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Torre dos Clérigos olha o Porto há 250
anos
Considerada, ex libris da cidade do Porto, a Torre
dos Clérigos, um projecto de Nicolau Nasoni,
foi mandada erigir por D. Jerónimo de Távora Noronha Leme e Sernache, a pedido da Irmandade dos Clérigos Pobres.
Está classificada pelo IPPAR como Monumento
Nacional desde 1910.
A Torre é a mais conhecida e admirada de entre o
conjunto dos Clérigos, dos quais fazem parte a igreja e uma enfermaria.
Foi iniciada em 1732, tendo em conta o aproveitamento do terreno que sobrara para a instalação da enfermaria dos Clérigos. Do projecto inicial de Nasoni constava a construção de duas torres, e não apenas de uma. Na sua decoração, de estilo barroco, podem ver-se, esculturas de santos, fogaréus, cornijas bem acentuadas e balaustradas.
A Torre tem seis andares e 75 metros de altura,
que se sobem por uma escada em espiral com 240 degraus.
Na altura da sua construção, era o edifício mais alto de Portugal.
No primeiro andar pode ver-se uma porta encimada
pela imagem de São Paulo, tendo por debaixo, inserido num medalhão, um texto de
São Paulo, na Carta aos Romanos.
A espessura das paredes do primeiro andar, em granito, chega a atingir os dois metros. Destacam-se as janelas ablaustradas do último andar, mais comprimido e decorado, e os quatro mostradores de relógio.
A Irmandade dos Clérigos aproveitando a
comemoração dos 250 anos deste monumento, um dos símbolos da cidade do Porto,
para “internacionalizar cada vez mais esta marca importante da cidade e,
ao mesmo tempo, aproximar os portugueses e os portuenses, em particular, da sua
história”.
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