta da carapaça de um avião soviético abandonado. O termo "carapaça", oriundo do mundo animal, não é aqui escrito por falta de vocabulário mecânico, mas sim pelo facto de a imagem deste avião semidestruído, esburacado - que aliás começa por nos ser mostrado em imagem parada como uma fotografia, para que o nosso olhar se demore e fixe nele -, mais parecer um corpo ferido, um esqueleto.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
«Plantas e Plantas» - Narelle Jubelin, A obra de Narelle Jubelin
(Sydney, 1960) caracteriza-se por um cruzamento complexo de referências
culturais a objetos, a artefactos e a arquitetura que, de uma forma deliberada,
conservam a sua singularidade mantendo-se simultaneamente coesos no seu todo. À
utilização do bordado como meio expressivo que é uma das suas marcas autorais
desde o início da sua obra, junta-se mais recentemente o vídeo para operar uma
reflexão sobre a arquitetura, particularmente a modernista, e o modo como ela
fez a travessia da Europa para continentes mais afastados nomeadamente o
australiano através de arquitetos como Harry Seidler.
O título da exposição em português joga com o duplo sentido da palavra "planta" que tanto significa uma planta de um jardim como uma planta de um edifício, a tradução - outra zona privilegiada de trabalho de Jubelin - para inglês clarifica: Plants and Plans. A viver em Madrid desde 1995, a artista criará um diálogo - por vezes em tensão - entre a sua obra e a arquitetura do CAM.
O título da exposição em português joga com o duplo sentido da palavra "planta" que tanto significa uma planta de um jardim como uma planta de um edifício, a tradução - outra zona privilegiada de trabalho de Jubelin - para inglês clarifica: Plants and Plans. A viver em Madrid desde 1995, a artista criará um diálogo - por vezes em tensão - entre a sua obra e a arquitetura do CAM.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
«a imagem que de ti compus: Homenagem a Julio», Esta mostra
centra-se sobretudo nas primeiras etapas do percurso artístico de Júlio dos Reis
Pereira (1902-1983), destacando o trabalho surrealista e expressionista do
pintor. Serão apresentados na sua grande maioria desenhos e alguns óleos, das
décadas de 1930 a 1960, marcando um percurso individual original, num desejo de
revolução do surrealismo em Portugal.
Exposição organizada em parceria entre o CAM - Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Cupertino de Miranda, em que ambas as instituições são depositárias de um forte núcleo de obras do artista nas suas coleções.
Exposição organizada em parceria entre o CAM - Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Cupertino de Miranda, em que ambas as instituições são depositárias de um forte núcleo de obras do artista nas suas coleções.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Largo do Chiado, nº 8, Chiado 8 - Companhia de Seguros Mundial
Confiança
Tel.: 213401500
Pedro Sousa Vieira expõe na Chiado 8, Para quem há já demasiado
tempo vive sob o jugo da especialização e daquela singela, porém brutal, ideia
de que o caminho para a verdade das coisas não admite nem inflexões críticas nem
deslumbramentos superficiais, o trabalho de Pedro Sousa Vieira (Porto, 1963) é
uma espécie de grande exercício herético. Recorrendo a meios tão diversos como o
desenho, a pintura, a fotografia, a colagem, a escultura ou, mais recentemente,
o vídeo, a prática deste artista recordanos que à conceção que defende que o
conhecimento só é verdadeiramente possível por via de uma busca sistemática,
progressiva e focada, existe uma alternativa que opta por se aproximar dos
mistérios do mundo na base da sua diversidade, da sua amplitude e do seu
intrínseco fascínio. Sem culpa e sem arrependimento, o método de trabalho deste
artista está assente numa total disponibilidade para acolher, inspecionar,
perceber e inter-relacionar os mais díspares signos e fenómenos visuais, fazendo
do seu processo criativo um ágil e singular dispositivo de teste à resistência
das imagens face a esse suposto regime de exceção a que chamamos de experiência
artística.
Sessões: 2ª-6ª: 12h00-20h00
«Preto e branco» - Pedro Sousa Vieira, Para quem há já demasiado
tempo vive sob o jugo da especialização e daquela singela, porém brutal, ideia
de que o caminho para a verdade das coisas não admite nem inflexões críticas nem
deslumbramentos superficiais, o trabalho de Pedro Sousa Vieira (Porto, 1963) é
uma espécie de grande exercício herético. Recorrendo a meios tão diversos como o
desenho, a pintura, a fotografia, a colagem, a escultura ou, mais recentemente,
o vídeo, a prática deste artista recordanos que à conceção que defende que o
conhecimento só é verdadeiramente possível por via de uma busca sistemática,
progressiva e focada, existe uma alternativa que opta por se aproximar dos
mistérios do mundo na base da sua diversidade, da sua amplitude e do seu
intrínseco fascínio. Sem culpa e sem arrependimento, o método de trabalho deste
artista está assente numa total disponibilidade para acolher, inspecionar,
perceber e inter-relacionar os mais díspares signos e fenómenos visuais, fazendo
do seu processo criativo um ágil e singular dispositivo de teste à resistência
das imagens face a esse suposto regime de exceção a que chamamos de experiência
artística.
Sessões: 2ª-6ª: 12h00-20h00
Rua do Arco do Cego, Ed Sede da Caixa Geral de Depósitos, Culturgest
Tel.: 217905155
«Esculturas Sonoras 1994-2013» - Rui Toscano, Em 1994, Rui Toscano
(Lisboa, 1970) produziu uma escultura sonora que se viria a revelar determinante
no desenvolvimento da sua prática artística nos anos subsequentes. Bricks are
Heavy, assim se intitulava, inaugurou uma genealogia de obras em que o artista
utiliza o radiogravador simultaneamente como elemento escultórico e como sistema
de amplificação sonora.
Sessões: 2ª,4ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom: 14h00-20h00; 3ª:
Enc
«Retrato de Michel Auder», "Retrato de Michel Auder" é parte de
uma colaboração com a Kunsthalle Basel, que em junho de 2013 apresentará uma
outra exposição igualmente dedicada ao artista.
A obra videográfica de Michel Auder (Soissons, França, 1945) ficou indelevelmente marcada por vicissitudes de ordem biográfica: em 1969, o jovem aspirante a cineasta casa-se com Viva, uma das atrizes diletas de Andy Warhol, que conhecera em Paris pouco tempo antes, e muda-se para Nova Iorque. Até finais da década de 1980, filma obsessivamente o círculo de pessoas com quem vive e convive, utilizando esse abundante material em filmes que retratam essas personagens (Viva, Andy Warhol, Brigid Berlin, Louis Waldon, Taylor Mead, Alice Neel, Cindy Sherman, entre outros) e o seu quotidiano. Desenvolvendo nesses e noutros filmes um estilo documental muito próprio, de forte cunho diarístico, Michel Auder sempre recusou, no entanto, a categoria do documentário e a concomitante noção de verdade de que aquela não se consegue desligar.
A obra videográfica de Michel Auder (Soissons, França, 1945) ficou indelevelmente marcada por vicissitudes de ordem biográfica: em 1969, o jovem aspirante a cineasta casa-se com Viva, uma das atrizes diletas de Andy Warhol, que conhecera em Paris pouco tempo antes, e muda-se para Nova Iorque. Até finais da década de 1980, filma obsessivamente o círculo de pessoas com quem vive e convive, utilizando esse abundante material em filmes que retratam essas personagens (Viva, Andy Warhol, Brigid Berlin, Louis Waldon, Taylor Mead, Alice Neel, Cindy Sherman, entre outros) e o seu quotidiano. Desenvolvendo nesses e noutros filmes um estilo documental muito próprio, de forte cunho diarístico, Michel Auder sempre recusou, no entanto, a categoria do documentário e a concomitante noção de verdade de que aquela não se consegue desligar.
Sessões: 2ª,4ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom: 14h00-20h00; 3ª:
Enc
Rua Rodrigues Sampaio, 95 (Sede Tranquilidade), Espaço Arte Tranquilidade ?
Projectos Especiais
«Ropes» - fotografias de João Grama, "Ropes" é o título da segunda
exposição da nova programação do Espaço Arte Tranquilidade e apresenta o
trabalho fotográfico mais recente de João Grama.
João Grama (n.1975) tem como base primordial do seu trabalho a construção da imagem fotográfica. Durante cerca de ano e meio o artista viveu entre Vila do Bispo e Sagres, onde contactou com a comunidade de percebeiros local. Esta (con)vivência deu origem a uma pesquisa artística que se consubstanciou na série que intitulou "Ropes". No Espaço Arte Tranquilidade o artista irá apresentar novas imagens desta série, que mapeia uma actividade que tem tanto de risco como de desuso. No entanto, não é o teor documental que caracteriza o trabalho. Mas antes, a poética que é acrescida à observação cuidada da paisagem e dos métodos de (sobre)vivência naquele recorte da costa portuguesa.
João Grama (n.1975) tem como base primordial do seu trabalho a construção da imagem fotográfica. Durante cerca de ano e meio o artista viveu entre Vila do Bispo e Sagres, onde contactou com a comunidade de percebeiros local. Esta (con)vivência deu origem a uma pesquisa artística que se consubstanciou na série que intitulou "Ropes". No Espaço Arte Tranquilidade o artista irá apresentar novas imagens desta série, que mapeia uma actividade que tem tanto de risco como de desuso. No entanto, não é o teor documental que caracteriza o trabalho. Mas antes, a poética que é acrescida à observação cuidada da paisagem e dos métodos de (sobre)vivência naquele recorte da costa portuguesa.
Sessões: 4ª-Sab: 13h00-20h00
Avenida dos Cavaleiros - Centro Comercial Alegro Alfragide, Fnac
Alfragide
Tel.: 214204300
«Godspeedpinto» - João Maio Pinto, Esta exposição é um périplo
pelos últimos oito anos da carreira de ilustração de João Maio Pinto, sendo que
a escolha dos trabalhos apresentados não foi feita pretendendo revelar aqueles
que fossem mais paradigmáticos de uma abordagem autoral específica, tendo-se
optado sim pela apresentação da diversidade de registos que tem percorrido ao
longo desse período de tempo.
Sessões: Dom-5ª: 10h00-23h00; 6ª-Sab:
10h00-24h00
Est. Nac. nº 9, Centro Comercial CascaiShopping, Loja nº 0084/85, Fnac
Cascaishopping
Tel.: 214699000
«Momentos da Vida Política Portuguesa» - Aurélio da Paz dos Reis,
Realizada com base em reproduções dos negativos originais que integram o espólio
do fotógrafo no Centro Português de Fotografia, a exposição recorda episódios do
5 de Outubro de 1910 e algumas das figuras dominantes da Primeira República
Portuguesa, como os políticos Afonso Costa, António José de Almeida e Bernardino
Machado.
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-24h00
Av. D. João II, Lote 10502 - Centro Vasco da Gama, Loja 2089, Fnac Vasco da
Gama
Tel.: 218955791
«A Arte Saiu À Rua», A FNAC, numa parceria inédita com a Taschen e
com o desenhador urbano Pedro Soares Neves, apresenta uma seleção de fotografias
que testemunham a intensa e diversificada atividade artística que percorre as
ruas um pouco por todo o Mundo e, simultaneamente, os primórdios do movimento de
pintura de graffiti na grande Lisboa.
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-24h00
Estrada do Guincho (EN 247), Forte de São Jorge de Oitavos
«O Naufrágio da Nau Gran Principessa di Toscana», Em meados de
dezembro de 1696 e na sequência de três dias de uma forte tempestade, naufragou
e despedaçou-se nas imediações do Cabo Raso, com grande perda de vidas humanas,
o navio florentino de 70 canhões Gran Principessa di Toscana. Por mais de 2000
anos o litoral cascalense foi alvo de numerosos naufrágios. Muitos deles
conservam ainda hoje um grande potencial arqueológico. Numa seleção de um
conjunto de imagens e algumas réplicas representativas do espólio recuperado,
esta exposição é demonstrativa de um trabalho de investigação e paixão do autor,
o arqueólogo João Pedro Cardoso.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 10h00-13h00 /
14h00-17h00
Avenida de Berna, 45-A, Fundação Calouste Gulbenkian (FCG)
Tel.: 217823000
«Um Chá para Alice», Partindo do clássico de Lewis Carroll, a
exposição "Um Chá para Alice" reúne as ilustrações originais de algumas das mais
aclamadas versões contemporâneas deste conto intemporal, numa diversidade de
estilos, abordagens, sensibilidades, escolas e técnicas de ilustração. Estão
representados alguns dos melhores ilustradores para a infância contemporâneos
como Lisbeth Zwerger (Áustria), Dusan Kallay (Eslováquia), Anthony Browne (GB),
Chiara Carrer (Itália), Anne Herbauts (Bélgica), Nicole Claveloux (França) e
Teresa Lima (Portugal).
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Rua Augusta, nº 96, Fundação Millennium bcp
Tel.: 211131242
«Baixa em Tempo Real», Através de instalações lúdicas e
tecnológicas, a exposição "Baixa em tempo Real" propõe um espaço interpretativo
sobre a Baixa Pombalina/Chiado - coração cultural da cidade de Lisboa na sua
diversidade e multiculturalidade - por meio de uma leitura cosmopolita e
contemporânea baseada na palavra de quem a conhece e vive.
Sessões: 2ª-4ª,6ª-Sab: 10h00-13h00 /
14h00-17h00
Campo Grande, 113, Galeria 111 - Lisboa
Tel.: 217819907
«Atirar a albarda ao ar» - Júlio Pomar, Exposição composta por
desenhos e telas temáticas de Júlio Pomar, intitulada "Atirar a albarda ao
ar".
Sessões: 2ª-Sab: 10h00-13h00 / 15h00-19h30
Rua S. Filipe Neri, 42 c/v, Galeria Diferença
Tel.: 213832193
«Trilhando em chão de fogo» - Natércia d'Almeida, Exposição de
trabalhos de Natércia d'Almeida, intitulada "Trilhando em chão de fogo".
Sessões: 3ª-Sab: 15h00-20h00
«Variações grey black NWV 8» - Nim Castanheira, Mostra de
trabalhos de Nim Castanheira, intitulada «Variações grey black NWV 8».
Sessões: 3ª-Sab: 15h00-20h00
Rua da Manutenção, 80, Galeria Filomena Soares
Tel.: 218624122
«Feitiço / Spell» - Pedro Barateiro, Nesta exposição intitulada
"Feitiço / Spell", Pedro Barateiro apresenta um conjunto vasto de novas obras
que incluem uma série de fotografias intervencionadas, esculturas, desenhos e
ainda uma instalação.
O título da exposição é dado a partir de um novo filme do artista: uma narrativa feita de uma recolha de imagens do exterior e interior da Casa de Vidro em São Paulo, construída em 1951 pela arquitecta Lina Bo Bardi para a sua residência, mas também de filmagens a telas utilizadas como cenários em peças de teatro que se encontram em depósito no Museu do Teatro em Lisboa e, ainda, filmagens de fotografias que registam a representação da Tragédia Formiguinha da Boa Morte, por um grupo de teatro popular de São Tomé e Príncipe, conhecido como tchiloli.
O título da exposição é dado a partir de um novo filme do artista: uma narrativa feita de uma recolha de imagens do exterior e interior da Casa de Vidro em São Paulo, construída em 1951 pela arquitecta Lina Bo Bardi para a sua residência, mas também de filmagens a telas utilizadas como cenários em peças de teatro que se encontram em depósito no Museu do Teatro em Lisboa e, ainda, filmagens de fotografias que registam a representação da Tragédia Formiguinha da Boa Morte, por um grupo de teatro popular de São Tomé e Príncipe, conhecido como tchiloli.
Sessões: 3ª-Sab: 10h00-20h00
Rua Ivens, 38, Galeria João Esteves de Oliveira
Tel.: 213259940
«A Pele das Nuvens» - Jorge Martins, Exposição intitulada "A Pele
das Nuvens" composta por uma extensa série de desenhos de autoria de Jorge
Martins feitos a partir de fotografias com história.
Sessões: 2ª: 15h00-19h30; 3ª-6ª: 11h00-19h30; Sab: 11h00-13h30
/ 15h00-19h30
Rua Tenente Ferreira Durão, 18 - B, Galeria Miguel Nabinho
Tel.: 213830834 / 917250033 / 912236805
«Ana Maria» - Ana Jotta, Exposição de trabalhos recentes de
pintura de Ana Jotta, intitulada "Ana Maria".
Sessões: 3ª-6ª: 11h00-20h00; Sab: 12h00-20h00
Largo dos Stephens, 4, Galeria Quadrado Azul (Lisboa)
Tel.: 213476280
«Total Body Conditioning» - Mika Tajima, Exposição de trabalhos de
autoria de Mika Tajima, intitulada "Total Body Conditioning".
Sessões: 3ª-Sab: 13h00-20h00
Rua da Escola Politécnica, 167, Galeria São Mamede
Tel.: 213973255
«Árvores» - Armando Alves, Exposição de trabalhos de pintura de
autoria de Armando Alves, intitulada "Árvores".
Sessões: 2ª-6ª: 10h30-20h00; Sab: 11h00-19h00
«A Minha Pintura podia ser uma Cotovia» - Ana Maria, Exposição de
trabalhos de pintura de Ana Maria, intitulada "A Minha Pintura podia ser uma
Cotovia".
Sessões: 2ª-6ª: 10h30-20h00; Sab: 11h00-19h00
Alameda da Universidade, Instituto dos Arquivos Nacionais - Torre do
Tombo
Tel.: 21-7811500
«O Foral Novo: Registos Que Contam Histórias», O Arquivo Nacional
da Torre do Tombo e a Fundação Casa de Bragança assinalam a passagem dos
quinhentos anos sobre a reforma dos forais, com uma exposição de alguns
documentos significativos que têm à sua guarda e que, em conjunto, contam
histórias da História desse empreendimento de fôlego conduzido por D. Manuel I
entre 1495 e 1520.
Sessões: 2ª-6ª: 09h30-19h30; Sab: 09h30-12h30
«120 anos do Museu Nacional de Arqueologia», O Arquivo Nacional da
Torre do Tombo tem patente ao público uma mostra documental com interesse para a
Arqueologia em Portugal, evidenciando documentos como uma edição de 1613 da
publicação Deliciae lusitano hispanicae de André de Resende, considerado como
autor pioneiro no âmbito da arqueologia; uma fotografia menos conhecida de
Possidónio da Silva - fundador da Real Associação dos Architectos e Archeólogos
Portugueses - da autoria de Wenceslaw Ciffka - fotógrafo da Casa Real que veio
para Portugal com D. Fernando de Saxe-Coburgo - em papel salgado, datada de
1858; correspondência de José Leite de Vasconcelos, fundador do Museu Nacional
de Arqueologia com Virgílio Correia, arqueólogo e impulsionador do Centro
Arqueológico de Conímbriga; o Alvará de 1721 de D. João V sobre preservação de
património, em registo manuscrito de chancelaria e registo impresso na coleção
da Legislação Portuguesa e ainda, nas Memórias Paroquiais, um registo sobre a
origem romana do nome da cidade de Amarante.
Sessões: 2ª-6ª: 09h30-19h30; Sab: 09h30-12h30
Avenida Luís Bívar, 91, Instituto Francês de Portugal (IFP)
Tel.: 213111400
«Melodias Rústicas Portuguesas» - Patrick Devresse, Esta exposição
de fotografia de Patrick Devresse é baseada na obra de Fernando Lopes-Graça
"Melodias Rústicas Portuguesas". Estas músicas foram uma fonte de inspiração
para este conjunto de imagens de grande força expressiva, obtidas nos ambientes
naturais onde se cantaram muitas dessas melodias. Tal como na obra de
Lopes-Graça, também estas imagens se assumem como reflexos e leituras de um
mundo por onde viajam as nossas memórias
Sessões: 2ª-6ª: 09h00-21h00
Rua de São Bento, 302, MOCCA - Arte Moderna e Contemporânea
Tel.: 213421481
«Nadir Afonso: pintura e tapeçaria», Exposição de pintura e
tapeçaria em homenagem ao Mestre Nadir Afonso.
Sessões: 2ª-6ª: 13h30-20h00; Sab: 13h00-19h00
Rua Augusta, nº 24, MUDE - Museu do Design e da Moda
Tel.: 218886117 / 18
«Com esta voz me visto. O Fado e a Moda», A exposição "Com esta
voz me visto. O Fado e a Moda" centra-se no universo musical e literário do
Fado, olhando-o pela perspetiva da Moda e do importante contributo desta última
para a criação da imagem das novas fadistas. O objetivo é destacar a diversidade
de estilos das diferentes fadistas e cantoras de fado, colocando em evidência as
peças e os criadores que vestem, de modo a salientar a imagem de modernidade ou
de tradição renovada que evocam e personificam. Um dos focos está centrado na
atualidade, recriando peças usadas por cantoras tão diversas como Ana Moura,
Carminho, Raquel Tavares, Mariza, Mafalda Arnauth, Kátia Guerreiro, Mísia; o
outro procurará mostrar a evolução histórica evocando alguns vultos da nossa
cultura, como o de Amália Rodrigues.
Sessões: 3ª-5ª,Dom: 10h00-20h00; 6ª-Sab:
10h00-22h00
«INTERIORES: 100 anos de Arquitetura de Interiores em Portugal»,
Mostra que apresenta uma perspetiva da história e evolução do design e da
arquitetura dos espaços interiores entre 1990 e 1999, organizada em 10 núcleos
cronológicos correspondentes a cada década onde se evocam alguns dos espaços
projetados por Álvaro Siza Vieira, Alberto Caetano, António Pedro Portugal
Mendonça & Manuel Maria Reis, Conceição Silva, Cristino da Silva, Cassiano
Branco, Daciano Costa, Eduardo Afonso Dias, Egas José Vieira, Fernando Távora,
Fernando Salvador e Margarida Grácio Nunes, Luís Bevilacqua, Marques da Silva,
Manuel Graça Dias, Raul Lino, Tomás Taveira ou Ventura Terra.
Sessões: 3ª-5ª,Dom: 10h00-20h00; 6ª-Sab:
10h00-22h00
«Nacional Ultramarino» - Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva,
A exposição "Nacional Ultramarino", apresenta algum do mobiliário desenhado e
produzido, entre 1960-64, pela Fundação Ricardo do Espírito Santo Silva (FRESS)
especialmente para o novo edifício do BNU, atual casa do Museu. Esta mostra,
realizada nas próprias salas do Governo do Banco (no piso 2) para onde as peças
foram desenhadas, é uma oportunidade única para uma exposição mais detalhada do
trabalho realizado nas Oficinas da Fundação, apresentando desenhos técnicos
inéditos dos objetos, bem como do mobiliário que decorava alguns dos espaços do
banco. A reconstituição do gabinete do Governador, decorado no estilo Império,
constitui um dos atrativos principais da exposição pois será aberto, pela
primeira vez, ao público.
Sessões: 3ª-5ª,Dom: 10h00-20h00; 6ª-Sab:
10h00-22h00
Praça das Amoreiras, 56/58, Museu Arpad Szénes - Vieira da Silva
Tel.: 213880044 / 213880053
«Os Desastres da Guerra» - Graça Morais, "Os Desastres da Guerra",
pintura e desenho de Graça Morais, inaugura o ciclo de exposições temporárias do
ano de 2013, na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva. Comissariada por João
Pinharanda, a exposição tem o apoio mecenático da Fundação EDP, dando
continuidade a uma gratificante parceria iniciada em 2008. Esta parceria trouxe
ao espaço do museu uma série de mostras de artistas portugueses: Mário Cesariny,
António Sena, Fernando Lemos e, agora, Graça Morais.
Sessões: 4ª-Dom: 10h00-18h00; 2ª-3ª: Enc
Praça do Império, Museu Coleção Berardo - Arte Moderna e
Contemporânea
Tel.: 213612913
«No Fly Zone. Unlimited Mileage», O Museu Coleção Berardo
apresenta a exposição "No Fly Zone" dedicada a um conjunto de seis artistas
(Paulo Kapela, Yonamine, Kiluanji Kia Henda, Edson Chagas, Binelde Hyrcam e
Nástio Mosquito) da nova cena angolana. Ela é não só sinal de uma nova vida que
Angola experimenta depois da descolonização e da guerra, como define um
posicionamento num quadro problematizado sobre as heranças culturais e a sua
redefinição, as migrações dos conflitos e o seu feedback, o lugar do artista e
da sua produção num mundo que continuamente extravasa os limites do seu
conhecimento e reconhecimento e se experimenta, agora por estes novos
protagonistas. Este aspeto é tanto mais pertinente quanto o presente histórico
que vivemos assiste a uma profunda e radical alteração das coordenadas
tradicionais dos lugares recorrentes da atenção prestada à produção
artística.
Sessões: Dom-5ª: 10h00-19h00; 6ª-Sab:
10h00-22h00
Campo Grande, 245, Museu da Cidade de Lisboa
Tel.: 217513200
«Afinal era Uma Borboleta» - João Queiroz, A exposição "Afinal era
Uma Borboleta", composta por seis pinturas a óleo de grandes dimensões, foi
concebida especificamente para o espaço do Pavilhão Branco (Museu da Cidade de
Lisboa) e ocuparam o artista João Queiroz durante todo este ano, num minucioso
processo de trabalho.
João Queiroz nasceu em Lisboa em 1957. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1984 e nesta primeira metade dos anos 80 expõe os seus primeiros trabalhos de pintura e desenho. A conjugação destes dois interesses, a Filosofia por um lado, e a Pintura e o Desenho por outro, estão bem espelhados por toda a obra, onde encontramos a sua reflexão sobre o papel da imagem na contemporaneidade e as abordagens experimentais a problemas antigos da linguagem da arte através de representações sensoriais da paisagem.
João Queiroz nasceu em Lisboa em 1957. Licenciou-se em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa em 1984 e nesta primeira metade dos anos 80 expõe os seus primeiros trabalhos de pintura e desenho. A conjugação destes dois interesses, a Filosofia por um lado, e a Pintura e o Desenho por outro, estão bem espelhados por toda a obra, onde encontramos a sua reflexão sobre o papel da imagem na contemporaneidade e as abordagens experimentais a problemas antigos da linguagem da arte através de representações sensoriais da paisagem.
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-13h00 / 14h00-18h00; 6ª:
10h00-13h00 / 14h00-22h00
«Azul dos Ventos» - Arthur Bispo do Rosário, A Câmara Municipal de
Lisboa em colaboração com a Funarte / Ministério da Cultura Brasileira e o Museu
Bispo do Rosário Arte Contemporânea inaugura, a exposição "Azul dos Ventos", de
Arthur Bispo do Rosário. Integrada na programação do Ano do Brasil em Portugal,
esta exposição pode agora ser vista em Lisboa, depois de ter estado patente no
Victoria and Albert Museum, em Londres.
Nesta mostra serão apresentados cerca de 80 trabalhos que dão a conhecer a variedade e criatividade da obra de Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), um dos artistas mais reconhecidos do Brasil.
As obras expostas são representativas das principais características do trabalho de Bispo do Rosário, que passou 50 anos internado num hospital psiquiátrico do Rio de Janeiro, a Colônia Juliano Moreira, e lá criou seu ateliê. Admitido no hospital aos 29 anos, as suas criações foram feitas em completo isolamento do meio artístico. No entanto, a sua arte "outsider" tem sido admirada pela sua técnica e abordagem imaginativa no trabalho com materiais com que nos deparamos diariamente. Para além de lençóis encardidos, botões cariados, suspensórios de doutores, Bispo do Rosário usava a linha que desfiava de uniformes novos e usados de internos da Colônia Juliano Moreira para classificar, ensinar e apresentar em formas de brinquedos, instrumentos musicais, arquitetura, objetos do quotidiano. Estandartes, roupas, faixas de miss, barcos a vela, tacos de golfe, raquetes de tênis, argolas de ginástica olímpica que mostram a poética da junção de materiais descartados, bordados, consertos, sobreposições, escritas e desenhos. As obras aqui apresentadas demonstram o fascínio de Bispo do Rosário pela reapropriação de objectos que manipula para criar peças escultóricas elaboradas.
Nesta mostra serão apresentados cerca de 80 trabalhos que dão a conhecer a variedade e criatividade da obra de Arthur Bispo do Rosário (1909-1989), um dos artistas mais reconhecidos do Brasil.
As obras expostas são representativas das principais características do trabalho de Bispo do Rosário, que passou 50 anos internado num hospital psiquiátrico do Rio de Janeiro, a Colônia Juliano Moreira, e lá criou seu ateliê. Admitido no hospital aos 29 anos, as suas criações foram feitas em completo isolamento do meio artístico. No entanto, a sua arte "outsider" tem sido admirada pela sua técnica e abordagem imaginativa no trabalho com materiais com que nos deparamos diariamente. Para além de lençóis encardidos, botões cariados, suspensórios de doutores, Bispo do Rosário usava a linha que desfiava de uniformes novos e usados de internos da Colônia Juliano Moreira para classificar, ensinar e apresentar em formas de brinquedos, instrumentos musicais, arquitetura, objetos do quotidiano. Estandartes, roupas, faixas de miss, barcos a vela, tacos de golfe, raquetes de tênis, argolas de ginástica olímpica que mostram a poética da junção de materiais descartados, bordados, consertos, sobreposições, escritas e desenhos. As obras aqui apresentadas demonstram o fascínio de Bispo do Rosário pela reapropriação de objectos que manipula para criar peças escultóricas elaboradas.
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-13h00 / 14h00-18h00; 6ª:
10h00-13h00 / 14h00-22h00
Central Tejo, Avenida da Brasília - Belém, Museu da Electricidade
Tel.: 210028130/90
«Riso: Uma Exposição a Sério» - Coletiva, Organizada com as
Produções Fictícias, "Riso: Uma Exposição a Sério" conta com pintura, desenho,
instalações, vídeo, fotografia, escultura e performances, cinema, BD, programas
de televisão, espectáculos, literatura, obras de artistas nacionais e
internacionais, oriundas de alguns dos mais importantes museus e colecções
particulares.
Comissariada por José Manuel dos Santos, João Pinharanda, Nuno Artur Silva e Nuno Crespo, este projeto parte de uma profunda investigação acerca dos dispositivos cómicos e humorísticos, tal como foram e são utilizados por diferentes protagonistas, em diferentes tempos e em diferentes áreas.
Comissariada por José Manuel dos Santos, João Pinharanda, Nuno Artur Silva e Nuno Crespo, este projeto parte de uma profunda investigação acerca dos dispositivos cómicos e humorísticos, tal como foram e são utilizados por diferentes protagonistas, em diferentes tempos e em diferentes áreas.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Rua do Instituto Industrial, 16, Museu das Comunicações
Tel.: 21-3935107/08
«Homenagem a José Ferreira Pinto Basto», No âmbito das
comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação,
17 de maio 2012, a Fundação Portuguesa das Comunicações |Museu das Comunicações
celebra o centenário do nascimento do prestigiado Eng.º José Ferreira Pinto
Basto, dando a conhecer o seu contributo para os estudos de comutação automática
e para o desenvolvimento do sector das telecomunicações em Portugal.
José Ferreira Pinto Basto, licenciou-se em engenharia eletrotécnica pela Universidade do Porto e ingressou nos CTT em 1939, tendo centrado a sua atividade essencialmente ao nível da comutação automática.
José Ferreira Pinto Basto, licenciou-se em engenharia eletrotécnica pela Universidade do Porto e ingressou nos CTT em 1939, tendo centrado a sua atividade essencialmente ao nível da comutação automática.
Sessões: 2ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 14h00-18h00
«FPC Future Lab 4.0: O futuro é infinito», No âmbito das
comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação,
17 de maio 2012, a Fundação Portuguesa das Comunicações - Museu das Comunicações
inaugura a exposição "FPC Future Lab 4.0: O futuro é infinito", que visa mostrar
um futuro de possibilidades infindáveis ao alcance da criatividade de
todos!
Estas soluções são suportadas em tecnologias avançadas, potenciadas por redes de grande capacidade e velocidade que convergem numa teia multidimensional, num conceito de futuro infinito.
Estas soluções são suportadas em tecnologias avançadas, potenciadas por redes de grande capacidade e velocidade que convergem numa teia multidimensional, num conceito de futuro infinito.
Sessões: 2ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 14h00-18h00
«Crónicas Brasileiras» - Fotografias de José Medeiros, No âmbito
das comemorações do Ano do Brasil em Portugal, a Fundação Portuguesa das
Comunicações / Museu das Comunicações convida-o a visitar a mostra fotográfica
"Crónicas Brasileiras. Fotografias de José Medeiros" - projeto dedicado ao
trabalho que José Medeiros consagrou às terras do interior do Brasil. Ali estão
fotografias de índios do Xingu, a reportagem mítica de setembro de 1951 sobre
uma cerimónia de iniciação ao candomblé - culto afro-brasileiro -, bem como
imagens do Nordeste e das terras do interior do Brasil.
Esta mostra, reúne mais de 80 fotografias (tiragens contemporâneas em gelatina e prata realizadas a partir dos negativos originais do artista conservados no Instituto Moreira Salles) e quase 30 documentos (exemplares da revista O Cruzeiro dos anos 1950-1960, publicações etc.).
Esta exposição conta com o apoio da Embaixada do Brasil em Portugal e do Instituto Moreira Salles.
Esta mostra, reúne mais de 80 fotografias (tiragens contemporâneas em gelatina e prata realizadas a partir dos negativos originais do artista conservados no Instituto Moreira Salles) e quase 30 documentos (exemplares da revista O Cruzeiro dos anos 1950-1960, publicações etc.).
Esta exposição conta com o apoio da Embaixada do Brasil em Portugal e do Instituto Moreira Salles.
Sessões: 2ª-6ª: 10h00-18h00; Sab: 14h00-18h00
Rua Visconde de Monserrate, Museu do Brinquedo de Sintra
Tel.: 219106016 / 219242171
Exposição Temporária Não Temática, A partir de dia 12 de Janeiro
abrirá ao público no salão de exposições temporárias uma exposição não temática
que incluí diversas peças como brindes promocionais do inicio do século XX, como
uma caixa de furos dos chocolates Regina; brinquedos artesanais, Lego,
Playmobil, jogos, livros e um carrossel em madeira concebido pelo artista
plástico português António Alfredo.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Junto à Torre de Belém., Museu do Combatente - Forte do Bom Sucesso
Tel.: 213017225
«Leonardo da Vinci - Arte e Ciência (Covermatch)», Depois do
sucesso da exposição "As Máquinas de Leonardo da Vinci" em vários países, pela
primeira vez se realiza uma réplica desta exposição em cobertura com fósforo
(Covermath). Esta exposição mostra a história e a vida de Leonardo da Vinci, com
maquetes representantes de uma época, feitas em vários materiais e cobertas a
fósforos, onde as asas da imaginação possibilitaram a realização das várias
vertentes do saber.
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-17h00
«Panos d'Obra» - Manuela Jardim, A exposição "Panos d'Obra" é o
resultado de um projeto de investigação de Manuela Jardim, sobre a Panaria da
Guiné e de Cabo Verde. Este estudo surge inicialmente como uma motivação
provocada pela estética dos motivos geométricos daqueles panos. Do contacto com
documentos da época (séc. XV) e na procura de origens e significados, nasce o
projeto enformado pela importância histórica, política e económica dos panos,
nas sociedades africanas.
O projeto teve como ponto de partida os panos d'obra da Guiné e de Cabo Verde pertencentes às coleções do Museu Nacional de Etnologia, recolhidos nas décadas de 60 e 70 do século XX, pelos etnólogos Rogado Quintino e António Carreira, respetivamente da Guiné e de Cabo Verde.
A narrativa de expressão plástica desenvolvida por Manuela Jardim: desenho, pintura e escultura, teve como fio condutor a observação dos panos, o seu contexto histórico e sociocultural, textura, estrutura, cores e padrões Foi apresentada em exposição (de 2005 a 2008) no Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, na V Bienal de S. Tomé e Príncipe, na Fundação Mário Soares e no Encontro da Lusofonia em Macau, respetivamente em 2008, 2009 e 2011,tendo como objetivos o valor estético, artístico e educativo dos panos.
O projeto teve como ponto de partida os panos d'obra da Guiné e de Cabo Verde pertencentes às coleções do Museu Nacional de Etnologia, recolhidos nas décadas de 60 e 70 do século XX, pelos etnólogos Rogado Quintino e António Carreira, respetivamente da Guiné e de Cabo Verde.
A narrativa de expressão plástica desenvolvida por Manuela Jardim: desenho, pintura e escultura, teve como fio condutor a observação dos panos, o seu contexto histórico e sociocultural, textura, estrutura, cores e padrões Foi apresentada em exposição (de 2005 a 2008) no Museu Nacional de Etnologia de Lisboa, na V Bienal de S. Tomé e Príncipe, na Fundação Mário Soares e no Encontro da Lusofonia em Macau, respetivamente em 2008, 2009 e 2011,tendo como objetivos o valor estético, artístico e educativo dos panos.
Sessões: 2ª-Dom: 10h00-17h00
Rua Alves Redol, 45, Museu do Neo-Realismo
Tel.: 263285626
«Os Relatos de um Fotógrafo Famoso» - Nikolai Nekh, Exposição com
trabalhos de fotografia, vídeo e instalação de Nikolai Nekh intitulada "Os
Relatos de um Fotógrafo Famoso", inserida na BF12 - Bienal de Fotografia de Vila
Franca de Xira.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
«Rien» - André Cepeda, Exposição com trabalhos de fotografia de
André Cepeda intitulada "Rien", inserida na BF12 - Bienal de Fotografia de Vila
Franca de Xira.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
«The Return of the Real 20» - João Louro, Como efeito de despedida
e sintoma ao mesmo tempo de uma reflexão atualíssima, a última exposição do
ciclo de arte contemporânea "The Return of the Real" fica marcada por uma
insinuante peça de néon que invade o espaço do átrio do Museu do Neo-Realismo.
"Revolution", a palavra, resplandece, desde logo, a azul-turquesa, como signo de
uma intensa ambiguidade deceptiva. Será que comunica ainda um conceito político,
um slogan, ou antes uma ideia de consumo, uma marca registada? Aliás, esta
interrogação é obrigatória, incontornável mesmo, pois a palavra "revolution",
com as letras desenhadas em lâmpadas fluorescentes, remetendo para os painéis
publicitários do século passado, é ladeada não pelo "r" de marca registada, mas
pelo seu sucedâneo, esse "c" minúsculo inserido num pequeno círculo que
"garante" os direitos de autoria, como se a ideia de "revolução" pudesse ser
atribuída a um só autor ou proibida a sua disseminação abusiva.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
«Jorge Amado e o Neorrealismo Português», A exposição, que integra
a vasta programação do Centenário do Nascimento do escritor Jorge Amado,
centrar-se-á na relação do escritor baiano com os escritores neorrealistas
portugueses. A curadoria da exposição é da responsabilidade de João Marques
Lopes, investigador do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e
Europeias, da Faculdade de Letras de Lisboa), numa produção que conta com o
apoio do MNR.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-19h00; Sab: 15h00-22h00; Dom:
11h00-18h00
Avenida de Brasília - Doca de Alcântara (Norte), Lisboa, Museu do
Oriente
Tel.: 213585200
«O Chá. Do Oriente para o Ocidente», O chá prova como uma simples
planta e a infusão daí resultante desempenham um papel importante no
desenvolvimento de uma determinada civilização, e nas trocas culturais informais
entre as diferentes civilizações.
A exposição "O Chá. Do Oriente para o Ocidente" torna patente estas duas dimensões nos vários núcleos que a compõem, nomeadamente através dos aspetos materiais associados ao seu consumo (porcelanas, mobiliário, espaços, pinturas e prataria entre outros objetos), mas também dos aspetos habitualmente menos conhecidos da difusão da planta e da sua transformação em chá fora do mundo sínico.
Para além do aspeto material associado ao seu consumo, o chá desempenhou ainda um papel importante no campo da medicina e da farmacopeia, dimensão tradicionalmente olvidada e que recentemente tem vindo a ser recuperada. Convém assinalar como tanto na China e na Europa de antanho, o chá foi visto como bebida medicinal antes de se divulgar e vulgarizar o seu consumo. Disso há bastas provas na literatura científica, nomeadamente na portuguesa, antes do chá passar a ser encarado como uma simples bebida a partir de meados do século XVIII.
A exposição "O Chá. Do Oriente para o Ocidente" torna patente estas duas dimensões nos vários núcleos que a compõem, nomeadamente através dos aspetos materiais associados ao seu consumo (porcelanas, mobiliário, espaços, pinturas e prataria entre outros objetos), mas também dos aspetos habitualmente menos conhecidos da difusão da planta e da sua transformação em chá fora do mundo sínico.
Para além do aspeto material associado ao seu consumo, o chá desempenhou ainda um papel importante no campo da medicina e da farmacopeia, dimensão tradicionalmente olvidada e que recentemente tem vindo a ser recuperada. Convém assinalar como tanto na China e na Europa de antanho, o chá foi visto como bebida medicinal antes de se divulgar e vulgarizar o seu consumo. Disso há bastas provas na literatura científica, nomeadamente na portuguesa, antes do chá passar a ser encarado como uma simples bebida a partir de meados do século XVIII.
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-18h00; 6ª:
10h00-22h00
«Macau. Memórias a Tinta-da-China», A exposição "Macau. Memórias a
Tinta-da-China" reúne várias obras do pintor Charles Chauderlot, as quais tentam
memorizar, através dos seus pincéis, o glorioso passado marítimo de Macau, neste
ano em que se comemoram 500 anos de relações luso-chinesas reproduzindo, em
pintura, os edifícios que recordam que a cidade foi, em tempos, um próspero
entreposto comercial para Portugueses e Chineses.
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-18h00; 6ª: 10h00-22h00; 2ª:
Enc
«Cartazes de propaganda Chinesa. A Arte ao Serviço da Política», O
Museu do Oriente apresenta uma mostra de cerca de 100 cartazes de propaganda
chinesa, produzidos entre 1959 e 1981 e que constituem um documento histórico do
período que vai do Grande Salto em Frente e da criação das Comunas Populares ao
fim da Revolução Cultural.
Nos 100 cartazes em exposição, selecionados de um total de 200 que integram a Coleção Kwok On da Fundação Oriente, estão bem ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.
A exposição, comissariada por Jacques Pimpaneau e Sylvie Pimpaneau, está organizada em nove núcleos, o primeiro dos quais integrando cartazes alusivos ao novo ano chinês e a heróis de contos e óperas clássicas populares que fazem parte do património local. Os grandes "heróis" da revolução comunista chinesa, sobretudo Mao Zedong e Zhou Enlai, mas também "heróis" estrangeiros como Lenine e o médico canadiano Norman Béthune que, na Guerra Civil de Espanha, tratou os feridos do lado republicano e que, na Guerra Sino-Japonesa combateu ao lado do Exército de Mao, estão representados nos cartazes selecionados para o segundo núcleo. No núcleo seguinte figuram alguns cartazes de propaganda das políticas do Partido Comunista da China ocupando o quarto núcleo uma série de cartazes alusivos às classes sociais consideradas fundamentais para a criação da nova China: operários, camponeses e soldados.
As minorias étnicas do interior da China, num apelo à fraternidade entre os povos também não foram esquecidas pela propaganda e ocupam aqui o quinto núcleo sendo o sector seguinte ocupado por cartazes em que figuram todos aqueles que se transformaram em heróis e que são modelos a seguir pelas populações.
Os cartazes do sétimo núcleo tinham como finalidade explicar e promover as lutas revolucionárias levadas a cabo no exterior da China. Segue-se um conjunto de cartazes cujos autores se deixaram influenciar pelas pinturas feitas por camponeses e pelas xilogravuras tradicionais.
Brinquedos e jogos que também tiveram o seu papel na propaganda política ocupam o último núcleo da exposição.
Nos 100 cartazes em exposição, selecionados de um total de 200 que integram a Coleção Kwok On da Fundação Oriente, estão bem ilustrados os temas mais correntemente abordados à época, como a glorificação do presidente Mao e dos heróis comunistas, a prosperidade da economia, a luta contra o imperialismo, a felicidade do povo e o poder do exército.
A exposição, comissariada por Jacques Pimpaneau e Sylvie Pimpaneau, está organizada em nove núcleos, o primeiro dos quais integrando cartazes alusivos ao novo ano chinês e a heróis de contos e óperas clássicas populares que fazem parte do património local. Os grandes "heróis" da revolução comunista chinesa, sobretudo Mao Zedong e Zhou Enlai, mas também "heróis" estrangeiros como Lenine e o médico canadiano Norman Béthune que, na Guerra Civil de Espanha, tratou os feridos do lado republicano e que, na Guerra Sino-Japonesa combateu ao lado do Exército de Mao, estão representados nos cartazes selecionados para o segundo núcleo. No núcleo seguinte figuram alguns cartazes de propaganda das políticas do Partido Comunista da China ocupando o quarto núcleo uma série de cartazes alusivos às classes sociais consideradas fundamentais para a criação da nova China: operários, camponeses e soldados.
As minorias étnicas do interior da China, num apelo à fraternidade entre os povos também não foram esquecidas pela propaganda e ocupam aqui o quinto núcleo sendo o sector seguinte ocupado por cartazes em que figuram todos aqueles que se transformaram em heróis e que são modelos a seguir pelas populações.
Os cartazes do sétimo núcleo tinham como finalidade explicar e promover as lutas revolucionárias levadas a cabo no exterior da China. Segue-se um conjunto de cartazes cujos autores se deixaram influenciar pelas pinturas feitas por camponeses e pelas xilogravuras tradicionais.
Brinquedos e jogos que também tiveram o seu papel na propaganda política ocupam o último núcleo da exposição.
Sessões: 3ª-5ª,Sab-Dom: 10h00-18h00; 6ª: 10h00-22h00; 2ª:
Enc
Praça do Império, Museu Nacional de Arqueologia
Tel.: 213620000
«Religiões da Lusitânia - Loquuntur saxa», O fenómeno religioso,
na sua historicidade, tem sido alvo de múltiplas abordagens interpretativas.
Recorde-se Frazer e a abrangência comparativista; Lévi-Strauss e os arquétipos
estruturalistas; Dumézil e os esquemas funcionalistas; Eliade e a universalidade
do simbólico. Porém, nada mais genial do que a breve metáfora engendrada pelo
inglês Murray, desde logo adoptada e desenvolvida por Dodds no seu irreverente
estudo sobre a cultura grega e o irracional: o fenómeno religioso revela-se, em
todas as épocas e regiões, como um «conglomerado herdado». E comenta Dodds: «A
metáfora geológica é feliz porque o crescimento religioso é (...) a aglomeração
mais do que a substituição». Por isso, quando hoje estudamos as religiões do
passado, não procuramos apenas melhor conhecer as nossas longínquas raízes
culturais, antes lidamos com qualquer coisa ainda presente ? embora de forma
parcelar e, por vezes, subjectiva ? na nossa actual vivência como Homo
religiosus que (queiramos ou não...) todos somos.
José Cardim Ribeiro (Comissário)
José Cardim Ribeiro (Comissário)
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
«Quinta do Rouxinol: uma olaria romana no estuário do Tejo.
Corroios / Seixal», A exposição "Quinta do Rouxinol: uma olaria romana no
estuário do Tejo. Corroios / Seixal", integra uma réplica de um dos fornos da
olaria da Quinta do Rouxinol à escala natural, preenchido com reproduções fiéis
de ânforas e loiça doméstica recolhida no sítio, de modo a clarificar as suas
características e modo de utilização.
programa desta exposição tem como objetivo apresentar o sítio arqueológico, enquadrando-o devidamente nos mecanismos da economia local e imperial romana, de modo a explorar o seu potencial enquanto elemento mediador da transmissão de conhecimentos sobre a temática dos centros produtores de cerâmica na época.
programa desta exposição tem como objetivo apresentar o sítio arqueológico, enquadrando-o devidamente nos mecanismos da economia local e imperial romana, de modo a explorar o seu potencial enquanto elemento mediador da transmissão de conhecimentos sobre a temática dos centros produtores de cerâmica na época.
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Rua das Janelas Verdes, Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA)
Tel.: 213912800
«A Arquitectura Imaginária. Pintura, escultura, artes
decorativas», Um cofre em cristal de 1600 e o mausoléu de Alfredo da Silva,
próspero industrial do Estado Novo, podem ter algo em comum? Que relação existe
entre um projecto de Álvaro Siza Vieira e o Martírio de São Sebastião, pintura
de Gregório Lopes da primeira metade do século XVI?
Repensando a arquitectura enquanto território utópico e conceptual - e assumindo que projectar é pura fantasia, capaz de contaminar as várias disciplinas artísticas -, a exposição promove um ângulo novo de aproximação à pintura, à escultura, à ourivesaria, às artes decorativas.
Uma extraordinária viagem por um eclético universo de centena e meia de obras, do MNAA e de outras colecções, públicas e privadas, do século XIV aos nossos dias. Ilustrando diferentes apropriações dos valores e recursos da arquitectura, a mostra divide-se em sete núcleos: A arquitectura enquanto ideia; Idear a arquitectura; A microarquitectura; A arquitectura enquanto metáfora; A arquitectura enquanto ordem; A arquitectura enquanto autoridade; A arquitectura imaginária.
Debate necessariamente retrospectivo e obrigatoriamente histórico mas, sobretudo, contemporâneo.
Repensando a arquitectura enquanto território utópico e conceptual - e assumindo que projectar é pura fantasia, capaz de contaminar as várias disciplinas artísticas -, a exposição promove um ângulo novo de aproximação à pintura, à escultura, à ourivesaria, às artes decorativas.
Uma extraordinária viagem por um eclético universo de centena e meia de obras, do MNAA e de outras colecções, públicas e privadas, do século XIV aos nossos dias. Ilustrando diferentes apropriações dos valores e recursos da arquitectura, a mostra divide-se em sete núcleos: A arquitectura enquanto ideia; Idear a arquitectura; A microarquitectura; A arquitectura enquanto metáfora; A arquitectura enquanto ordem; A arquitectura enquanto autoridade; A arquitectura imaginária.
Debate necessariamente retrospectivo e obrigatoriamente histórico mas, sobretudo, contemporâneo.
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Rua Serpa Pinto, nº 4, Museu Nacional de Arte Contemporânea - Museu do
Chiado
Tel.: 213432148
«Are You Still Awake?», «As relações entre arte e política são
longínquas, quer sob a forma de legitimação ou de contrapoder. Ao longo do
século XX, esta relação tornou-se particularmente profícua, desde a propaganda
dos totalitarismos, aos movimentos de subversão e rutura como o Dadaísmo, o
Surrealismo, ou o Fluxus, às correntes estéticas de denúncia como o
Neorrealismo, às expressões artísticas associadas à defesa dos direitos civis e
das mulheres nos anos 70, ou ainda à discriminação sexual, exponenciada pelo
surgimento da Sida nos anos 80, só para citar alguns
exemplos.
Paradoxalmente, estes movimentos de rutura com o sistema foram apropriados pelo mercado da arte, cuja valorização especulativa apoiada por um conjunto de mediadores, munidos de estratégias agressivas, tem dominado a produção artística até à atualidade.
São estes os temas tratados nesta exposição temporária, num registo criativo, mas também de cidadania, ambicionando agir sobre a realidade, transformando-a, através da provocação, da ironia, do humor, da transgressão, do manifesto, da violência.(...)»
Emília Tavares
Paradoxalmente, estes movimentos de rutura com o sistema foram apropriados pelo mercado da arte, cuja valorização especulativa apoiada por um conjunto de mediadores, munidos de estratégias agressivas, tem dominado a produção artística até à atualidade.
São estes os temas tratados nesta exposição temporária, num registo criativo, mas também de cidadania, ambicionando agir sobre a realidade, transformando-a, através da provocação, da ironia, do humor, da transgressão, do manifesto, da violência.(...)»
Emília Tavares
Sessões: 3ª-Dom: 10h00-18h00
Rua da Escola Politécnica, 58, Museu Nacional de História Natural
(MNHN)
Tel.: 213921824 / 213921825
«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e
Cultura», O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido
redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a
exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e
Cultura".
Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.
A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.
Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.
A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 11h00-18h00
«Formas & Fórmulas», Em 1795 Lagrange referia que "Enquanto a
Álgebra e a Geometria estiveram separadas, o seu progresso foi lento e o seu uso
limitado, mas uma vez que estas ciências se uniram, elas deram uma à outra um
apoio mútuo e rapidamente avançaram juntas para a perfeição".
"Formas & Fórmulas" pretende fazer uma leitura desta citação à luz dos avanços científicos e tecnológicos do século XXI. Ligando modelos geométricos, objetos de uso comum e formas de arquitetura com fórmulas matemáticas, mostra-se como os mundos da Geometria (formas) e da Álgebra (fórmulas) se apoiam e completam.
A exposição desenvolve-se ao longo de 360 m2 passando por diversos módulos que nos mostram Linhas e Revoluções, Superfícies e Construções, Superfícies e Complicações e Imagens e Visualizações.
Através da experiência expositiva, os visitantes serão estimulados a conhecer as respostas a algumas das questões mais relevantes sobre este tema: O que é uma superfície de revolução? Como é que alterando uma fórmula se obtém uma outra forma? Porque é que um buraco complica uma superfície? O que é uma singularidade?
Já pensou que por trás de uma forma está uma fórmula?
"Formas & Fórmulas" pretende fazer uma leitura desta citação à luz dos avanços científicos e tecnológicos do século XXI. Ligando modelos geométricos, objetos de uso comum e formas de arquitetura com fórmulas matemáticas, mostra-se como os mundos da Geometria (formas) e da Álgebra (fórmulas) se apoiam e completam.
A exposição desenvolve-se ao longo de 360 m2 passando por diversos módulos que nos mostram Linhas e Revoluções, Superfícies e Construções, Superfícies e Complicações e Imagens e Visualizações.
Através da experiência expositiva, os visitantes serão estimulados a conhecer as respostas a algumas das questões mais relevantes sobre este tema: O que é uma superfície de revolução? Como é que alterando uma fórmula se obtém uma outra forma? Porque é que um buraco complica uma superfície? O que é uma singularidade?
Já pensou que por trás de uma forma está uma fórmula?
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom: 11h00-18h00
«Allosaurus: um dinossáurio, dois continentes?», Nesta exposição o
visitante é convidado a percorrer diversos passos de uma investigação científica
em curso e de produção de conhecimento no âmbito da Paleontologia de
dinossáurios, até à descoberta de fósseis de Allosaurus fragilis em Portugal.
Este percurso é ilustrado com painéis informativos, fotografias e ilustrações científicas. O público poderá observar 16 réplicas de esqueletos ou crânios de diversas espécies de dinossáurios, complementados com informação sobre a relação entre Allosaurus e outros terópodes ou sobre a dinâmica interna do nosso planeta.
Este percurso é ilustrado com painéis informativos, fotografias e ilustrações científicas. O público poderá observar 16 réplicas de esqueletos ou crânios de diversas espécies de dinossáurios, complementados com informação sobre a relação entre Allosaurus e outros terópodes ou sobre a dinâmica interna do nosso planeta.
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-17h00; Sab-Dom:
11h00-18h00
Rua da Madre de Deus, 4, Museu Nacional do Azulejo
Tel.: 218100340
«Da Flandres. Os azulejos encomendados por D. Teodósio I, 5º Duque
de Bragança (c.1510-1563)», Numa parceria entre o Museu Nacional do Azulejo, a
Fundação da Casa de Bragança e o Centro de História de Além-Mar/FCSH/UNL, esta
exposição temporária reunirá pela primeira vez os azulejos de D. Teodósio I,
reconstituindo a disposição original dos seus vários conjuntos e a relação que
estes estabeleceriam com o espaço para o qual foram encomendados.
Deste modo, procura-se interpretar esta importante encomenda, alicerçada na recolha documental entretanto revelada, e que fornece uma nova leitura ao contexto das relações artísticas entre Portugal e a Flandres à época.
A exposição conta com um catálogo bilingue integrando sete textos de diversos autores nacionais e estrangeiros.
Deste modo, procura-se interpretar esta importante encomenda, alicerçada na recolha documental entretanto revelada, e que fornece uma nova leitura ao contexto das relações artísticas entre Portugal e a Flandres à época.
A exposição conta com um catálogo bilingue integrando sete textos de diversos autores nacionais e estrangeiros.
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Largo Júlio de Castilho, Museu Nacional do Traje e da Moda
Tel.: 217567620
«Trajes do Século XIX», Esta exposição apresenta trajes e
acessórios de 1800 a 1900.
Os vestidos de Estilo Império mostram linhas simples e fluidas, de cores suaves e tecidos ligeiros, inspirados na Antiguidade Greco-Romana. Com o Romantismo os espartilhos e as armações regressam ao traje feminino, assim como uma maior elaboração nas formas, tecidos e cores. O traje masculino adquire, neste período, a sobriedade que o vai caracterizar durante várias décadas reflectindo os ideais da burguesia.
Os vestidos de Estilo Império mostram linhas simples e fluidas, de cores suaves e tecidos ligeiros, inspirados na Antiguidade Greco-Romana. Com o Romantismo os espartilhos e as armações regressam ao traje feminino, assim como uma maior elaboração nas formas, tecidos e cores. O traje masculino adquire, neste período, a sobriedade que o vai caracterizar durante várias décadas reflectindo os ideais da burguesia.
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
«Trajes do Século XX», Nesta exposição estão patentes trajes e
acessórios representativos das grandes alterações vividas na moda do século XX:
do Estilo Belle Époque, aos Loucos Anos 20, do glamour dos Anos 30, às
restrições da 2ª Grande Guerra e à sofisticação do New Look. A partir dos Anos
60 a juventude começa a criar os seus próprios grupos e estilos, surge a
minisaia, o pronto-a-vestir e a moda unisexo. São também apresentadas peças de
criadores portugueses que se destacaram nos Anos 80 e 90, como Ana Salazar, José
António Tenente, entre outros.
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
«Pele sobre Pele», Exposição inserida na linha de exposições
Colecções ao Pormenor, que reúne peças de traje e acessórios de pele com pelo da
colecão do Museu Nacional do Traje e pretende dar visibilidade a um material
cujo uso e função - controversos - percorrem a história das sociedades ao longo
do tempo, acompanhando a sua evolução tecnológica, variando utilizações,
aplicações e tipologias segundo o contexto histórico, cultural, social e o gosto
pessoal do seu criador/utilizador.
Sessões: 3ª: 14h00-18h00; 4ª-Dom: 10h00-18h00
Parque das Nações - Alameda dos Oceanos, Lote 2.10.01, Pavilhão do
Conhecimento
Tel.: 218917100
«A Ciência Que Muda o Mundo», Que descobertas científicas
revolucionárias ocorreram nos últimos cem anos e de que forma mudaram a nossa
percepção do mundo e de nós mesmos?
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" está dividida em quatro grandes áreas:
- A vida e a mente: a ciência contribuiu significativamente para o aumento da compreensão do que somos e de quem somos. Hoje sabemos que é conjugação entre os nossos genes, o ambiente em que vivemos e os nossos actos que define o nosso eu.
- Viver melhor: a vacinação, os antibióticos, os cuidados de higiene e o acesso generalizado a cuidados de saúde contribuíram para que a esperança média de vida no mundo ocidental praticamente duplicasse no último século. Mas será assim em todo o mundo?
- Sistema Terra: o planeta Terra é um sistema dinâmico em que praticamente tudo está relacionado: os vulcões, os tremores de terra, o clima, as correntes oceânicas, as paisagens em mudança, os seres vivos... E nós, humanos, não estamos de fora.
Para além do visível: há um século, considerava-se que a Física era uma ciência completa. No entanto, em poucas décadas, tudo mudou. Agora temos uma forma totalmente nova de olhar tanto para o mundo infinitamente grande como para o infinitamente pequeno.
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" é dirigida a jovens com idade superior a 12 anos e resultou de uma coprodução entre o Pavilhão do Conhecimento ? Ciência Viva e os centros de ciência Heureka (Finlândia), Museon (Holanda) e Universcience (França).
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" está dividida em quatro grandes áreas:
- A vida e a mente: a ciência contribuiu significativamente para o aumento da compreensão do que somos e de quem somos. Hoje sabemos que é conjugação entre os nossos genes, o ambiente em que vivemos e os nossos actos que define o nosso eu.
- Viver melhor: a vacinação, os antibióticos, os cuidados de higiene e o acesso generalizado a cuidados de saúde contribuíram para que a esperança média de vida no mundo ocidental praticamente duplicasse no último século. Mas será assim em todo o mundo?
- Sistema Terra: o planeta Terra é um sistema dinâmico em que praticamente tudo está relacionado: os vulcões, os tremores de terra, o clima, as correntes oceânicas, as paisagens em mudança, os seres vivos... E nós, humanos, não estamos de fora.
Para além do visível: há um século, considerava-se que a Física era uma ciência completa. No entanto, em poucas décadas, tudo mudou. Agora temos uma forma totalmente nova de olhar tanto para o mundo infinitamente grande como para o infinitamente pequeno.
A exposição "A Ciência Que Muda o Mundo" é dirigida a jovens com idade superior a 12 anos e resultou de uma coprodução entre o Pavilhão do Conhecimento ? Ciência Viva e os centros de ciência Heureka (Finlândia), Museon (Holanda) e Universcience (França).
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom-Fer:
11h00-19h00
«T. rex: quando as galinhas tinham dentes», A exposição "T. rex:
quando as galinhas tinham dentes" vai transportar os visitantes do Pavilhão do
Conhecimento numa viagem ao tempo dos dinossauros.
Miúdos e graúdos poderão olhar nos olhos de um T. rex em tamanho real com mais de cinco metros de comprimento e assistir a cenas de enorme realismo com animais robotizados, tais como um T. rex a alimentar-se de um Triceratops ou um Ankylosaurus a defender-se com a sua impressionante cauda.
Mas não é tudo. Poderá tocar um fóssil de pegada de um saurópode e sentir como era a sua pele, assim como descobrir um dos maiores e mais antigos ninhos de dinossauro do mundo, que pertenceu à espécie portuguesa Lourinhanosaurus.
Nesta exposição em que a "estrela" é um dos maiores carnívoros de todos os tempos - o Tyrannosaurus rex - o visitante terá de assumir o papel de um verdadeiro "detective científico" e, depois de analisar a informação, tocar e observar réplicas de ossos de vários dinossauros respondendo às perguntas: Será que o T. rex viveu em Portugal? Era um caçador ou alimentava-se de animais mortos? Teria escamas ou o corpo coberto de penas? Por que desapareceu da face da Terra tão subitamente? E será que os dinossauros se extinguiram mesmo todos ou ainda podemos encontrar dinossauros vivos por aí?
Miúdos e graúdos poderão olhar nos olhos de um T. rex em tamanho real com mais de cinco metros de comprimento e assistir a cenas de enorme realismo com animais robotizados, tais como um T. rex a alimentar-se de um Triceratops ou um Ankylosaurus a defender-se com a sua impressionante cauda.
Mas não é tudo. Poderá tocar um fóssil de pegada de um saurópode e sentir como era a sua pele, assim como descobrir um dos maiores e mais antigos ninhos de dinossauro do mundo, que pertenceu à espécie portuguesa Lourinhanosaurus.
Nesta exposição em que a "estrela" é um dos maiores carnívoros de todos os tempos - o Tyrannosaurus rex - o visitante terá de assumir o papel de um verdadeiro "detective científico" e, depois de analisar a informação, tocar e observar réplicas de ossos de vários dinossauros respondendo às perguntas: Será que o T. rex viveu em Portugal? Era um caçador ou alimentava-se de animais mortos? Teria escamas ou o corpo coberto de penas? Por que desapareceu da face da Terra tão subitamente? E será que os dinossauros se extinguiram mesmo todos ou ainda podemos encontrar dinossauros vivos por aí?
Sessões: 3ª-6ª: 10h00-18h00; Sab-Dom-Fer:
11h00-19h00
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