A Feira do Fumeiro de Vinhais promete uma enchente na vila transmontana, na véspera do Carnaval, com a maior procura de sempre de expositores e lotação hoteleira esgotada a um mês do evento, revelou esta sexta-feira a organização.

O único reflexo da crise nacional portuguesa é apenas visível numa maior procura de expositores, sobretudo pequenos produtores e comerciantes que tentar fazer algum negócio num dos certames mais visitados de Trás-os-Montes, notou, em declarações à Lusa a responsável pela organização, Carla Alves.
"Tem sido muito grande a procura por parte de expositores. Como nunca tive", enfatizou, explicando que está prevista a presença de 400 expositores e que, apesar de ter aumentado a área de exposição para quase seis mil metros quadrados, a organização vê-se obrigada a "deixar muita gente de fora".
Carla Alves acredita que esta afluência "pode ser um reflexo da crise em que as pessoas querem aproveitar tudo para vender os seus produtos e esta feira é muito procurada".
A Feira do Fumeiro de Vinhais conta já 33 anos e, de 7 a 10 de Fevereiro, deverá escoar mais de seis toneladas dos famosos enchidos representados por 82 produtos devidamente certificados.
Do salpicão à linguiça, das carnes ao presunto, o fumeiro representa seis milhões de euros anuais de negócio para pequenos produtores e unidades industriais locais e emprega cerca de 300 pessoas, segundo contas da autarquia local.
Os enchidos são o motivo de atracção de milhares de forasteiros, sobretudo da zona do Grande Porto, que já esgotaram a capacidade hoteleira da pequena vila do Nordeste Transmontano.
De acordo com Carla Alves, os alojamentos do Parque Biológico de Vinhais, que reproduz a fauna e flora do Parque Natural de Montesinho, são os mais procurados e, por se encontrar já lotado, está a encaminhar visitantes para outras unidades hoteleiras da região, nomeadamente dos concelhos vizinhos de Bragança e Macedo de Cavaleiros, onde por esta altura é possível também assistir à tradicional Festa dos Rapazes com os mascarados "Caretos" de Podence.
As redes sociais vieram, segundo Carla Alves, aumentar o interesse por esta iniciativa e "há pessoas que começam logo em Janeiro a perguntar pelo programa e querem logo saber onde podem ficar alojadas".
A crise que Portugal enfrenta "ainda não se faz sentir, pelo menos nos preparativos", assegurou aquela responsável, que espera que a procura se reflicta também no volume de negócios durante a feira.
O certame servirá este ano ainda para apresentar a Confraria do Fumeiro e do Porco Bísaro, a carne que distingue os enchidos desta zona do Distrito de Bragança, com certificado de qualidade da União Europeia.
Os promotores esperam que o grupo de personalidades de diferentes áreas profissionais espalhadas por diversos pontos do País que vão convidar para confrades ajudem a promover no seu dia-a-dia e nos locais de origem estes produtos.
"Tem sido muito grande a procura por parte de expositores. Como nunca tive", enfatizou, explicando que está prevista a presença de 400 expositores e que, apesar de ter aumentado a área de exposição para quase seis mil metros quadrados, a organização vê-se obrigada a "deixar muita gente de fora".
Carla Alves acredita que esta afluência "pode ser um reflexo da crise em que as pessoas querem aproveitar tudo para vender os seus produtos e esta feira é muito procurada".
A Feira do Fumeiro de Vinhais conta já 33 anos e, de 7 a 10 de Fevereiro, deverá escoar mais de seis toneladas dos famosos enchidos representados por 82 produtos devidamente certificados.
Do salpicão à linguiça, das carnes ao presunto, o fumeiro representa seis milhões de euros anuais de negócio para pequenos produtores e unidades industriais locais e emprega cerca de 300 pessoas, segundo contas da autarquia local.
Os enchidos são o motivo de atracção de milhares de forasteiros, sobretudo da zona do Grande Porto, que já esgotaram a capacidade hoteleira da pequena vila do Nordeste Transmontano.
De acordo com Carla Alves, os alojamentos do Parque Biológico de Vinhais, que reproduz a fauna e flora do Parque Natural de Montesinho, são os mais procurados e, por se encontrar já lotado, está a encaminhar visitantes para outras unidades hoteleiras da região, nomeadamente dos concelhos vizinhos de Bragança e Macedo de Cavaleiros, onde por esta altura é possível também assistir à tradicional Festa dos Rapazes com os mascarados "Caretos" de Podence.
As redes sociais vieram, segundo Carla Alves, aumentar o interesse por esta iniciativa e "há pessoas que começam logo em Janeiro a perguntar pelo programa e querem logo saber onde podem ficar alojadas".
De ano para ano, a organização nota que há pessoas que "já marcam no calendário a data" deste evento e vão a Vinhais "fazer umas miniférias" nesta ocasião.
O certame servirá este ano ainda para apresentar a Confraria do Fumeiro e do Porco Bísaro, a carne que distingue os enchidos desta zona do Distrito de Bragança, com certificado de qualidade da União Europeia.
Os promotores esperam que o grupo de personalidades de diferentes áreas profissionais espalhadas por diversos pontos do País que vão convidar para confrades ajudem a promover no seu dia-a-dia e nos locais de origem estes produtos.
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