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Festejou-se pela última vez como feriado, a
Restauração da IndependênciaPelas 16:30 a praça dos Restauradores em Lisboa encheu para celebrar o 1º de Dezembro. O presidente da Câmara de Lisboa relembrou aos presentes a importância deste dia afirmando que em 1640 “muitos consideravam inevitável a perda da independência” e de direitos. À semelhança dos anos anteriores, as cerimónias foram organizadas pela Sociedade Histórica da Independência de Portugal em colaboração com a Câmara Municipal de Lisboa e contaram com a participação de D. Duarte de Bragança em representação da Casa Real Portuguesa, de representações dos diversos ramos das Forças Armadas e de numerosas individualidades e associações patrióticas. No seu discurso, António Costa apelou à consciência do povo declarando ainda que “Ontem como hoje, houve sempre quem achasse que a melhor maneira de defendermos os nossos direitos é desistir deles ou entregar a outros a sua defesa. Ontem, como hoje, houve sempre quem pensasse que os outros nos governam melhor do que nós próprios nos governamos”. Para o presidente, hoje o país está confrontado com uma crise que, antes de ser económica, é uma crise moral. “Hoje, ser português e patriota, é lembramo-nos que, quando o país esteve em perigo, foram os portugueses que melhor o defenderam. Ser patriota hoje é acreditar em Portugal e nos portugueses”, defendeu. No fim, anunciou que a cidade de Lisboa, no que depender de si, continuará a assinalar o 1º de Dezembro e a autarquia continuará a associar-se às comemorações deste dia. Convidou também todos os municípios que se queiram associar através da realização de um festival nacional de bandas filarmónicas, que este ano ocorreu sob o formato de desfile. Como é também hábito a bandeira portuguesa foi hasteada e foi colocada uma coroa de flores na base do monumento aos Heróis da Restauração. |

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